{"id":22684,"date":"2010-09-16T08:46:44","date_gmt":"2010-09-16T08:46:44","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2010\/09\/16\/oficina-de-trancadeiras-e-rendeiras-de-saubara-na-sbpc\/"},"modified":"2010-09-16T08:46:44","modified_gmt":"2010-09-16T08:46:44","slug":"oficina-de-trancadeiras-e-rendeiras-de-saubara-na-sbpc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/oficina-de-trancadeiras-e-rendeiras-de-saubara-na-sbpc\/","title":{"rendered":"Oficina de tran\u00e7adeiras e rendeiras de Saubara na SBPC"},"content":{"rendered":"<p>A Tenda Cultural da Reuni\u00e3o Regional da SBPC abrigou na tarde de quarta-feira (15\/09) a oficina Magia do Rec\u00f4ncavo com rendeiras e tran\u00e7adeiras de Saubara, munic\u00edpio do Rec\u00f4ncavo Baiano que fica pr\u00f3ximo a Santo Amaro da Purifica\u00e7\u00e3o. Neste espa\u00e7o os visitantes puderam aprender a tran\u00e7ar palhas secas de licuri, utilizadas na confec\u00e7\u00e3o de esteiras, chap\u00e9us e bolsas e tamb\u00e9m a fazer Rendas, que resultam em bicos, colchas e toalhas de mesa.<\/p>\n<p> As rendeiras s\u00e3o integrantes da Associa\u00e7\u00e3o dos Artes\u00e3os de Saubara composta por 86 Rendeiras e 12 Tran\u00e7adeiras que tentam preservar a tradi\u00e7\u00e3o regional. Todas estas mulheres s\u00e3o pescadoras e marisqueiras, e complementam a renda familiar produzindo artesanatos. A associa\u00e7\u00e3o recebe apoio do SEBRAE, do Instituto Mau\u00e1, da Incuba da UFRB e tamb\u00e9m da Prefeitura Municipal de Saubara.<\/p>\n<p> Maria do Carmo, (63 anos) foi uma das instrutoras da oficina, ela que aprendeu a fazer renda aos 7 anos de idade com a sua m\u00e3e, e contou que, embora seja uma tradi\u00e7\u00e3o familiar, as novas gera\u00e7\u00f5es n\u00e3o tem tido interesse em aprender a fazer artesanatos. Para ela seria necess\u00e1rio que houvesse um incentivo aos jovens.\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0<\/p>\n<p> A Renda \u00e9 um artesanato minucioso que requer muita paci\u00eancia e habilidade. De acordo com Maria do Carmo, para confeccionar meio metro de renda s\u00e3o necess\u00e1rias 8h de trabalho. As rendeiras utilizam uma almofada forrrada de chita, preenchida com palha de bananeira e pedra (ou serragem), e ainda um pequeno caixote que serve de apoio \u00e0 almofada. Para desenvolver a trama do bordado, elas utilizam bilros (pequenos bast\u00f5es feitos com a semente da pia\u00e7ava) papel\u00e3o, alfinetes e linhas finas 100% algod\u00e3o.<\/p>\n<p> As pe\u00e7as confeccionadas pelas artes\u00e3s de Saubara j\u00e1 foram expostas em desfiles de moda no Rio de Janeiro e em S\u00e3o Paulo. Todo o material fabricado por elas, s\u00e3o vendidos na Bahia, em outros estados como S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e exportadas tamb\u00e9m para outros pa\u00edses como a It\u00e1lia.<\/p>\n<p>Colaborou Meire Fiuza &#8211; estudante de Jornalismo da UFRB<\/p>\n<p>{morfeo 35}<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Tenda Cultural da Reuni\u00e3o Regional da SBPC abrigou na tarde de quarta-feira (15\/09) a oficina Magia do Rec\u00f4ncavo com rendeiras e tran\u00e7adeiras de Saubara, munic\u00edpio do Rec\u00f4ncavo Baiano que fica pr\u00f3ximo a Santo Amaro da Purifica\u00e7\u00e3o. Neste espa\u00e7o os visitantes puderam aprender a tran\u00e7ar palhas secas de licuri, utilizadas na confec\u00e7\u00e3o de esteiras, chap\u00e9us [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-22684","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22684","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22684"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22684\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22684"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22684"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22684"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}