{"id":24823,"date":"2014-07-31T12:32:17","date_gmt":"2014-07-31T12:32:17","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2014\/07\/31\/ufrb-em-parceria-com-a-embrapa-descobre-duas-novas-especies-de-mandioca\/"},"modified":"2014-07-31T12:32:17","modified_gmt":"2014-07-31T12:32:17","slug":"ufrb-em-parceria-com-a-embrapa-descobre-duas-novas-especies-de-mandioca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/ufrb-em-parceria-com-a-embrapa-descobre-duas-novas-especies-de-mandioca\/","title":{"rendered":"UFRB descobre duas novas esp\u00e9cies de mandioca em parceria com a Embrapa"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<p>Pesquisa desenvolvida por professores da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB), em parceria cient\u00edfica com a Embrapa Mandioca&nbsp;e Fruticultura, de Cruz das Almas,&nbsp;descobriu mais duas novas de esp\u00e9cies de mandioca (g\u00eanero <em>Manihot<\/em>). As novas esp\u00e9cies s\u00e3o <em>Manihot bellidifolia<\/em> P. Carvalho &amp; M. Martins e <em>Manihot longiracemosa<\/em> P. Carvalho &amp; M. Martins, que ocorrem na Chapada Diamantina. Essa descoberta pode contribuir para o melhoramento da raiz, sobretudo no combate \u00e0s doen\u00e7as comuns nas lavouras, como a mosca-branca.<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador M\u00e1rcio Lacerda Lopes Martins, professor do Centro de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias, Ambientais e Biol\u00f3gicas (CCAAB-UFRB), a <em>Manihot bellidifolia<\/em> recebeu esse nome gra\u00e7as \u00e0 beleza de suas folhas e pode ser reconhecida pelo formato das folhas e da br\u00e1cteas, folhas modificadas, que recobrem suas flores. J\u00e1 a <em>Manihot longiracemosa<\/em> foi assim chamada devido ao peculiar comprimento do seu racemo, conjunto de flores, caracter\u00edsticas que a diferem das demais esp\u00e9cies da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com o professor, as novas esp\u00e9cies est\u00e3o sendo cultivadas nas \u00e1reas experimentais da UFRB e da Embrapa, e est\u00e3o dispon\u00edveis para serem usadas nos programas de melhoramento da mandioca. \u201cAl\u00e9m do interesse em usar as esp\u00e9cies silvestres no combate a doen\u00e7as da mandioca, o projeto tem o interesse em buscar variedades que possam ser cultivadas em ambientes com temperaturas extremas (muito quentes ou muito frias) e com escassez de \u00e1gua\u201d, esclareceu.<\/p>\n<p>O artigo com o resultado da pesquisa foi publicado na revista <a href=\"http:\/\/www.bioone.org\/doi\/full\/10.1600\/036364414X680780\"><em>Systematic Botany<\/em>, Volume 39, n\u00ba 2, m\u00eas de junho<\/a>. Trata-se da segunda publica\u00e7\u00e3o do projeto &#8220;Conserva\u00e7\u00e3o de Esp\u00e9cies Silvestres do G\u00eanero <em>Manihot<\/em> (<em>Euphorbiaceae, Magnoliophyta<\/em>) do Nordeste e Centro-Oeste Brasileiro&#8221;, desenvolvido desde 2010 e que, em 2011, publicou o primeiro artigo na revista <em>Phytotaxa<\/em>. No per\u00edodo de 2010 a 2014 foram feitas expedi\u00e7\u00f5es de coleta de esp\u00e9cies silvestres de Manihot, ou mandiocas-bravas, em 14 estados brasileiros, sob a coordena\u00e7\u00e3o do pesquisador Carlos Alberto da Silva Ledo, da Embrapa.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, foram encontradas cerca 50 esp\u00e9cies distintas e catalogadas provavelmente 15 novas, ou seja, nunca antes batizadas cientificamente. \u201cSegundo crit\u00e9rios da <em>International Union for Conservation of Nature<\/em> (IUCN), as esp\u00e9cies s\u00e3o consideradas amea\u00e7adas e a manuten\u00e7\u00e3o tanto na UFRB quanto na Embrapa torna-se importante para auxiliar a elabora\u00e7\u00e3o de programas de conserva\u00e7\u00e3o em seus locais de origem\u201d, ressaltou Martins.<\/p>\n<p>A pesquisa \u00e9 financiada pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) e tem coordena\u00e7\u00e3o do professor da UFRB, Paulo Cezar Lemos de Carvalho.<\/p>\n<p>&nbsp;{gallery}noticias2014\/manihot-novas-especies{\/gallery}<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa desenvolvida por professores da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB), em parceria cient\u00edfica com a Embrapa Mandioca&nbsp;e Fruticultura, de Cruz das Almas,&nbsp;descobriu mais duas novas de esp\u00e9cies de mandioca (g\u00eanero Manihot). 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