{"id":25352,"date":"2015-04-10T14:09:45","date_gmt":"2015-04-10T14:09:45","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2015\/04\/10\/ii-sermata-vai-reunir-experiencias-de-conservacao-da-mata-atlantica-no-reconcavo\/"},"modified":"2015-04-10T14:09:45","modified_gmt":"2015-04-10T14:09:45","slug":"ii-sermata-vai-reunir-experiencias-de-conservacao-da-mata-atlantica-no-reconcavo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/ii-sermata-vai-reunir-experiencias-de-conservacao-da-mata-atlantica-no-reconcavo\/","title":{"rendered":"II SerMata vai reunir experi\u00eancias de conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica no Rec\u00f4ncavo"},"content":{"rendered":"<p>O II Semin\u00e1rio Regional sobre Experi\u00eancias em Conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica no Rec\u00f4ncavo Sul Baiano vai acontecer nos dias 17 e 18 de abril, na Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB) de Cruz das Almas. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 reunir agricultores, t\u00e9cnicos e estudantes para lan\u00e7arem um olhar diversificado sobre como conservar o que resta do bioma Mata Atl\u00e2ntica na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O evento \u00e9 uma iniciativa do projeto A\u00e7\u00f5es Ambientais sustent\u00e1veis (PAAS), patrocinado pela Petrobras atrav\u00e9s do Programa Petrobras Socioambiental, e j\u00e1 est\u00e1 em sua&nbsp;segunda&nbsp;edi\u00e7\u00e3o, como explica a professora da UFRB e consultora do PAAS, Alessandra Caiafa: \u201ca ideia do primeiro SerMata surgiu na primeira edi\u00e7\u00e3o do PAAS, em 2010. Fazia parte do projeto um fechamento com as melhores ideias do projeto, os resultados e tamb\u00e9m buscando outras experi\u00eancias\u201d.<\/p>\n<p>Desde a primeira edi\u00e7\u00e3o, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 voltar o evento tanto para agricultores quanto para os estudantes, \u201cum formato menos acad\u00eamico e que aproxima quem est\u00e1 na linha de frente da conserva\u00e7\u00e3o, o pequeno agricultor. Esse ano, nosso grande desafio \u00e9 triplicar o n\u00famero de agricultores\u201d, explica Alessandra. O evento, fruto da parceria da UFRB, do Grupo Ambientalista da Bahia (Gamb\u00e1) e Grupo Ambiental Nascentes (Gana), contar\u00e1 com palestras, mesas redondas e grupos de discuss\u00e3o sobre 10 temas relacionados \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o do bioma Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p><strong>Agricultura e conserva\u00e7\u00e3o ambiental<\/strong><\/p>\n<p>O foco no pequeno agricultor vem da necessidade de estabelecer um di\u00e1logo sobre m\u00e9todos menos prejudiciais, de modo que a agricultura torne-se uma aliada e n\u00e3o inimiga da conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica. \u201c\u00c9 preciso que haja conscientiza\u00e7\u00e3o e busca de novas pr\u00e1ticas, mais conservacionistas em rela\u00e7\u00e3o a solo, \u00e1gua, redu\u00e7\u00e3o de desmatamento e melhoria de produ\u00e7\u00e3o por \u00e1rea j\u00e1 desmatada. Com isso, eu vejo a agricultura como principal aliada da conserva\u00e7\u00e3o da natureza. J\u00e1 temos agricultores que timidamente iniciam essas boas pr\u00e1ticas de conserva\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e solo, com isso certamente inverteremos o jogo\u201d, defende Alessandra.<\/p>\n<p>Para ela, o agricultor precisa&nbsp;ter&nbsp;em mente que a conserva\u00e7\u00e3o ambiental propicia os chamados servi\u00e7os ambientais, como a manuten\u00e7\u00e3o da \u00e1gua ou a poliniza\u00e7\u00e3o. Esses servi\u00e7os ambientais s\u00e3o fundamentais \u00e0 pr\u00e1tica da agricultura e dependem de um meio ambiente equilibrado, portanto a agricultura pode ser beneficiada pela conserva\u00e7\u00e3o, inclusive com melhora na produtividade.<\/p>\n<p><strong>Sociedade civil reivindica<\/strong><\/p>\n<p>Um dos obst\u00e1culos \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o ambiental do Rec\u00f4ncavo Sul \u00e9 a aus\u00eancia do poder p\u00fablico, seja para fiscalizar ou empreender a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental. Alessandra completa: \u201coutro entrave importante \u00e9 a aus\u00eancia de unidades de conserva\u00e7\u00e3o. Na Serra da Jiboia, um remanescente important\u00edssimo, 22.000 hectares de mata bem preservada, n\u00f3s temos apenas uma Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a RPPN Guariru. O que n\u00e3o deixa de ser uma aus\u00eancia do poder p\u00fablico, porque a RPPN [Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural] \u00e9 uma modalidade particular, de propriedade privada\u201d.<\/p>\n<p>Essa e outras reivindica\u00e7\u00f5es devem estar no documento que resultar\u00e1 do encontro. As discuss\u00f5es ser\u00e3o sistematizadas em uma carta contendo as principais demandas apontadas no encontro, que ser\u00e1 entregue \u00e0s institui\u00e7\u00f5es competentes. Ser\u00e1 tamb\u00e9m um registro importante dos anseios da sociedade civil em rela\u00e7\u00e3o ao futuro da Mata Atl\u00e2ntica no Rec\u00f4ncavo Sul baiano.<\/p>\n<p>Confira a <a href=\"http:\/\/www2.ufrb.edu.br\/petmataatlantica\/103-ii-ser-mata\">programa\u00e7\u00e3o completa<\/a> do evento.<\/p>\n<p><em>Texto: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Gamb\u00e1.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O II Semin\u00e1rio Regional sobre Experi\u00eancias em Conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica no Rec\u00f4ncavo Sul Baiano vai acontecer nos dias 17 e 18 de abril, na Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB) de Cruz das Almas. 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