{"id":25636,"date":"2015-10-09T13:10:17","date_gmt":"2015-10-09T13:10:17","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2015\/10\/09\/umbucaja-e-nomeada-como-especie-nova-por-pesquisadores-da-ufrb-e-uefs\/"},"modified":"2015-10-09T13:10:17","modified_gmt":"2015-10-09T13:10:17","slug":"umbucaja-e-nomeada-como-especie-nova-por-pesquisadores-da-ufrb-e-uefs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/umbucaja-e-nomeada-como-especie-nova-por-pesquisadores-da-ufrb-e-uefs\/","title":{"rendered":"Umbucaj\u00e1 \u00e9 nomeada como esp\u00e9cie nova por pesquisadores da UFRB e UEFS"},"content":{"rendered":"<p>A Umbucajazeira, \u00e1rvore frut\u00edfera difundida em toda Bahia e considerada por d\u00e9cadas um h\u00edbrido entre o umbu e a caj\u00e1, foi reconhecida como uma esp\u00e9cie nova, passando a receber a nomenclatura <i>Spondias bahiensis P. Carvalho, Van den Berg &amp; M. Machado.<\/i> O artigo com o estudo detalhado foi divulgado na Revista Neodiversity, publica\u00e7\u00e3o online de l\u00edngua inglesa sobre a biodiversidade neotropical.<\/p>\n<p>A hip\u00f3tese de que a planta se tratava de uma esp\u00e9cie nova e n\u00e3o um h\u00edbrido foi desenvolvida pelo professor aposentado da UFRB, Paulo Cezar Carvalho, em sua pesquisa de doutorado em 2006. A pesquisa foi complementada em 2015 na tese do pesquisador Marlon Machado, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Desde o in\u00edcio, o estudo teve a orienta\u00e7\u00e3o do professor Cassio Van Den Berg.<\/p>\n<p>\u201cPor se tratar de uma planta de elevado valor econ\u00f4mico e reconhecida desde muito tempo como h\u00edbrida, muitos trabalhos acad\u00eamicos t\u00eam sido desenvolvidos sobre esta esp\u00e9cie, inclusive na UFRB, sem que se tivesse a nomea\u00e7\u00e3o correta\u201d, avalia Carvalho. \u201cCom este trabalho, foi poss\u00edvel resolver a quest\u00e3o, ap\u00f3s derrubar a ideia quase que secular de que esta planta \u00e9 um h\u00edbrido. Hoje ela tem seu nome definitivo, que \u00e9 <i>Spondias bahiensis<\/i>\u201d, explica.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador, a umbucajazeira \u00e9 difundida especialmente na regi\u00e3o do semi\u00e1rido baiano, em cidades como Itaberaba, Santa Terezinha, Rui Barbosa, Bom Jesus da Lapa, Jacobina e Juazeiro. \u201c\u00c9 uma \u00e1rvore com a copa muito ornamental e forma uma excelente sombra, sendo encontrada nos terrenos das casas na regi\u00e3o semi\u00e1rida\u201d, diz Carvalho. Os frutos est\u00e3o maduros a partir dos meses de janeiro, fevereiro e mar\u00e7o, sendo comercializados nas feiras livres da capital e interior, consumidos &#8220;in natura&#8221; e produzidos com seus frutos, picol\u00e9s, sorvetes, licores e polpas.<\/p>\n<p>Confira a <a href=\"http:\/\/www.neodiversity.org\/articles\/neod8102.pdf\">publica\u00e7\u00e3o do artigo na \u00edntegra<\/a>.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Umbucajazeira, \u00e1rvore frut\u00edfera difundida em toda Bahia e considerada por d\u00e9cadas um h\u00edbrido entre o umbu e a caj\u00e1, foi reconhecida como uma esp\u00e9cie nova, passando a receber a nomenclatura Spondias bahiensis P. Carvalho, Van den Berg &amp; M. Machado. O artigo com o estudo detalhado foi divulgado na Revista Neodiversity, publica\u00e7\u00e3o online de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":25635,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-25636","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25636"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25636\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25635"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}