{"id":25842,"date":"2016-01-21T23:28:27","date_gmt":"2016-01-21T23:28:27","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2016\/01\/21\/professor-da-ufrb-coordena-grupo-taxonomico-para-catalogo-da-fauna-brasileira\/"},"modified":"2016-01-21T23:28:27","modified_gmt":"2016-01-21T23:28:27","slug":"professor-da-ufrb-coordena-grupo-taxonomico-para-catalogo-da-fauna-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/professor-da-ufrb-coordena-grupo-taxonomico-para-catalogo-da-fauna-brasileira\/","title":{"rendered":"Professor da UFRB coordena grupo taxon\u00f4mico para Cat\u00e1logo da Fauna Brasileira"},"content":{"rendered":"<p>Reconhecido como um dos principais pesquisadores do pa&iacute;s quando o assunto &eacute; a ordem de insetos Orthoptera (popularmente conhecidos como grilos, gafanhotos, esperan&ccedil;as, paquinhas e man&eacute;s-magros), o professor da Universidade Federal do Rec&ocirc;ncavo da Bahia (UFRB), Marcos Lhano, coordenou o trabalho que resultou na identifica&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies conhecidas desse grupo taxon&ocirc;mico encontradas no territ&oacute;rio nacional. A lista comp&otilde;e o primeiro&nbsp;<a href=\"http:\/\/fauna.jbrj.gov.br\/\">Cat&aacute;logo Taxon&ocirc;mico da Fauna Brasileira<\/a>, que registra o total de esp&eacute;cies animais ocorridas no Brasil.<\/p>\n<p>Das 117.225 esp&eacute;cies da fauna com ocorr&ecirc;ncia no pa&iacute;s, foram catalogadas 1.776 da ordem Orthoptera. Esse n&uacute;mero coloca tal grupo taxon&ocirc;mico como o quinto mais representativo de insetos no Brasil, de um total de 27 ordens consideradas no Cat&aacute;logo. Em n&uacute;mero de esp&eacute;cies, fica atr&aacute;s apenas de Coleoptera (besouros), Lepidoptera (borboletas e mariposas), Diptera (moscas e mosquitos) e Hymenoptera (abelhas, formigas e vespas). &ldquo;Essa grande representa&ccedil;&atilde;o de Orthoptera no contexto geral dos insetos no Brasil n&atilde;o era conhecida. Sab&iacute;amos da representatividade do grupo, mas agora com dados reais e concretos, fica evidenciada a import&acirc;ncia destes insetos e do estudo destes&rdquo;, afirma o professor Lhano.<\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; incid&ecirc;ncia mundial de Orthoptera estimada em pouco mais de 27.200 esp&eacute;cies, o n&uacute;mero descrito para o Brasil indica que quase 7% da diversidade desta ordem ocorrem no Brasil. De acordo com Lhano, essa &eacute; uma porcentagem bem significativa, o que demonstra a import&acirc;ncia do apoio e financiamento para pesquisas com este grupo. &ldquo;Nunca houve um n&uacute;mero expressivo de pesquisadores dedicados &agrave; taxonomia e sistem&aacute;tica deste grupo. Podemos dizer que at&eacute; pouco tempo, o Brasil teve no m&aacute;ximo 10 pesquisadores que se dedicaram a esse estudo. Certamente o n&uacute;mero de novas esp&eacute;cies de Orthoptera a serem descobertas ampliar&aacute; e muito esse interesse&rdquo;, avalia.<\/p>\n<p><strong>Cat&aacute;logo Taxon&ocirc;mico da Fauna Brasileira &ndash;<\/strong>&nbsp;Lan&ccedil;ada em dezembro de&nbsp;2015, a&nbsp;publica&ccedil;&atilde;o resultou do esfor&ccedil;o conjunto dos minist&eacute;rios do Meio Ambiente (MMA) e da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (MCTI) e da Sociedade Brasileira de Zoologia (SBZ). Pela primeira vez, o Brasil listou o total de esp&eacute;cies animais conhecidas para o pa&iacute;s. O n&uacute;mero de mais de 117 mil esp&eacute;cies, segundo Lhano, supera as estimativas e ressalta a biodiversidade brasileira, que representa 9% da fauna mundial. O projeto contou com 4 administradores e 58 coordenadores para os diversos grupos, cujo trabalho envolveu mais de 500 cientistas de diversos pa&iacute;ses e durou mais de dois anos.<\/p>\n<p>Com esse estudo, o Brasil atendeu &agrave; meta nacional de biodiversidade de n&uacute;mero 19, estabelecida pela Conven&ccedil;&atilde;o sobre Diversidade Biol&oacute;gica (CDB) e prevista para ser alcan&ccedil;ada at&eacute; 2017, no que se refere &agrave; compila&ccedil;&atilde;o completa dos registros j&aacute; existentes da fauna, flora e microbiota, aqu&aacute;ticas e terrestres. As informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o dispon&iacute;veis em uma&nbsp;<a href=\"http:\/\/fauna.jbrj.gov.br\/\">ferramenta online<\/a>&nbsp;com enfoque acad&ecirc;mico e que disp&otilde;e de uma &aacute;rea destinada &agrave; consulta p&uacute;blica.<\/p>\n<p>Nas fases subsequentes do projeto a serem desenvolvidas ao longo de 2016 e&nbsp;2017, a&nbsp;lista de esp&eacute;cies ser&aacute; revisada e ampliada com dados de distribui&ccedil;&atilde;o, h&aacute;bito de vida, ambiente, mapas e dados ecol&oacute;gicos para cada esp&eacute;cie.<\/p>\n<p>Confira o Cat&aacute;logo no site:&nbsp;<a href=\"http:\/\/fauna.jbrj.gov.br\/\">http:\/\/fauna.jbrj.gov.br\/<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reconhecido como um dos principais pesquisadores do pa&iacute;s quando o assunto &eacute; a ordem de insetos Orthoptera (popularmente conhecidos como grilos, gafanhotos, esperan&ccedil;as, paquinhas e man&eacute;s-magros), o professor da Universidade Federal do Rec&ocirc;ncavo da Bahia (UFRB), Marcos Lhano, coordenou o trabalho que resultou na identifica&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies conhecidas desse grupo taxon&ocirc;mico encontradas no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":25841,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-25842","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25842","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25842"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25842\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25841"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}