{"id":27178,"date":"2017-10-26T12:42:07","date_gmt":"2017-10-26T12:42:07","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2017\/10\/26\/pesquisadora-da-ufrb-lanca-site-filmografia-baiana-em-santo-amaro\/"},"modified":"2017-10-26T12:42:07","modified_gmt":"2017-10-26T12:42:07","slug":"pesquisadora-da-ufrb-lanca-site-filmografia-baiana-em-santo-amaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/pesquisadora-da-ufrb-lanca-site-filmografia-baiana-em-santo-amaro\/","title":{"rendered":"Pesquisadora da UFRB lan\u00e7a site Filmografia Baiana em Santo Amaro"},"content":{"rendered":"<p>A terceira fase do projeto \u201cFilmografia Baiana: Mem\u00f3ria Viva\u201d, que abrange pesquisa em produ\u00e7\u00e3o audiovisual no per\u00edodo de 2010 a 2017, vai ganhar um novo site. O lan\u00e7amento do site que, promove projeto de mapeamento e divulga\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o audiovisual do Estado, ser\u00e1 hoje (26), \u00e0s 19h, no Teatro Dona Can\u00f4, em Santo Amaro. O evento \u00e9 gratuito e aberto ao p\u00fablico que vai participar, tamb\u00e9m, da exibi\u00e7\u00e3o do filme baiano \u201cCaf\u00e9 com Canela\u201d, produ\u00e7\u00e3o rec\u00e9m-premiada no Festival de Bras\u00edlia do Cinema Brasileiro, produzido por alunos egressos do Curso de Cinema e Audiovisual da UFRB.<\/p>\n<p>O site \u00e9 parte dos esfor\u00e7os de pesquisa do grupo coordenado pela professora Laura Bezerra, do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT\/UFRB) e um dos meios de registro das produ\u00e7\u00f5es baianas, e mobilizador de outros espa\u00e7os para a divulga\u00e7\u00e3o, valoriza\u00e7\u00e3o e salvaguarda dessas produ\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>Nesta terceira etapa, foi realizada uma pesquisa espec\u00edfica para a produ\u00e7\u00e3o do Rec\u00f4ncavo da Bahia e para a videoarte no sentido de incentivar a promo\u00e7\u00e3o da diversidade dentro do pr\u00f3prio Estado da Bahia. Este processo de valoriza\u00e7\u00e3o regional tem efeitos no \u00e2mbito da dimens\u00e3o simb\u00f3lica e pol\u00edtica da cultura, mas tamb\u00e9m na sua dimens\u00e3o econ\u00f4mica.&nbsp;<\/p>\n<p>Contemplado pelo edital Setorial de Audiovisual, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, em 2016, o projeto \u201cFilmografia Baiana: Preservar, valorizar, difundir\u201d tem como objetivo catalogar e divulgar dados sobre a produ\u00e7\u00e3o audiovisual da Bahia. Desde o in\u00edcio da pesquisa, em 2008, foram catalogados mais de 2.000 filmes de curta e longa-metragens, v\u00eddeos e seriados de TV, de 1910 a 2017.<\/p>\n<p><strong>Projeto<\/strong><\/p>\n<p>O projeto \u201cFilmografia Baiana: Mem\u00f3ria Viva\u201d tem como objetivos principais pesquisar e divulgar informa\u00e7\u00f5es sobre a produ\u00e7\u00e3o audiovisual da Bahia desde os seus prim\u00f3rdios. Ao longo da pesquisa foram catalogados curtas e longas-metragens, independente do suporte, g\u00eanero, valor art\u00edstico ou comercial.<\/p>\n<p>Na primeira fase do projeto, aconteceu o mapeamento da filmografia baiana. Esse trabalho teve por objetivo apresentar uma vis\u00e3o geral sobre a produ\u00e7\u00e3o baiana de cinema e de v\u00eddeo. A prospec\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o audiovisual do Estado e o registro de informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre a maior quantidade poss\u00edvel de filmes produzidos na Bahia, eve como base o Banco de Dados da Filmografia Brasileira e do Centro de Documenta\u00e7\u00e3o e Pesquisa da Cinemateca Brasileira (SP); a literatura contempor\u00e2nea e hist\u00f3rica sobre o cinema baiano; informa\u00e7\u00f5es enviadas por produtoras e realizadores; e uma pesquisa sistem\u00e1tica em alguns Festivais e Mostras.<\/p>\n<p>Na segunda fase do projeto, a meta foi atualizar e aprofundar a pesquisa a partir de 1959, ano de estreia do longa-metragem \u201cReden\u00e7\u00e3o\u201d (dirigido por Roberto Pires). O recorte da pesquisa abrangeu filmes de longa-metragem realizados na Bahia entre 1959-2009; filmes baianos realizados em 35mm nos \u00faltimos 50 anos; e a produ\u00e7\u00e3o audiovisual baiana de 2005 a 2010 (independente de metragem e suporte).<\/p>\n<p>O grupo de pesquisa priorizou as fontes prim\u00e1rias, os filmes, encontrados no N\u00facleo de Mem\u00f3ria da Dimas (Diretoria de Audiovisual da Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia) e na Produtora Universit\u00e1ria de V\u00eddeo \u2013 ProV\u00eddeo da UESB (Universidade Estadual do Sudoeste Baiano).<\/p>\n<p><strong>Caf\u00e9 Com Canela<\/strong><\/p>\n<p>A obra \u201cCaf\u00e9 com Canela\u201d escolhida para ser exibida no lan\u00e7amento do site Filmografia Baiana possui um elenco de negros e tem como plano de fundo o Rec\u00f4ncavo e a beleza da Ba\u00eda de Todos os Santos. O filme acaba de receber tr\u00eas pr\u00eamios na&nbsp; 50\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival de Bras\u00edlia do Cinema Brasileiro: melhor longa-metragem (J\u00fari popular); melhor roteiro (Ary Rosa) e melhor atriz (Valdineia Soriano).<\/p>\n<p>O filme, produzido pela Rosza Filmes, sediada em S\u00e3o F\u00e9lix e dirigido por Glenda Nic\u00e1cio e Ary Rosa, formados pelo Curso de Cinema e Audiovisual da UFRB, traz para o cinema o protagonismo das mulheres negras. Duas mulheres, cada uma com seu modo de vida, vivem em cidades distintas, separadas por uma ponte e um rio. Quando elas se encontram, inicia-se um processo de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Lan\u00e7amento do site Filmografia Baiana<\/p>\n<p>Data: quinta, 26 de outubro<\/p>\n<p>Local: Teatro Dona Can\u00f4 \u2013 Santo Amaro<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: 19h<\/p>\n<p>Valor: Gratuito&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A terceira fase do projeto \u201cFilmografia Baiana: Mem\u00f3ria Viva\u201d, que abrange pesquisa em produ\u00e7\u00e3o audiovisual no per\u00edodo de 2010 a 2017, vai ganhar um novo site. O lan\u00e7amento do site que, promove projeto de mapeamento e divulga\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o audiovisual do Estado, ser\u00e1 hoje (26), \u00e0s 19h, no Teatro Dona Can\u00f4, em Santo Amaro. 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