{"id":28300,"date":"2019-03-22T14:16:16","date_gmt":"2019-03-22T14:16:16","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2019\/03\/22\/marcio-meirelles-recebe-titulo-de-doutor-honoris-causa-da-ufrb-e-faz-aula-magna-2019-1\/"},"modified":"2019-03-22T14:16:16","modified_gmt":"2019-03-22T14:16:16","slug":"marcio-meirelles-recebe-titulo-de-doutor-honoris-causa-da-ufrb-e-faz-aula-magna-2019-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/marcio-meirelles-recebe-titulo-de-doutor-honoris-causa-da-ufrb-e-faz-aula-magna-2019-1\/","title":{"rendered":"Marcio Meirelles recebe t\u00edtulo de Doutor Honoris Causa da UFRB e faz aula magna"},"content":{"rendered":"<p>O ex-secret\u00e1rio estadual de Cultura da Bahia e diretor teatral Marcio Meirelles, 64 anos, ser\u00e1 agraciado com o t\u00edtulo de Doutor Honoris Causa, concedido pelo Conselho Universit\u00e1rio da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB), em sess\u00e3o solene marcada para a pr\u00f3xima quinta-feira, dia 28, \u00e0s 9h, no Audit\u00f3rio da Biblioteca, Campus Cruz das Almas.<\/p>\n<p>Meirelles \u00e9 a terceira personalidade de relevantes servi\u00e7os prestados \u00e0 sociedade que receber\u00e1 a honraria, concedida pela UFRB. A proposta de homenagem partiu do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologia Aplicada (CECULT) e reconhece seu trabalho em mais de quarenta anos de atua\u00e7\u00e3o ininterrupta na Cultura e nas Artes, especialmente nas Artes Pl\u00e1sticas e as Artes C\u00eanicas, al\u00e9m da gest\u00e3o cultural.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a sess\u00e3o solene, Meirelles far\u00e1 a Aula Magna de abertura do semestre letivo de 2019.1, no mesmo local da homenagem. A Aula Magna ser\u00e1 sobre \u201cA arte e seus tempos\u201d.<\/p>\n<\/p>\n<p>Marcio Meirelles \u00e9 diretor de teatro, autor, cen\u00f3grafo, figurinista, iluminador e gestor p\u00fablico. Em 1990, criou o Bando de Teatro Olodum, antes ligado ao tradicional grupo de m\u00fasica de Salvador, mas independente a partir de 1994; revitalizou o <a href=\"http:\/\/www.teatrovilavelha.com.br\/site\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Teatro Vila Velha<\/a> com o trabalho no bando, formado apenas por atores negros. \u00c9 autor do texto e da encena\u00e7\u00e3o no teatro de \u201c\u00d3 Pa\u00ed \u00d3\u201d, que revelou o ator L\u00e1zaro Ramos, depois se tornaria filme financiado pela Globo Filmes, em 2007 e virou s\u00e9rie de televis\u00e3o na Rede Globo, com duas temporadas, uma em 2008\/2009 e a outra em 2010.<\/p>\n<p>Ele dirigiu diversos espet\u00e1culos de m\u00fasica, de artistas como Tom Z\u00e9, Caetano Veloso, Daniela Mercury, Margareth Menezes, entre outros. Foi diretor do Teatro Castro Alves durante o governo de Waldir Pires (1987-1991) e secret\u00e1rio de Cultura do estado da Bahia, na primeira gest\u00e3o de Jacques Wagner (2007-2010).<\/p>\n<p><strong>Honoris Causa<\/strong><\/p>\n<p>Segundo a Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 06\/2001, do CONSUNI, o t\u00edtulo de Doutor Honoris Causa \u00e9 concedido \u201ca personalidades eminentes, nacionais ou estrangeiras, n\u00e3o pertencentes ao quadro de servidores efetivos da UFRB, que se tenham distinguido pelo saber e\/ou pela atua\u00e7\u00e3o em prol das Ci\u00eancias, das Artes, da Filosofia, das Letras, das Culturas, do desenvolvimento e entendimento dos povos, cuja contribui\u00e7\u00e3o seja ou tenha sido de alta relev\u00e2ncia para o Pa\u00eds ou para Humanidade\u201d.<\/p>\n<p>Em defesa da concess\u00e3o do T\u00edtulo de Doutor Honoris Causa a Marcio Meirelles, o CECULT explica que ele exerceu as fun\u00e7\u00f5es de pesquisa, forma\u00e7\u00e3o, ensino, extens\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o \u2013 todas elas caracter\u00edsticas das atividades de um Professor Doutor.<\/p>\n<p>Esse trabalhou de Mereilles resultou em produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica, t\u00e9cnica, acad\u00eamica e administrativa, reconhecida na Bahia, no Brasil e em v\u00e1rios pa\u00edses, que o tornaram refer\u00eancia na sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, influenciando artistas, estudantes, profissionais e amadores, a partir de uma busca de inspira\u00e7\u00e3o sem preconceitos, percorrendo desde os caminhos dos grandes autores cl\u00e1ssicos da dramaturgia e da literatura universal aos an\u00f4nimos contribuintes dos saberes populares, realizando com isso uma contribui\u00e7\u00e3o \u00edmpar para a cultura brasileira.<\/p>\n<p>No teatro amador universit\u00e1rio, Meirelles produziu um trabalho de pesquisa exaustivo e ambicioso, com pr\u00e1ticas de forma\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o de conhecimento, que influenciariam gera\u00e7\u00f5es de artistas, professores, intelectuais e gestores privados e p\u00fablicos na \u00e1rea da economia da cultura, gest\u00e3o cultural e pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Em sua trajet\u00f3ria, enquanto assumia e abandonava os cursos de Arquitetura e Artes Pl\u00e1sticas na Universidade Federal da Bahia, Marcio Meirelles teve sua estr\u00e9ia profissional como diretor de teatro, em 1976, com a pe\u00e7a <em>Rapunzel<\/em>, baseada no conto de fadas dos Irm\u00e3os Grimm, um espet\u00e1culo infantil com ambi\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas e conte\u00fado que tamb\u00e9m interessavam aos adultos.<\/p>\n<p>{youtube}vrGIcapLhrU{\/youtube}<\/p>\n<p>Esse espet\u00e1culo tamb\u00e9m marcou a estr\u00e9ia do Grupo de Teatro Avel\u00e3z &amp; Avestruz, criado por ele e que contou, desde a sua forma\u00e7\u00e3o, com novos talentos como Maria Eugenia Millet, Fernando Fulco e Hebe Alves, que, em poucos anos se tornariam alguns dos autores mais importantes do teatro baiano, influenciando as novas gera\u00e7\u00f5es, ou, como no caso de Hebe Alves, se tornando professora de Dic\u00e7\u00e3o da Escola de Teatro da UFBA, uma das maiores especialistas na \u00e1rea.&nbsp;&#8220;Era um teatro coletivo, era diferente do que acontecia na \u00e9poca no teatro da Bahia que ou era teatro amador, ou empresarial, ou produ\u00e7\u00e3o da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), recorda Meirelles.<\/p>\n<p>Catapultado pelo sucesso art\u00edstico com o grupo pelas suas apresenta\u00e7\u00f5es na Bahia, S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, entre outros estados, Meirelles foi convidado \u2013 e aceitou \u2013 ingressar no I Curso Livre de Teatro, do Teatro Castro Alves, onde desenvolveu nos tr\u00eas primeiros anos, trabalhos de cen\u00e1rio, figurino e programa (como designer) do espet\u00e1culo <em>Apesar de tudo a terra se move<\/em>, de Bertolt Brecht, seguindo de cen\u00e1rio, figurino e maquiagem de <em>A terceira margem<\/em>, adaptado de Guimar\u00e3es Rosa; e cen\u00e1rio, figurino e cartaz (designer) de <em>Ubu Rei \u2013 Efem\u00e9rides Pataf\u00edsicas<\/em>, de Alfred Jarry, todos dirigidos por Paulo Dourado, al\u00e9m de <em>Decamer\u00e3o<\/em>, baseado em Bocaccio, dirigido por Luiz Marfuz, onde ele fez a ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1982, Meirelles funda A F\u00e1brica, um espa\u00e7o cultural e de forma\u00e7\u00e3o com cursos de cen\u00e1rio, figurino, interpreta\u00e7\u00e3o de atores, entre outros. Essa experi\u00eancia lhe projeta para outros espa\u00e7os, como a chefia dos n\u00facleos de cenografia, figurino e dire\u00e7\u00e3o de elenco da TV Educativa, que desenvolve nos anos de 1985 e 1986.<\/p>\n<p>Paralelamente desenvolve o Projeto Teatro para a Funda\u00e7\u00e3o Greg\u00f3rio de Mattos, com o qual montou o espet\u00e1culo Greg\u00f3rio de Mattos de Guerras, sua primeira e profunda incurs\u00e3o na hist\u00f3ria e na identidade cultural da Bahia.<\/p>\n<p><strong>TCA<\/strong><\/p>\n<p>Em 1987 assumiu a dire\u00e7\u00e3o do Teatro Castro Alves \u2013 onde ficaria at\u00e9 1990. Sua pr\u00f3xima experi\u00eancia foi a cria\u00e7\u00e3o do Bando de Teatro Olodum, respaldado pelo bloco afro Olodum e pela necessidade que sentia de a\u00e7\u00f5es afirmativas da negritude baiana.<\/p>\n<p>O grupo vai se projetar nacional e internacionalmente com as montagens <em>Essa \u00e9 Nossa Praia<\/em>, <em>\u00d3 Pai \u00d3<\/em> e de <em>Bai Bai Pel\u00f4<\/em>, dirigidas por Meirelles, e que encontra no mercado brasileiro de cinema e televis\u00e3o sua amplia\u00e7\u00e3o para as grandes massas, ultrapassando os limites das artes c\u00eanicas baianas. A repercuss\u00e3o desses trabalhos deveu-se al\u00e9m do talento de seu diretor e atores; desde o in\u00edcio sempre esteve relacionado a uma express\u00e3o caracter\u00edstica vis\u00edvel em cada produto: uma espontaneidade contagiante associada a uma consist\u00eancia hist\u00f3rica e discurso ideol\u00f3gico muito s\u00f3lido.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-28299\" src=\"http:\/\/ufrb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/opaio-228.png\" alt=\"Atores Elane Nascimento e Jorge Washington em cena do espet\u00e1culo \u00d3 Pa\u00ed, \u00d3!. Foto: Joa\u0303o Meirelles\" title=\"Atores Elane Nascimento e Jorge Washington em cena do espet\u00e1culo \u00d3 Pa\u00ed, \u00d3!. Foto: Joa\u0303o Meirelles\" width=\"746\" height=\"392\" srcset=\"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2019\/03\/opaio-228.png 746w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2019\/03\/opaio-228-300x158.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px\" \/><figcaption>Atores Elane Nascimento e Jorge Washington no espet\u00e1culo \u00d3 Pa\u00ed, \u00d3!. Foto: Joa\u0303o Meirelles.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ao lado de Werner Herzog \u2013 um dos mais importantes cineastas alem\u00e3es \u2013 Meirelles dirigiu o espet\u00e1culo <em>Floresta Amaz\u00f4nica em Sonho de um Noite de Ver\u00e3o<\/em>, adapta\u00e7\u00e3o de texto de Shakespeare, montada no Rio de Janeiro, por ocasi\u00e3o da ECO 92 \u2013 a maior reuni\u00e3o de pa\u00edses para discutirem solu\u00e7\u00f5es globais para quest\u00f5es clim\u00e1ticas da terra. Em 1995, escreveu \u2013 em parceria com Aninha Franco e Bando de Teatro Olodum \u2013 e criou cen\u00e1rio e figurino do espet\u00e1culo <em>Zumbi<\/em>, montado em Londres, pelo Black Theater Co-op, com elenco local.<\/p>\n<p><strong>Processo de forma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Meirelles escreveu dezenas de artigos em revistas acad\u00eamicas e art\u00edsticas no Brasil e no exterior, assim como artigos e ensaios publicados em jornais de circula\u00e7\u00e3o nacional, proferiu palestras em dezenas de eventos acad\u00eamicos e art\u00edsticos no Brasil e em diversos pa\u00edses.<\/p>\n<p>Em paralelo, continuava seu pr\u00f3prio processo de forma\u00e7\u00e3o, fazendo resid\u00eancia art\u00edstica nos Estados Unidos (1983); Bolsa CAPES\/Fullbright de aperfei\u00e7oamento em Artes, com est\u00e1gio na Circle repertory Company, em Nova York (1986), visita de interc\u00e2mbio na Alemanha, a convite do Instituto Goethe e da Casa das Culturas dos Mundos (Berlim), em 1990.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi convidado para o programa Exploring Roots, do London International Festival of Theatre (LIFT); em 1993, deu palestra no evento Daily Dialogues \u2013 Black to Brazil e participou do Business Art F\u00f3rum, ambos no London Internacional Festival of Theatre (LIFT); em 1995, novamente palestra no Daily Dialogues e ministrou um workshop no Shared Values; al\u00e9m de coordenar o encerramento do festival com Carnaval, um desfile percussivo coreogr\u00e1fico, do London Internacional Festival of Theatre, em 1996.<\/p>\n<p>Entre 1994 e 1999, assumiu a coordena\u00e7\u00e3o do Projeto Novo Vila, que incluiu a dinamiza\u00e7\u00e3o do hist\u00f3rico teatro Vila Velha, criado pelo Teatro dos Novos, em 1964. Sua experi\u00eancia na \u00e1rea fez ressurgir um dos teatros mais produtivos do Brasil, servindo como usina de cria\u00e7\u00e3o e palco de espet\u00e1culos de teatro, dan\u00e7a, m\u00fasica, performance, envolvendo artistas de variadas trupes, funcionando ainda com grupos residentes est\u00e1veis que participam do conselho gestor e da administra\u00e7\u00e3o do reatro.<\/p>\n<p>Entre 1999 e 2000, Meirelles foi coordenador do projeto de interc\u00e2mbio entre pa\u00edses lus\u00f3fonos em Viagem ao centro do c\u00edrculo, onde coordenou oficinas em Mindelo (Cabo Verde), Luanda (Angola), Coimbra (Portugal) e Salvador (Brasil).<\/p>\n<p><strong>Atividades atuais<\/strong><\/p>\n<p>Entre as atividades atuais, o artista baiano Meirelles desenvolve o projeto experimental da Universidade Livre do Teatro Vila Velha, coroando quase cinquenta anos de dedica\u00e7\u00e3o \u00e0s artes e \u00e0 cultura.<\/p>\n<p>Os conselheiros do CONSUNI, em sess\u00e3o extraordin\u00e1ria realizada no dia 07 de dezembro passado, aprovaram o parecer de concess\u00e3o do t\u00edtulo de Doutor Honoris Causa a Marcio Meirelles.<\/p>\n<p>Com informa\u00e7\u00f5es complementares do perfil de Meirelles veiculadas no site&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.producaoculturalba.net\/?portfolio=marcio-meirelles\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gest\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o Cultural na Bahia<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ex-secret\u00e1rio estadual de Cultura da Bahia e diretor teatral Marcio Meirelles, 64 anos, ser\u00e1 agraciado com o t\u00edtulo de Doutor Honoris Causa, concedido pelo Conselho Universit\u00e1rio da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB), em sess\u00e3o solene marcada para a pr\u00f3xima quinta-feira, dia 28, \u00e0s 9h, no Audit\u00f3rio da Biblioteca, Campus Cruz das Almas. 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