{"id":28481,"date":"2019-05-16T17:19:59","date_gmt":"2019-05-16T17:19:59","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2019\/05\/16\/edufrb-lanca-e-books-desestrangeirizar-a-lingua-inglesa-e-estudos-inquisitoriais\/"},"modified":"2019-05-16T17:19:59","modified_gmt":"2019-05-16T17:19:59","slug":"edufrb-lanca-e-books-desestrangeirizar-a-lingua-inglesa-e-estudos-inquisitoriais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/edufrb-lanca-e-books-desestrangeirizar-a-lingua-inglesa-e-estudos-inquisitoriais\/","title":{"rendered":"EDUFRB lan\u00e7a e-books Desestrangeirizar a l\u00edngua inglesa e Estudos inquisitoriais"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-28480\" src=\"http:\/\/ufrb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/ebooks-noticia-2-0ef.png\" alt=\"\" align=\"right\" width=\"800\" height=\"800\" srcset=\"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2019\/05\/ebooks-noticia-2-0ef.png 800w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2019\/05\/ebooks-noticia-2-0ef-300x300.png 300w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2019\/05\/ebooks-noticia-2-0ef-150x150.png 150w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2019\/05\/ebooks-noticia-2-0ef-768x768.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<p>A Editora da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (EDUFRB) publicou os livros digitais <em>Desestrangeirizar a l\u00edngua inglesa<\/em> e <em>Estudos inquisitoriais<\/em>,&nbsp;de autoria de professores e pesquisadores da UFRB e de institui\u00e7\u00f5es parceiras.&nbsp;Os e-books encontram-se dispon\u00edveis, gratuitamente, para baixar no&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ufrb.edu.br\/editora\/titulos-publicados\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">site da EDUFRB<\/a>.<\/p>\n<p>O livro <em>Desestrangeirizar a l\u00edngua inglesa<\/em>: um esbo\u00e7o da pol\u00edtica ling\u00fc\u00edstica (2019) \u00e9 de autoria do professor de L\u00edngua Inglesa do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT), Fl\u00e1vius Almeida dos Anjos.<\/p>\n<p>Com 120 p\u00e1ginas, o livro busca pensar alternativas \u201cque visem a beneficiar aprendizes de l\u00ednguas \u201cestrangeiras\u201d \u00e9 tamb\u00e9m um meio de se promover a inclus\u00e3o deles no processo de aprendizagem, mas, consequentemente, no cen\u00e1rio contempor\u00e2neo\u201d, informa Fl\u00e1vius.<\/p>\n<p>Para o autor, muito se fala no mundo globalizado e da necessidade de se aprender outras l\u00ednguas para acessar este mundo e no caso do Brasil, onde se ocupa ainda uma posi\u00e7\u00e3o nada agrad\u00e1vel no tocante ao dom\u00ednio da l\u00edngua inglesa, baseados em dados divulgados pela <em>Education First<\/em>.<\/p>\n<p>Segundo Fl\u00e1vius, essa institui\u00e7\u00e3o realizou teste de profici\u00eancia em 70 pa\u00edses, com 910 mil adultos, os quais n\u00e3o tinham o ingl\u00eas como primeira l\u00edngua. No bojo da avalia\u00e7\u00e3o foram examinados conhecimentos gramaticais, lexicais, de leitura e compreens\u00e3o.<\/p>\n<p>Os resultados apontaram que o Brasil est\u00e1 na 41\u00aa posi\u00e7\u00e3o entre os 70 pa\u00edses. No Brasil apenas 5% da popula\u00e7\u00e3o brasileira fala ingl\u00eas, e desses, apenas 3% s\u00e3o fluentes.<\/p>\n<p>Para ele, tais dados tamb\u00e9m parecem ser reflexo da fragilidade do ensino das l\u00ednguas \u201cestrangeiras\u201d na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, que ainda est\u00e1 \u00e0 merc\u00ea de planejamento e pol\u00edticas lingu\u00edsticas fr\u00e1geis, que ignoram a necessidade de amplia\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria, de recursos did\u00e1ticos\/ tecnol\u00f3gicos, o n\u00famero excessivo de alunos por turma e a elabora\u00e7\u00e3o de livros did\u00e1ticos mais coerentes com as necessidades dos brasileiros.<\/p>\n<p>O autor pesquisou que no caso espec\u00edfico da l\u00edngua inglesa, no Brasil passa-se em m\u00e9dia 7 anos estudando o idioma na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e, ainda assim, a maioria dos brasileiros deixa esse n\u00edvel de educa\u00e7\u00e3o com pouca ou nenhuma habilidade nessa l\u00edngua.<\/p>\n<p>Fl\u00e1vius entende que \u00e9 coerente o repensar das pol\u00edticas lingu\u00edsticas para o ensino da l\u00edngua inglesa no Brasil. \u201cPor isso \u00e9 preciso repensar as pr\u00e1ticas, os materiais, os livros did\u00e1ticos, as abordagens etc. Nessa linha de racioc\u00ednio, \u00e9 evidente tamb\u00e9m que o ensino tradicional da l\u00edngua inglesa ainda foca no falante nativo, fomentando a ideia equivocada de que os falantes das culturas hegem\u00f4nicas s\u00e3o os detentores dessa l\u00edngua, focando, inclusive, de maneira exclusiva, na cultura nativa e nos conceitos do ingl\u00eas padr\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Desestrangeirizar a l\u00edngua inglesa: um esbo\u00e7o da pol\u00edtica lingu\u00edstica apresenta argumentos sobre a necessidade de pensar o ensino da l\u00edngua inglesa como uma quest\u00e3o de ordem pol\u00edtica, sinalizando a imprescindibilidade de mudan\u00e7as de abordagem de ensino\/aprendizagem dessa l\u00edngua.<\/p>\n<p><strong>O autor<\/strong><\/p>\n<p>Fl\u00e1vius Almeida dos Anjos graduou-se em Letras com L\u00edngua Estrangeira (Portugu\u00eas-Ingl\u00eas) e respectivas literaturas (UEFS), especialista em estudos lingu\u00edsticos e liter\u00e1rios (UFBA), mestre em L\u00edngua e Cultura (UFBA) e doutor em L\u00edngua e Cultura (UFBA). Coordenador do Programa de Extens\u00e3o em L\u00edngua Inglesa (PROELI), da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB). Tem interesse especial no ensino de conversa\u00e7\u00e3o em l\u00edngua inglesa, pedagogia cr\u00edtica aplicada ao ensino de l\u00ednguas, o ensino de ingl\u00eas como l\u00edngua franca global, leitura, interpreta\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de textos em l\u00edngua inglesa e materna, o ensino de l\u00ednguas na perspectiva do letramento, elabora\u00e7\u00e3o de materiais para o ensino de ingl\u00eas, ensino de l\u00ednguas na perspectiva intercultural e da abordagem CLIL \u2013 Content and Language Integrated Learning, Sociolingu\u00edstica da L\u00edngua Inglesa, identidade, ideologia, descoloniza\u00e7\u00e3o e desestrangeiriza\u00e7\u00e3o da l\u00edngua inglesa.<\/p>\n<p><strong>Estudos inquisitoriais<\/strong><\/p>\n<p>Organizado pelos pesquisadores Marco Ant\u00f4nio Nunes da Silva e Suzana Maria de Sousa Santos Severs, os textos reunidos no livro em formato f\u00edsico e digital s\u00e3o fruto do&nbsp;I Simp\u00f3sio Internacional de Estudos Inquisitoriais, que pautou suas discuss\u00f5es sobre hist\u00f3ria e historiografia do tribunal inquisitorial moderno, reunindo em Salvador (BA), especialistas de diversas partes do mundo.<\/p>\n<p>O livro Estudos inquisitoriais cont\u00e9m 446 p\u00e1ginas \u00e9 a primeira de tr\u00eas volumes previamente programados.<\/p>\n<p>Embora seja o resultado de trabalhos acad\u00eamicos, os textos reunidos na obra apresentam abordagens em linguagem acess\u00edvel, e s\u00e3o dirigidas aos leitores interessados na diversidade da hist\u00f3ria, e a um campo mais particular: a a\u00e7\u00e3o do Santo Of\u00edcio sobre corpos e mentes.<\/p>\n<p>O livro foi escrito a partir de artigos cient\u00edficos de pesquisadores da \u00e1rea, como o professor doutor em Hist\u00f3ria, Alex Silva Monteiro (UFF); a doutoranda na&nbsp;Universiteit van Amsterdam (Pa\u00edses Baixos), Ana Margarida Santos Pereira; o professor doutor Angelo Adriano Faria de Assis (UFF); a fundadora e presidente do Museu da Toler\u00e2ncia de S\u00e3o Paulo, Anita Novinsky, professora livre docente de Hist\u00f3ria do Brasil na USP; o diretor da C\u00e1tedra de estudos Sefarditas Alberto Benveniste, Ant\u00f3nio Augusto Marques de Almeida; o professor doutor Carlos Andr\u00e9 Cavalcanti (UFPB); a professora da Universidade Estadual de Feira de Santana Elizete da Silva; e a professora catedr\u00e1tica aposentada do Departamento de Hist\u00f3ria da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Elvira Me\u00e3.<\/p>\n<p>Outros autores do livro s\u00e3o o professor Em\u00e3nuel Luiz Souza e Silva; a professora doutora Eneida Beraldi Ribeiro (USP); pesquisador visitante e escritor, James W. Nelson Novoa, a professora Lana Lage da Gama Lima, doutora pela USP; a professora doutora Lina Gorenstein (USP); a professora Marcia Eliane Alves de Souza e Mello (UFAM); o professor Marcos Silva (UFS); a mestre Maria Olindina Andrade de Oliveira; a doutora em Hist\u00f3ria, Patricia Souza de Faria (UFF); o ex-professor Rog\u00e9rio Ribas (in memoriam)(UFF); o professor doutor Ronaldo Vainfas (UFF), a professora Sonia Siqueira (USP); o professor e escritor Yllan de Mattos (UNESP) e o doutorando&nbsp;Z\u00f3zimo Trabuco (UFRJ).<\/p>\n<p>Acesse:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrb.edu.br\/editora\/titulos-publicados\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Desentrangeirizar a l\u00edngua inglesa: um esbo\u00e7o da pol\u00edtica lingu\u00edstica.<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ufrb.edu.br\/editora\/titulos-publicados\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Estudos&nbsp; inquisitoriais: hist\u00f3ria e historiografia.<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Editora da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (EDUFRB) publicou os livros digitais Desestrangeirizar a l\u00edngua inglesa e Estudos inquisitoriais,&nbsp;de autoria de professores e pesquisadores da UFRB e de institui\u00e7\u00f5es parceiras.&nbsp;Os e-books encontram-se dispon\u00edveis, gratuitamente, para baixar no&nbsp;site da EDUFRB. 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