{"id":31782,"date":"2023-04-27T14:43:06","date_gmt":"2023-04-27T14:43:06","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2023\/04\/27\/pesquisadoras-da-ufrb-divulgam-livro-eletronico-o-que-a-covid-19-nos-ensina\/"},"modified":"2023-04-27T14:43:06","modified_gmt":"2023-04-27T14:43:06","slug":"pesquisadoras-da-ufrb-divulgam-livro-eletronico-o-que-a-covid-19-nos-ensina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/pesquisadoras-da-ufrb-divulgam-livro-eletronico-o-que-a-covid-19-nos-ensina\/","title":{"rendered":"Pesquisadoras da UFRB divulgam livro eletr\u00f4nico &#8216;O que a COVID-19 nos ensina?!&#8217;\u00a0"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-31781\" src=\"http:\/\/ufrb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/covid-feed-a6f.jpg\" alt=\"\" width=\"816\" height=\"1056\" srcset=\"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/04\/covid-feed-a6f.jpg 816w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/04\/covid-feed-a6f-232x300.jpg 232w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/04\/covid-feed-a6f-791x1024.jpg 791w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/04\/covid-feed-a6f-768x994.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 816px) 100vw, 816px\" \/><\/p>\n<p>O livro eletr\u00f4nico &#8216;O que a COVID-19 nos ensina?: estudos biopsicossociais&#8217; (Rio de Janeiro, RJ: Autografia, 2023), organizado pelas professoras e pesquisadoras Ana Lucia Barreto da Fonseca (UFRB), Dalila Castelliano de Vasconcelos (UFCG) e Lucivanda Cavalcante Borges de Sousa (UNIVASF), discute temas, entre eles, desenvolvimento-aprendizagem, parentalidade, cogni\u00e7\u00e3o, atua\u00e7\u00e3o do psic\u00f3logo; e processos de sa\u00fade e doen\u00e7a ocorridos durante a pandemia de COVID-19.&nbsp;<\/p>\n<p>A COVID-19 teve impacto negativo nas \u00e1reas de sa\u00fade p\u00fablica, economia, cultura, educa\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia social, no mundo. O Brasil registrou milh\u00f5es de casos e mais de 699 mil mortes oficiais, ficando entre os pa\u00edses com maior n\u00famero de perdas de vidas humanas, pela doen\u00e7a. Al\u00e9m disso, a pandemia teve e tem afetado a vida social e mental das pessoas, notadamente das classes sociais menos favorecidas economicamente.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O isolamento social prolongado, as desigualdades sociais e regionais, especialmente em \u00e1reas mais remotas e em comunidades de baixa renda, e as restri\u00e7\u00f5es de contato f\u00edsico entre familiares, amigos e a sociedade levaram ao aumento de problemas de sa\u00fade mental &#8211; como ansiedade e depress\u00e3o &#8211; e d\u00e9ficit e atraso no aprendizado dos estudantes.&nbsp;<\/p>\n<p>Pesquisa recente publicada pela revista <em>The Lancet Psychiatry<\/em> a partir de uma amostra de 236 mil sobreviventes, registra que 1 a cada 3 pessoas recebeu diagn\u00f3stico de dist\u00farbios neurol\u00f3gicos ou psiqui\u00e1tricos, indicando que as doen\u00e7as cerebrais e os transtornos psiqui\u00e1tricos s\u00e3o mais comuns ap\u00f3s infec\u00e7\u00e3o por COVID-19, do que ap\u00f3s uma gripe ou outras infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias, e se tornam mais graves e frequentes entre pacientes que enfrentaram as formas graves da doen\u00e7a. O pa\u00eds continua enfrentando um longo caminho para lidar com as consequ\u00eancias da pandemia e se recuperar totalmente dela.&nbsp;<\/p>\n<p>O livro digital, ora lan\u00e7ado, reflete sobre o que ficou de ensinamento sobre as consequ\u00eancias da doen\u00e7a.&nbsp; Dividido em duas partes, Desenvolvimento humano e aprendizagem na pandemia da Covid-19; e Sa\u00fade mental durante a pandemia da Covid-19: an\u00e1lise a partir de diferentes contextos, as\/os pesquisadoras\/es buscaram entender, apropriar e descrever os fen\u00f4menos que permearam o cotidiano das pessoas durante o per\u00edodo da pandemia do novo coronav\u00edrus.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O trio de pesquisadoras Ana Fonseca, Dalila Vasconcelos e Lucivanda Sousa, organizou um resumo de estudos, divididos em treze cap\u00edtulos, envolvendo pesquisas emp\u00edricas, relatos de experi\u00eancias e revis\u00e3o de literatura. &nbsp;<\/p>\n<p>O e-book teve a contribui\u00e7\u00e3o de 44 pesquisadoras\/es nacionais, notadamente do&nbsp;N\u00facleo de Comportamento, Desenvolvimento e Cultura (NCDC\/UFRB), do Laborat\u00f3rio de Estudos em Desenvolvimento Infantil e Processos Psicossociais (LEDIPPSI\/UNIVASF) e da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Universidade Federal de Campina Grande, em parceria com pesquisadores de outras institui\u00e7\u00f5es, dentre elas, UFPB, UFC, Unifesspa e UnB.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de pesquisadoras ligadas a UFRB corresponde aos cap\u00edtulos 2, 4, 5, 10, 11 e 12 do livro digital.&nbsp;No cap\u00edtulo 2, \u201cA parentalidade na rela\u00e7\u00e3o com adolescentes durante a pandemia de Covid-19&#8243;, as pesquisadoras Lucivanda Cavalcante Borges de Sousa, Ana L\u00facia Barreto da Fonseca, Mar\u00edlia Fonseca da Silva, Iasmim Oliveira Nascimento e Marya Klara Rodrigues Constantino descreveram parte das altera\u00e7\u00f5es na din\u00e2mica familiar devido os impactos da pandemia, notadamente, na parentalidade com filhos adolescentes no contexto brasileiro.&nbsp;<\/p>\n<p>Pela amostra levantada, os dados remontam \u00e0s pr\u00e1ticas parentais tradicionais, em que as mulheres\/m\u00e3es s\u00e3o os sujeitos implicados mais diretamente no exerc\u00edcio da parentalidade. \u201cEsse fator tem acentuado o adoecimento f\u00edsico e mental no g\u00eanero feminino e, devido \u00e0 pandemia, tornou-se mais efetivo\u201d.&nbsp; Outro aspecto levantado pelo estudo est\u00e1 diretamente vinculado \u00e0s pr\u00e1ticas parentais indutivas e coercitivas, que denunciam as dist\u00e2ncias socioecon\u00f4micas e educacionais dos participantes e podem apontar a perspectiva de que estados estressores aumentam as chances de pr\u00e1ticas coercitivas dirigidas \u00e0s crian\u00e7as e aos adolescentes.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>As pesquisadoras Victoria Giulia Soares Locce da Silva, Ivana Karolina Sousa Santos, Juliana Gon\u00e7alves Dias, Marla Niag dos Santos Rocha, Sibele de Oliveira Tozetto e Ana Lucia Barreto da Fonseca produziram o quarto cap\u00edtulo, \u201cUso de lives no Instagram como recurso para promo\u00e7\u00e3o do aleitamento materno: um relato de experi\u00eancia\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>O cap\u00edtulo \u00e9 um relato de experi\u00eancias de campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o para incentivo \u00e0 amamenta\u00e7\u00e3o durante o \u201cAgosto Dourado\u201d, realizada em 2021, utilizando a rede social como plataforma de comunica\u00e7\u00e3o.&nbsp; As atividades online foram propostas pela Liga Acad\u00eamica de Ginecologia e Obstetr\u00edcia do Rec\u00f4ncavo da Bahia (LAGORB), considerando que o aleitamento materno se insere na rela\u00e7\u00e3o materno-infantil como \u201cimportante processo de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculo, contribuindo para a forma\u00e7\u00e3o dos aspectos psicoemocionais da crian\u00e7a\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>As tr\u00eas transmiss\u00f5es online pela conta LAGORB no Instagram, destacaram: \u201cAleitamento materno: aspectos gerais e a import\u00e2ncia do colostro\u201d; \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o alimentar e amamenta\u00e7\u00e3o como aliadas\u201d e \u201cFatores emocionais relacionados ao aleitamento materno\u201d. As lives, com uma hora de dura\u00e7\u00e3o, em m\u00e9dia, aproximaram os internautas de lugares distintos do Pa\u00eds e de diferentes perfis, para entender a import\u00e2ncia da pr\u00e1tica e do incentivo ao aleitamento materno. As lives abriram espa\u00e7o para reflex\u00f5es, d\u00favidas e outras quest\u00f5es para a participa\u00e7\u00e3o das pessoas presentes virtualmente.&nbsp; As d\u00favidas presentes em meio \u00e0 popula\u00e7\u00e3o despertam inseguran\u00e7as sobre a import\u00e2ncia fisiol\u00f3gica, psicoemocional e nutricional da amamenta\u00e7\u00e3o, impactando negativamente sobre sua pr\u00e1tica.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O cap\u00edtulo 5, Percep\u00e7\u00e3o das gestantes sobre sa\u00fade bucal: um estudo descritivo, produzido pelas pesquisadoras Ana Patr\u00edcia S. Ara\u00fajo (UEFS), Amanda Oliveira Lyrio (UNB),&nbsp; Ana Lucia Barreto da Fonseca (UFRB), Ana Claudia M. Godoy Figueiredo (UFRB), Drielly Andrade (UFRB) e Simone Seixas da Cruz (UFRB); e o pesquisador Adan Ara\u00fajo Marques (UFRB), buscou ampliar o conhecimento sobre a autopercep\u00e7\u00e3o, no dimensionamento da sa\u00fade bucal em gestantes, e os que discutem a sua rela\u00e7\u00e3o com planejamento de pol\u00edticas p\u00fablicas como usu\u00e1rias de Unidades de Sa\u00fade da Fam\u00edlia, no munic\u00edpio de Juazeiro (BA).&nbsp;<\/p>\n<p>A pesquisa ressalta \u201cdiversos aspectos da autopercep\u00e7\u00e3o de sa\u00fade bucal, que, para al\u00e9m de refletir a experi\u00eancia subjetiva das gestantes, funcional e psicologicamente, est\u00e1 relacionada com quest\u00f5es sociais e \u00e9tnico\/culturais, assim como de acesso aos servi\u00e7os odontol\u00f3gicos\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>O trabalho destaca-se por poder contribuir para o empoderamento das mulheres, na medida em que investiga, discute e d\u00e1 visibilidade a um tema ainda pouco estudado, especialmente em sa\u00fade bucal.&nbsp;<\/p>\n<p>Na segunda parte do e-book, no cap\u00edtulo 10 \u201cReflex\u00f5es sobre as rela\u00e7\u00f5es interpessoais online em per\u00edodo de pandemia da COVID-19&#8243;, escrito pela professora e pesquisadora da UFRB, Ana Lucia Barreto da Fonseca, em parceria com a professora Maria do Socorro Sales Mariano (Unifesspa) e o estudante de gradua\u00e7\u00e3o Gabriel Barbosa Sardinha, do curso de Psicologia (Unifesspa) buscou entender e discutir os usos das ferramentas cibern\u00e9ticas, por longo tempo, e em muitas e variadas circunst\u00e2ncias, devido ao processo de distanciamento social exigido pelas orienta\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias para o controle da prolifera\u00e7\u00e3o da COVID-19.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o podemos deixar de fora que as experi\u00eancias na rede s\u00e3o muito particulares, resultando de como o indiv\u00edduo lida com esse mundo e das ferramentas que t\u00eam dispon\u00edveis\u201d, descrevem os autores. Para os autores, as mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas n\u00e3o s\u00e3o simplesmente adicionais ou complementares, vieram para ficar.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;O cap\u00edtulo 11, \u201cPandemia da COVID-19 e as mulheres mais velhas: trabalho de reprodu\u00e7\u00e3o social e eventos estressantes\u201d foi escrito conjuntamente pelas professoras da UFRB, D\u00f3ris Firmino Rabelo e Rocha Simone Seixas da Cruz, em parceria com a pesquisadora D\u00f3ris Firmino Rabelo (UFC) e demonstra que as trajet\u00f3rias de vida de mulheres foram mais afetadas durante o per\u00edodo da pandemia, de maneira que j\u00e1 acumulava-se evid\u00eancias emp\u00edricas suficientes indicando que a sobrecarga, o desemprego e a viol\u00eancia reca\u00edram principalmente sobre elas, agravando a situa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Participaram da pesquisa 535 mulheres, com idade m\u00e9dia de 53 anos, sendo 74,3% na meia idade e 25,7% na velhice, a maioria negra (53,1%). Os dados coletados com a aplica\u00e7\u00e3o de formul\u00e1rio online, de forma individual e volunt\u00e1ria, apontaram que a maioria (74,8%) considerou que o n\u00famero de horas gastas em atividades de reprodu\u00e7\u00e3o social aumentou na pandemia e 42,2% das mulheres disseram&nbsp;ter vivenciado algum evento estressante causado pela pandemia.&nbsp;<\/p>\n<p>O estudo indicou que as mulheres na meia idade, as que n\u00e3o trabalhavam e as negras\/ind\u00edgenas foram as que mais relataram aumento no n\u00famero de horas gastas em atividades de reprodu\u00e7\u00e3o social durante a pandemia. As mulheres na meia idade, as que trabalhavam e as que n\u00e3o eram heterossexuais relataram mais eventos estressantes causados pela pandemia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os resultados indicaram como riscos e consequ\u00eancias s\u00e3o sentidos de forma desproporcional por determinados grupos, principalmente aqueles que vivem em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade e aqueles que sofrem discrimina\u00e7\u00e3o social. Este cen\u00e1rio complexo \u00e9 agravado pela situa\u00e7\u00e3o particular do Brasil, um pa\u00eds com enormes desigualdades sociais.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Essa assimetria se manifesta nas condi\u00e7\u00f5es de trabalho e renda, na sa\u00fade e na qualidade de vida de mulheres. \u201cO g\u00eanero \u00e9 conhecido por ser um determinante social importante da sa\u00fade, por\u00e9m, \u00e9 preciso compreender melhor as consequ\u00eancias da pandemia entre as mulheres mais velhas cujas demandas e experi\u00eancias ainda ficam invis\u00edveis em muitos dos estudos\u201d. Para as pesquisadoras, \u00e9 vital que as respostas \u00e0 pandemia da COVID-19 considerem as realidades cotidianas de diferentes grupos numa perspectiva de g\u00eanero, gera\u00e7\u00e3o e ra\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n<p>O estudo publicado \u00e9 parte de uma pesquisa mais ampla, denominada \u201cO envelhecimento e a velhice de mulheres: eventos de vida, sa\u00fade mental, intergeracionalidade e o trabalho de reprodu\u00e7\u00e3o social\u201d, desenvolvida com recursos p\u00fablicos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq).&nbsp;<\/p>\n<p>O cap\u00edtulo 12, \u201cImplica\u00e7\u00f5es cognitivas da COVID-19: Especificidades do comprometimento de mem\u00f3ria\u201d, as pesquisadoras da UFRB, Kelly Cristina Atalaia da Silva, Francine Teixeira de Sena e Luana Carvalho Borges \u00e9 uma revis\u00e3o de literatura. Cinco artigos desta revis\u00e3o de literatura evidenciam que o SARSCoV-2 desencadeia preju\u00edzos mn\u00eamicos. A mem\u00f3ria de trabalho e verbal foram os principais subtipos afetados pelo SARS-CoV-2.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os instrumentos de rastreio cognitivo, avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica e exames de neuroimagem evidenciaram o comprometimento cognitivo decorrente da patologia COVID-19.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>No artigo, ressalta-se que a realiza\u00e7\u00e3o de estudos longitudinais e estruturados, na perspectiva do uso de testes normatizados e padronizados, se fazem necess\u00e1rios para ampliar a compreens\u00e3o epidemiol\u00f3gica, a preval\u00eancia e a incid\u00eancia sobre os efeitos do v\u00edrus na mem\u00f3ria de forma mais espec\u00edfica. Por fim, as autoras afirmam que essa revis\u00e3o se refere a uma an\u00e1lise inicial sobre o comprometimento da mem\u00f3ria associada ao SARS-CoV-2. &nbsp;<\/p>\n<p>\u201cDados mais robustos se fazem necess\u00e1rios para compreender melhor alguns desfechos, tais como: quais sintomas neurol\u00f3gicos est\u00e3o associados ao comprometimento das mem\u00f3rias de trabalho e visual tardia?; por que houve a preval\u00eancia da inclus\u00e3o do g\u00eanero masculino nas pesquisas?; e, por que ser do g\u00eanero feminino \u00e9 um fator de risco para o desenvolvimento de sintomas neurol\u00f3gicos decorrentes da COVID-19?.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAssim, sugere-se que as pesquisas futuras possam analisar e responder essas quest\u00f5es que s\u00e3o fundamentais para o cuidado em sa\u00fade mais qualificado e embasado na Pr\u00e1tica Baseada em Evid\u00eancias (PBE)\u201d, escreveram.&nbsp;<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.ufrb.edu.br\/ccs\/images\/AscomCCS\/ASCOMDOCS\/2023\/ebook-oqueacovidnosensina-140223.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">e-book gratuito<\/a> \u00e9 destinado a pesquisadores, estudante de gradua\u00e7\u00e3o e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de sa\u00fade e para pessoas interessadas em temas contempor\u00e2neos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro eletr\u00f4nico &#8216;O que a COVID-19 nos ensina?: estudos biopsicossociais&#8217; (Rio de Janeiro, RJ: Autografia, 2023), organizado pelas professoras e pesquisadoras Ana Lucia Barreto da Fonseca (UFRB), Dalila Castelliano de Vasconcelos (UFCG) e Lucivanda Cavalcante Borges de Sousa (UNIVASF), discute temas, entre eles, desenvolvimento-aprendizagem, parentalidade, cogni\u00e7\u00e3o, atua\u00e7\u00e3o do psic\u00f3logo; e processos de sa\u00fade e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":31780,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-31782","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31782","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31782"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31782\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31780"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31782"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31782"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31782"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}