{"id":32226,"date":"2023-10-10T14:51:12","date_gmt":"2023-10-10T14:51:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2023\/10\/10\/ufrb-promove-5-festival-paisagem-sonora-formacao-gestao-e-difusao-da-musica-em-santo-amaro\/"},"modified":"2023-10-10T14:51:12","modified_gmt":"2023-10-10T14:51:12","slug":"ufrb-promove-5-festival-paisagem-sonora-formacao-gestao-e-difusao-da-musica-em-santo-amaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/ufrb-promove-5-festival-paisagem-sonora-formacao-gestao-e-difusao-da-musica-em-santo-amaro\/","title":{"rendered":"UFRB promove 5\u00ba Festival Paisagem Sonora &#8216;Forma\u00e7\u00e3o, Gest\u00e3o e Difus\u00e3o da M\u00fasica&#8217; em Santo Amaro"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-32225\" src=\"http:\/\/ufrb.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/paisagem1-feed-87f.png\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"1350\" srcset=\"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/10\/paisagem1-feed-87f.png 1080w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/10\/paisagem1-feed-87f-240x300.png 240w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/10\/paisagem1-feed-87f-819x1024.png 819w, https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2023\/10\/paisagem1-feed-87f-768x960.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/p>\n<p>Nos dias 20 e 21 de outubro, a cidade de Santo Amaro novamente sediar\u00e1 o&nbsp;<strong>Festival Paisagem Sonora&nbsp;\u2013&nbsp;Forma\u00e7\u00e3o, Gest\u00e3o e Difus\u00e3o da M\u00fasica<\/strong>. Neste ano do bicenten\u00e1rio da independ\u00eancia do Brasil na Bahia, a 5a edi\u00e7\u00e3o do evento destaca a for\u00e7a das tradi\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias de matrizes ind\u00edgenas na identidade cultural do Rec\u00f4ncavo Baiano e d\u00e1 luz \u00e0s musicalidades que fazem o ber\u00e7o do Brasil. A programa\u00e7\u00e3o \u00e9 totalmente gratuita, com atividades de forma\u00e7\u00e3o e um total de nove shows em espa\u00e7o p\u00fablico.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNo&nbsp;Paisagem Sonora, demarcamos a contradi\u00e7\u00e3o entre os espa\u00e7os de legitima\u00e7\u00e3o da arte e a produ\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica que resiste nas periferias dos grandes centros. Sabemos que h\u00e1 um silenciamento programado pelo mercado e pelo sistema das artes. Por isso, insistimos em ancorar o nosso festival nesse territ\u00f3rio e nas nossas diversas lutas de&nbsp;independ\u00eancia\u201d,&nbsp;afirma Danillo Barata, idealizador e coordenador geral do projeto, que se une a Cl\u00e1udio Manoel e Ellen Mello na curadoria, todos servidores do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (Cecult\/UFRB), que realiza o evento junto \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Artes (Funarte).&nbsp;\u201cNa&nbsp;Festa do Bemb\u00e9 do Mercado, por exemplo, a figura do Caboclo ocupa uma tenda ao lado do barrac\u00e3o do Xire\u0302. Essa atitude denota respeito aos que aqui estavam e nos orienta a pedir licen\u00e7a. Por essa especificidade, acreditamos que as pol\u00edticas culturais e as formas de express\u00f5es art\u00edsticas produzidas \u00e0 margem dos grandes centros econ\u00f4micos precisam de um h\u00famus decolonizador\u201d, completa ele.&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 10 anos, quando da funda\u00e7\u00e3o do Cecult\/UFRB, nasceu tamb\u00e9m a proposta do festival, como uma homenagem ao pesquisador canadense Murray Schafer, criador das express\u00f5es&nbsp;\u201cecologia ac\u00fastica\u201d, \u201cesquizofonia\u201d, \u201csom fundamental\u201d&nbsp;e&nbsp;\u201cpaisagem sonora\u201d \u2013&nbsp;conceito que se refere \u00e0 an\u00e1lise do universo sonoro que nos rodeia. O evento \u00e9 o ponto culminante do Paisagem Sonora&nbsp;\u2013&nbsp;Programa de Promo\u00e7\u00e3o da M\u00fasica do Rec\u00f4ncavo da Bahia, cuja edi\u00e7\u00e3o deste ano foi iniciada em maio, num projeto continuado de promo\u00e7\u00e3o de conhecimento sobre a diversidade musical contempor\u00e2nea, valorizando as marcas tradicionais da sua regi\u00e3o. A cada edi\u00e7\u00e3o, um recorte curatorial indica os caminhos de trabalho. Desta vez, as matas, as \u00e1guas, a cablocagem ribeirinha, os saberes e a riqueza cultural dos povos origin\u00e1rios do Brasil e da forma\u00e7\u00e3o da na\u00e7\u00e3o s\u00e3o o fundamento.&nbsp;<\/p>\n<p>Na programa\u00e7\u00e3o musical, o V Festival Paisagem Sonora vai oferecer, no primeiro dia, shows de Met\u00e1 Met\u00e1, Brisa Flow, Sapopemba e Coletivo Xar\u00e9u. Na segunda data, Ger\u00f4nimo Santana, Cabokaji e Sonora Amaralina sobem ao palco. Al\u00e9m disso, as duas noites ter\u00e3o abertura com atra\u00e7\u00f5es locais, selecionadas atrav\u00e9s de uma convocat\u00f3ria p\u00fablica, e dois DJs fazem a ambienta\u00e7\u00e3o no local: Lerry e MVK0. As apresenta\u00e7\u00f5es acontecem a partir das 19h em plena Pra\u00e7a da Purifica\u00e7\u00e3o, ocupando as ruas da cidade.&nbsp;<\/p>\n<p>A abertura oficial, no dia 20, \u00e0s 10h, no Arquivo P\u00fablico Municipal, ter\u00e1 sauda\u00e7\u00e3o dos Alab\u00eas e dois importantes lan\u00e7amentos. O p\u00fablico vai conhecer os tr\u00eas guias musicais lan\u00e7ados pelo Programa Paisagem Sonora em 2022. Tratam-se de publica\u00e7\u00f5es digitais de apoio did\u00e1tico que orientam educadores para aulas tem\u00e1ticas: Instrumentos Musicais; Sobreposi\u00e7\u00e3o de Camadas Musicais atrav\u00e9s da Utiliza\u00e7\u00e3o de Riffs; e Contraponto no Choro. Tamb\u00e9m ser\u00e1 lan\u00e7ada a consulta p\u00fablica do Plano de Cultura da UFRB, a respeito da atua\u00e7\u00e3o nos campos da cultura e das artes da institui\u00e7\u00e3o para os pr\u00f3ximos 10 anos. A minuta, constru\u00edda a v\u00e1rias m\u00e3os desde 2018, ficar\u00e1 dispon\u00edvel para avalia\u00e7\u00f5es e sugest\u00f5es at\u00e9 20 de novembro.<\/p>\n<p>No in\u00edcio das tardes, a partir das 14h, no Pavilh\u00e3o de Aulas do Cecult, o Paisagem Sonora promove encontros da comunidade com dois artistas de sua programa\u00e7\u00e3o: na sexta-feira, com Brisa Flow; no s\u00e1bado, com Sapopemba.&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m no Pavilh\u00e3o de Aulas do Cecult, no dia 20, sexta-feira, das 16h \u00e0s 19h, em parceria com o IV Encontro Internacional de Cultura, Linguagens e Tecnologias do Rec\u00f4ncavo (Enicecult)&nbsp;\u2013&nbsp;outro projeto assinado pelo Cecult\/UFRB que ocorrer\u00e1 neste m\u00eas de outubro&nbsp;\u2013, sera\u0301 realizada a mesa&nbsp;\u201cM\u00fasica&nbsp;e&nbsp;Comunica\u00e7\u00e3o\u201d,&nbsp;mediada pelas professoras da UFRB Nadja Vladi e Tatiana Lima, junto com Juliana Gutmann (UFBA). A proposta \u00e9 de uma discuss\u00e3o acerca das interfaces entre comunica\u00e7\u00e3o, m\u00fasica e epistemologias decoloniais, reunindo sete trabalhos de pesquisa sobre m\u00fasicas urbanas e de tradi\u00e7\u00e3o oral a partir de perspectivas de comunica\u00e7\u00e3o, ra\u00e7a, etnia, g\u00eanero, p\u00f3s-g\u00eanero, sexualidades e interseccionais.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 o s\u00e1bado, dia 21, ser\u00e1 dedicado ao minicurso&nbsp;\u201cProfiss\u00e3o&nbsp;artista: programa de gest\u00e3o de carreira com estrat\u00e9gia\u201d,&nbsp;ministrado por J\u00falia Salgado, das 9h \u00e0s 12h e 14h \u00e0s 18h, no Arquivo P\u00fablico Municipal. S\u00e3o 30 vagas dispon\u00edveis com inscri\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias.&nbsp;<\/p>\n<p>Para completar, numa a\u00e7\u00e3o pr\u00e9via ao festival, o Paisagem Sonora vai oferecer tr\u00eas oficinas t\u00e9cnicas com profissionais de refer\u00eancia em suas \u00e1reas: Dire\u00e7\u00e3o de Palco, com Tio Bill; Ilumina\u00e7\u00e3o, com Milena Pitombo; e Sonoriza\u00e7\u00e3o, com Caetano Bezerra. As turmas acontecem nos dias 18 e 19 de outubro, das 9h \u00e0s 13h, no Pavilh\u00e3o de Aulas do Cecult, com 15 vagas cada, ocupadas previamente por sele\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Todas as informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o dispon\u00edveis em&nbsp;<a href=\"https:\/\/brc-word-edit.officeapps.live.com\/we\/www.paisagemsonorabahia.org\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/brc-word-edit.officeapps.live.com\/we\/www.paisagemsonorabahia.org&amp;source=gmail&amp;ust=1697035676216000&amp;usg=AOvVaw2Fl-VlQsYervHwB1-h2DNN\">www.paisagemsonorabahia.org<\/a>.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Shows de sexta-feira, 20 de outubro<\/strong><\/p>\n<p><strong>Coletivo Xar\u00e9u<\/strong>&nbsp;\u2013&nbsp;Uma das a\u00e7\u00f5es continuadas do Paisagem Sonora, o Coletivo Xar\u00e9u foi criado em 2011 por professores da UFRB e se reformulou em 2022 como uma atividade de extens\u00e3o. Atualmente, re\u00fane m\u00fasicos, cantores e beatmakers, dentre estudantes bolsistas e volunt\u00e1rios, sob coordena\u00e7\u00e3o do maestro S\u00f3lon Mendes. A proposta \u00e9 criar um repert\u00f3rio de refer\u00eancias da musicalidade do Rec\u00f4ncavo Baiano&nbsp;\u2013&nbsp;filarm\u00f4nicas, candomble\u0301, samba de roda, pagode, sofr\u00eancia&nbsp;\u2013, conectado com experimenta\u00e7\u00f5es, t\u00e9cnicas expandidas, timbragens, arranjos e grooves da m\u00fasica urbana e contempor\u00e2nea do mundo. Boa parte das composi\u00e7\u00f5es e arranjos \u00e9 autoral, fruto do permanente laborat\u00f3rio de experimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sapopemba<\/strong>&nbsp;\u2013&nbsp;Cantor, compositor, og\u00e3 e percussionista alagoano radicado em S\u00e3o Paulo, Sapopemba se iniciou ainda jovem no Candomble\u0301 Ketu, assumindo a fun\u00e7\u00e3o de oga\u0303, na qual aprendeu um vasto repert\u00f3rio de cantigas, assim como os sambas de roda que sempre finalizam os rituais sagrados com festa. Ao longo da vida e das muitas fun\u00e7\u00f5es profissionais que exerceu&nbsp;\u2013&nbsp;caminhoneiro, motorista, pintor, seguran\u00e7a e, claro, m\u00fasico&nbsp;\u2013, Sapopemba se converteu em um pesquisador da hist\u00f3ria e da diversidade musical afro-brasileira. Com vasta e elogiada experi\u00eancia art\u00edstica, apenas em 2020, aos 72 anos, lan\u00e7ou pelo Selo Sesc o&nbsp;seu primeiro \u00e1lbum solo, \u201cGbo\u0323\u0301\u201d, com produ\u00e7\u00e3o musical de Andr\u00e9 Magalh\u00e3es e dire\u00e7\u00e3o&nbsp;musical de Ari Colares. No repert\u00f3rio, se mesclam composi\u00e7\u00f5es autorais e cantigas de Candombl\u00e9 que conduzem atrav\u00e9s da diversidade musical das muitas \u00c1fricas que aportaram ao longo dos s\u00e9culos no Brasil. Completam o disco duas regrava\u00e7\u00f5es do cancioneiro afro-baiano, mostrando que a sonoridade dos terreiros \u00e9 um dos pilares da m\u00fasica popular brasileira.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Met\u00e1 Met\u00e1<\/strong>&nbsp;\u2013&nbsp;Um dos grupos mais prestigiados e representativos do atual cen\u00e1rio musical brasileiro, o Met\u00e1 Met\u00e1 prop\u00f5e uma maneira particular de cantar e tocar instrumentos, com \u00eanfase nos arranjos r\u00edtmicos e polif\u00f4nicos. Desde o primeiro dos tr\u00eas discos, al\u00e9m de dois EPs, somando 15 anos de estrada, a banda chama aten\u00e7\u00e3o pela maneira com que mostra suas influ\u00eancias musicais, que passam pela m\u00fasica brasileira, free jazz, m\u00fasica africana e rock. Formado por Ju\u00e7ara Mar\u00e7al (voz), Thiago Fran\u00e7a (sax) e Kiko Dinucci (guitarra), Met\u00e1 Met\u00e1 ja\u0301 se apresentou em importantes festivais nacionais e internacionais.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Brisa Flow<\/strong>&nbsp;\u2013&nbsp;Cantora selvagem que mistura seu rap com cantos ancestrais, jazz, eletr\u00f4nico e neo\/soul. Artista transdisciplinar, trabalha com linguagens musicais e atua como cantora, produtora musical, performer e pesquisadora. Constr\u00f3i arte a partir da viv\u00eancia de seu corpo no mundo, criando caminhos que desprendem das amarras da colonialidade. Com tr\u00eas \u00e1lbuns lan\u00e7ados, sua m\u00fasica \u00e9 um encontro com as energias da Terra. Desenvolve est\u00e9ticas art\u00edsticas pela pr\u00e1tica e pesquisa do canto que tece mem\u00f3rias e futuros origin\u00e1rios. Tamb\u00e9m \u00e9 arte-educadora licenciada em M\u00fasica. MC da cultura hip hop e filha de artes\u00e3os araucanos, pesquisa e defende a m\u00fasica ind\u00edgena contempor\u00e2nea, a arte dos povos origin\u00e1rios e o rap como ferramentas necess\u00e1rias para combater o epistemic\u00eddio.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Shows de s\u00e1bado, 21 de outubro<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sonora Amaralina<\/strong>&nbsp;\u2013&nbsp;Formada em 2018, a Sonora Amaralina se destaca como a primeira orquestra de Cumbia da Bahia. Funde tradi\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o, apresentando interpreta\u00e7\u00f5es aut\u00eanticas de m\u00fasicas tradicionais de Cumbia, bem como composi\u00e7\u00f5es autorais, que incorporam o sabor musical soteropolitano. Com sua energia contagiante, conquistou p\u00fablicos diversos e mant\u00e9m a sua marca musical em ascens\u00e3o, contribuindo para a preserva\u00e7\u00e3o cultural, a diversidade musical e a identidade da regi\u00e3o, enquanto oferece uma experi\u00eancia aut\u00eantica e especializada para o p\u00fablico. Sua m\u00fasica \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o da cultura latina e da heran\u00e7a africana na Am\u00e9rica Latina.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cabokaji<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong>\u2013&nbsp;Encontro m\u00fasico-perform\u00e1tico dos cantores, compositores e pesquisadores da arte Caboclo de Cobre, ISSA, Ejigbo e Mayale Pitanga, movidos pela necessidade de pautar a heran\u00e7a dos povos origin\u00e1rios com um olhar de repara\u00e7\u00e3o social, patrimonial, hist\u00f3rica e ambiental.&nbsp;Por meio de uma produ\u00e7\u00e3o musical contempor\u00e2nea calcada em ritmos eletr\u00f4nicos e um discurso baseado no \u201csorriso como ferramenta pol\u00edtica e dan\u00e7a como processo de cura\u201d, o trabalho tem o objetivo de libertar corpos e mentes. Exalta as belezas afro-ind\u00edgenas e inspiradas no universo do candombl\u00e9 caboclo, dance hall, piseiro ou pisadinha, groove arrastado, guitarradas, funk, brega funk, c\u00f4co, rock, adornados com timbres de ritmos de manifesta\u00e7\u00f5es nordestinas, como o bai\u00e3o, maracatu, tor\u00e9, roj\u00e3o, com enfoque na cultura soteropolitana e di\u00e1logo com as tecnologias eletr\u00f4nicas. \u00c9 um emaranhado de refer\u00eancias contempor\u00e2neas, muitas delas nascidas nas periferias dos grandes centros urbanos.<\/p>\n<p><strong>Ger\u00f4nimo Santana<\/strong> \u2013 Completando 50 anos de carreira em 2023, Ger\u00f4nimo Santana \u00e9 um dos maiores \u00edcones da cultura da Bahia e considerado chanceler da m\u00fasica baiana. \u00c9 compositor de sucessos como \u201cEu sou neg\u00e3o\u201d, \u201c\u00c9 D&#8217;oxum\u201d, \u201cMenino do Pel\u00f4\u201d e \u201cJubiab\u00e1\u201d, entre outros, sendo reconhecido por sua originalidade e mistura de ritmos como ijex\u00e1, samba, lambada, afox\u00e9, reggae, ax\u00e9, jazz, entre outros. O artista embala o p\u00fablico com um som \u00fanico que mescla a m\u00fasica afro-baiana com ritmos latinos, numa harmonia inconfund\u00edvel e contagiante. Estudou Composi\u00e7\u00e3o e Reg\u00eancia na Universidade Federal da Bahia, mas nunca abriu m\u00e3o da m\u00fasica popular, tornando-se um artista semierudito. Reverenciado por seus pares, ele \u00e9 desses m\u00fasicos guardi\u00f5es da m\u00fasica brasileira de raiz feita na atualidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos dias 20 e 21 de outubro, a cidade de Santo Amaro novamente sediar\u00e1 o&nbsp;Festival Paisagem Sonora&nbsp;\u2013&nbsp;Forma\u00e7\u00e3o, Gest\u00e3o e Difus\u00e3o da M\u00fasica. 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