{"id":33084,"date":"2024-07-29T15:17:14","date_gmt":"2024-07-29T15:17:14","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/2024\/07\/29\/ufrb-e-parceiros-inovam-em-sinteses-de-compostos-quimicos-no-tratamento-da-ansiedade\/"},"modified":"2024-07-29T15:17:14","modified_gmt":"2024-07-29T15:17:14","slug":"ufrb-e-parceiros-inovam-em-sinteses-de-compostos-quimicos-no-tratamento-da-ansiedade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/ufrb-e-parceiros-inovam-em-sinteses-de-compostos-quimicos-no-tratamento-da-ansiedade\/","title":{"rendered":"UFRB e parceiros inovam em s\u00ednteses de compostos qu\u00edmicos no tratamento da ansiedade"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisadores do Grupo de Materiais Fot\u00f4nicos (GMF), da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB), e das Universidades Estadual Vale do Acara\u00fa (UVA), da Integra\u00e7\u00e3o Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), Estadual do Cear\u00e1 (UECE) e Estadual de Santa Cruz (UESC) desenvolveram uma nova abordagem para o tratamento da ansiedade, um problema de sa\u00fade mental crescente no Brasil e no mundo.&nbsp;<\/p>\n<p>A equipe de pesquisa \u00e9 composta pelos professores e pesquisadores Jorge Fernando Silva de Menezes, l\u00edder do Grupo de Materiais Fot\u00f4nicos, do Centro de Forma\u00e7\u00e3o de Professores (CFP\/UFRB), do Campus Amargosa; H\u00e9lcio Silva dos Santos, da UVA; Alu\u00edsio Marques da Fonseca, da Unilab; Emmanuel Silva Marinho, Maria Kueirislene Am\u00e2ncio Ferreira e Jane Eire Silva Alencar de Menezes, da UECE; e o mestrando Andrei Marcelino S\u00e1 Pires Silva, da UESC.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Denominada &#8220;Obten\u00e7\u00e3o dos complexos de coordena\u00e7\u00e3o de Eur\u00f3pio (Eu\u00b3\u207a) e T\u00e9rbio (Tb\u00b3\u207a) combinados com ligantes \u03b2-dicetonatos, sulf\u00f3xidos, f\u00e1rmacos e naftoquinonas com finalidade ansiol\u00edtica&#8221;, a inven\u00e7\u00e3o foi patenteada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Entre as exig\u00eancias para registro de patente est\u00e3o novidade, inventividade e aplica\u00e7\u00e3o industrial.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO aumento significativo no uso de ansiol\u00edticos no Brasil destacou a necessidade de novas abordagens terap\u00eauticas. A demanda por novos tratamentos \u00e9 urgente\u201d, explica o professor e pesquisador da UFRB, Jorge Menezes. Somente no pa\u00eds,&nbsp; especialmente ap\u00f3s a pandemia de COVID-19, a ansiedade tem afetado de crian\u00e7as a idosos, com o consumo de medicamentos ansiol\u00edticos registrando aumento de 10% entre 2019 e 2022, de acordo com o Sindicato da Ind\u00fastria de Produtos Farmac\u00eauticos. Em busca de alternativa aos medicamentos convencionais, a pesquisa focou em compostos qu\u00edmicos inovadores, como os elementos terras raras, que at\u00e9 agora n\u00e3o foram amplamente explorados para esse fim.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os cientistas come\u00e7aram a pesquisa com simula\u00e7\u00f5es computacionais para prever como os compostos poderiam interagir com prote\u00ednas associadas \u00e0 ansiedade. Esses modelos te\u00f3ricos foram seguidos por experimentos pr\u00e1ticos, incluindo a s\u00edntese dos compostos e testes em modelo animal, como o peixe Zebrafish (Danio rerio), que \u00e9 amplamente utilizado em pesquisas sobre toxicidade e comportamento.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>As etapas envolvidas iniciam-se na produ\u00e7\u00e3o de nove materiais: [Eu(LAP)3.2H2O], [Tb(BTFA)3.2H2O], [Tb(ACAC)3.3H2O], [Eu(DBM)3.2H2O], [Eu(DBM)3.2PTSO], [Eu(TTA)3.(AMX)], [Eu(DBM)3.(LAP)], [Eu(TTA)3.(AMX)2], [Eu(BTFA)3.(AMX)] e [Tb(BTFA)3.(AMX)]. &#8220;Depois, todos os materiais foram caracterizados para determina\u00e7\u00e3o da estrutura e propriedades f\u00edsico-qu\u00edmicas, para as quais lan\u00e7amos m\u00e3o de uma s\u00e9rie de t\u00e9cnicas, como espectroscopia de infravermelho, an\u00e1lise elementar, espectroscopia de fotoluminesc\u00eancia, absor\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica e outras&#8221;, explicou Jorge Menezes.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Ent\u00e3o, caracterizados os materiais, seguimos com o planejamento e execu\u00e7\u00e3o da avalia\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia farmacol\u00f3gica, que ocorreram em duas etapas principais: estudo <em>in silico<\/em>, que compreende a modelagem molecular a partir de um estudo por m\u00e9todo te\u00f3rico de simula\u00e7\u00e3o computacional; e estudo <em>in vivo<\/em>, validado pelo m\u00e9todo usando a esp\u00e9cie Zebrafish (Danio rerio)&#8221;, detalhou o pesquisador da UFRB.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Para o professor e pesquisador Alu\u00edsio Marques (Unilab), &#8220;essa etapa foi validada em compara\u00e7\u00e3o com refer\u00eancia positiva. No caso, os complexos que foram sintetizados apresentaram efeitos muito similares ao medicamento Diazepam no tratamento da ansiedade, tanto no estudo <em>in vivo<\/em> como<em> in silico<\/em>&#8220;. Alu\u00edsio Marques destaca o pioneirismo do professor Jorge Menezes, &#8220;que sempre realizou s\u00edntese com complexos com eur\u00f3pio e me apresentou a estrutura de alguns de seus complexos&#8221;.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Alu\u00edsio explica que seu papel foi fazer &#8220;algumas simula\u00e7\u00f5es computacionais por meio de <em>dockin<\/em>g e din\u00e2mica molecular, usando como alvo as prote\u00ednas respons\u00e1veis pela replica\u00e7\u00e3o do fungo Candida auris, do v\u00edrus Sars Cov-2, e dos efeitos da ansiedade, o qual nos rendeu dois artigos cient\u00edficos&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p>O grupo de pesquisadores pensou em abordar tamb\u00e9m, em paralelo, estudo <em>in vivo<\/em>, com a expertise dos pesquisadores Jane Eire Silva Alencar de Menezes e H\u00e9lcio Silva dos Santos, sobre a ansiedade, do qual eles possuem o modelo. &#8220;Deste modo, os resultados do estudo <em>in vivo<\/em> bateram com os estudos te\u00f3ricos&#8221;, descreveu Alu\u00edsio Marques.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Jorge Menezes, os novos compostos produzidos, caracterizados e testados em ensaios <em>in silico<\/em> e<em> in vivo<\/em> apresentam atividade ansiol\u00edtica acentuada em compara\u00e7\u00e3o com o padr\u00e3o utilizado nos ensaios, o que coloca a descoberta em uma fase testes de viabilidade para uso, uma vez que, j\u00e1 atestada a atividade farmacol\u00f3gica pretendida, o pr\u00f3ximo passo \u00e9 viabilizar o uso.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Jorge Menezes afirma que o ponto mais importante da descoberta \u00e9 o desenvolvimento de uma nova classe de f\u00e1rmacos, que sai das variantes de compostos benzodiazep\u00ednicos que s\u00e3o convencionalmente utilizados como ansiol\u00edticos. Os novos materiais oferecem uma alternativa vi\u00e1vel qu\u00edmica e economicamente para o desenvolvimento de f\u00e1rmacos, gerando novas possibilidades de atua\u00e7\u00e3o e combate dos transtornos de ansiedade por vias at\u00e9 ent\u00e3o pouco exploradas. &#8220;Pensando no uso terap\u00eautico, a pesquisa usando complexos tem o objetivo de garantir a atividade farmacol\u00f3gica enquanto reduz os n\u00edveis de citotoxicidade inerente destes metais e dos ligantes aos quais est\u00e3o combinados, gerando materiais robustos, quimicamente est\u00e1veis e eficazes&#8221;, destaca o pesquisador da UFRB.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Nesse sentido, Alu\u00edsio Marques explica que a descoberta de novos f\u00e1rmacos \u00e9 um processo complexo e multidisciplinar que envolve v\u00e1rias etapas, desde a identifica\u00e7\u00e3o de alvos biol\u00f3gicos at\u00e9 a aprova\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e comercializa\u00e7\u00e3o do medicamento. &#8220;Portanto, \u00e9 colaborativo, envolvendo cientistas de diversas \u00e1reas, como Qu\u00edmica, Biologia, Farmacologia e Medicina&#8221;, afirma Alu\u00edsio. Para ele, &#8220;al\u00e9m disso, \u00e9 uma \u00e1rea de intensa inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, com avan\u00e7os em biotecnologia, intelig\u00eancia artificial e an\u00e1lise de dados, contribuindo para acelerar a descoberta e desenvolvimento de novos medicamentos&#8221;.&nbsp; Alu\u00edsio Marques destaca que a descoberta dos pesquisadores obteve um efeito in\u00e9dito no uso de complexos inorg\u00e2nicos com eur\u00f3pio no tratamento da ansiedade, apesar de existirem relatos de seu uso em outros problemas de sa\u00fade&#8221;.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Resultados e potencial&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m dos testes mostrarem que os novos compostos podem ser t\u00e3o eficazes quanto ansiol\u00edticos j\u00e1 comercializados, tamb\u00e9m apontam&nbsp; novas possibilidades no desenvolvimento de f\u00e1rmacos.&nbsp; Desse modo, Jorge Menezes pontua que embora os ansiol\u00edticos possuam \u00fateis efeitos medicinais, &#8220;podem causar efeitos indesej\u00e1veis como a depend\u00eancia qu\u00edmica, a pesquisa visa um novo caminho no tratamento de doen\u00e7as relacionadas \u00e0 ansiedade e, pela caracter\u00edstica intr\u00ednseca dos materiais produzidos, diversas possibilidades no estudo e compreens\u00e3o da atividade ansiol\u00edtica que possam minimizar\/diminuir tal efeito&#8221;.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os pesquisadores destacam que, apesar dos resultados promissores, a descoberta ainda est\u00e1 em fase de testes e necessita de valida\u00e7\u00f5es adicionais antes de uma poss\u00edvel aplica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. \u201cNos pr\u00f3ximos passos, vamos otimizar os processos de s\u00edntese e buscar parcerias com a ind\u00fastria farmac\u00eautica para continuar o desenvolvimento desses novos f\u00e1rmacos\u201d, afirma Jorge Menezes.&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre o processo de registro de novo medicamento, Alu\u00edsio Marques elucida: &#8220;como s\u00f3 realizamos o dep\u00f3sito da patente, h\u00e1 a necessidade de parcerias nas ind\u00fastrias farmac\u00eauticas a fim de que os demais processos de desenvolvimento de novos f\u00e1rmacos sejam realizados at\u00e9 que este se torne um medicamento&#8221;.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;\u201cA descoberta oferece uma alternativa inovadora aos ansiol\u00edticos convencionais e pode mudar a forma como tratamos o transtorno de ansiedade no futuro\u201d, afirma Jorge Menezes. A pr\u00f3xima etapa, segundo ele, \u00e9 &#8220;atrair investidores que possam subsidiar a continuidade da pesquisa, que \u00e9 pioneira envolvendo tais sistemas qu\u00edmicos&#8221;.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GMF <\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>O Grupo de Materiais Fot\u00f4nicos (GMF), da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB), Campus Amargosa, foi criado em 2010, pelo professor Jorge Fernando Silva de Menezes, l\u00edder do grupo de pesquisa. \u00c9 registrado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) e certificado pela IES. Os trabalhos realizados no grupo envolvem a colabora\u00e7\u00e3o de pesquisadores do Brasil e do exterior.&nbsp;<\/p>\n<p>Todos as pesquisas s\u00e3o feitas com a participa\u00e7\u00e3o de estudantes da UFRB\/CFP principalmente nas modalidades Programa Institucional de Bolsas de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (PIBIC) e Programa Institucional de Bolsas de Inicia\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico e Inova\u00e7\u00e3o (PIBITI), com bolsas de \u00f3rg\u00e3os de fomento tais como CNPq, FAPESB e a pr\u00f3pria UFRB.<\/p>\n<p>O GMF tem produzido materiais com uma diversidade de aplica\u00e7\u00f5es, nos \u00faltimos 14 anos. Nessa trajet\u00f3ria, muitos estudantes de gradua\u00e7\u00e3o puderam, sob orienta\u00e7\u00e3o do professor e l\u00edder do grupo de pesquisa, desenvolver estudos com materiais do tipo complexos de coordena\u00e7\u00e3o com os elementos terras raras, que incluem esc\u00e2ndio (Sc), \u00edtrio (Y) e os elementos da s\u00e9rie dos lantan\u00eddeos (La-Lu), notadamente eur\u00f3pio (Eu) e t\u00e9rbio (Tb).&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os elementos terras raras, que recebem esse nome pela dificuldade nos processos de separa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o necessariamente pela escassez, est\u00e3o envolvidos em relevantes quest\u00f5es geopol\u00edticas pela sua relev\u00e2ncia no mercado de dispositivos optoeletr\u00f4nicos, cer\u00e2micas, catalisadores, craqueamento de petr\u00f3leo, dispositivos magn\u00e9ticos e ind\u00fastria metal\u00fargica.&nbsp; Os compostos de coordena\u00e7\u00e3o com tais metais s\u00e3o amplamente utilizados em uma s\u00e9rie de aplica\u00e7\u00f5es relacionadas ao desenvolvimento tecnol\u00f3gico, pelas propriedades \u00fanicas que esses elementos possuem.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Nos anos recentes, Jorge Fernando tem direcionado o esfor\u00e7o na produ\u00e7\u00e3o de materiais a partir de f\u00e1rmacos e mol\u00e9culas bioativas, com fim de projetar complexos com capacidade farmacol\u00f3gica de interesse da ind\u00fastria farmac\u00eautica e, principalmente, para contribuir com a sociedade.&nbsp;<\/p>\n<p>Assim nasceu o projeto que culminou na patente, onde nove materiais foram sintetizados, caracterizados f\u00edsico &#8211; quimicamente e, em parceria com pesquisadores das universidades cearenses (UVA, UECE e Unilab), entre eles, o mestrando oriundo da GMF Andrei Marcelino S\u00e1 Pires Silva, da UESC,&nbsp; que seguem em um incessante esfor\u00e7o na pesquisa em farmacologia e compostos bioativos, os complexos foram testados quanto \u00e0 atividade farmacol\u00f3gica, mais especificamente quanto \u00e0 atividade ansiol\u00edtica, que gerou promissores resultados.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Mais sobre o<a href=\"\/portal\/#identificacao\"> GMF<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores do Grupo de Materiais Fot\u00f4nicos (GMF), da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB), e das Universidades Estadual Vale do Acara\u00fa (UVA), da Integra\u00e7\u00e3o Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), Estadual do Cear\u00e1 (UECE) e Estadual de Santa Cruz (UESC) desenvolveram uma nova abordagem para o tratamento da ansiedade, um problema de sa\u00fade mental crescente [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":33083,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[15,16,21],"class_list":["post-33084","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-egressos","tag-estudantes","tag-servidores"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33084","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33084"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33084\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33083"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33084"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33084"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33084"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}