{"id":36527,"date":"2025-01-29T09:40:17","date_gmt":"2025-01-29T12:40:17","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/?p=36527"},"modified":"2025-01-29T09:40:17","modified_gmt":"2025-01-29T12:40:17","slug":"ufrb-e-mir-lancam-campanha-para-valorizacao-da-ancestralidade-africana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/ufrb-e-mir-lancam-campanha-para-valorizacao-da-ancestralidade-africana\/","title":{"rendered":"UFRB e MIR lan\u00e7am campanha para valoriza\u00e7\u00e3o da ancestralidade africana"},"content":{"rendered":"\n<p>No Dia Nacional de Combate \u00e0 Intoler\u00e2ncia Religiosa, celebrado em 21 de janeiro, a Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano (UFRB) e o Minist\u00e9rio da Igualdade Racial (MIR) lan\u00e7aram uma campanha nacional para a Promo\u00e7\u00e3o dos Direitos e Valoriza\u00e7\u00e3o da Ancestralidade Africana.<\/p>\n\n\n\n<p>A iniciativa prev\u00ea publica\u00e7\u00f5es nas redes sociais da UFRB, do MIR e de outros parceiros sobre terreiros tombados no Brasil e suas lideran\u00e7as. Al\u00e9m disso, a campanha ainda deve trazer informa\u00e7\u00f5es sobre comunidades quilombolas e, em um momento posterior, ir\u00e1 abordar tamb\u00e9m os povos ciganos. O objetivo \u00e9 fortalecer o desenvolvimento sustent\u00e1vel dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e Povos de Terreiro, Quilombolas e Ciganos a partir da valoriza\u00e7\u00e3o cultural e da comunica\u00e7\u00e3o criativa.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s chegamos em 2023 e nossa responsabilidade de repara\u00e7\u00e3o j\u00e1 come\u00e7a 2023 anos atrasada, n\u00e3o por conta do nosso tempo cronol\u00f3gico, mas pelo hist\u00f3rico\u201d, afirmou a ministra substituta da Igualdade Racial, Roberta Eug\u00eanio, ao falar sobre a necessidade de repara\u00e7\u00e3o aos povos de terreiro e matriz africana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das bases para a iniciativa conjunta \u00e9 a promo\u00e7\u00e3o de medidas intersetoriais para a garantia dos direitos dos povos e das comunidades tradicionais de terreiro e de matriz africana no Pa\u00eds, com base no reconhecimento, no respeito e na valoriza\u00e7\u00e3o da cultura e da mem\u00f3ria dos afrodescendentes, e a supera\u00e7\u00e3o do racismo. Ela se encaixa nos tr\u00eas eixos estruturantes do decreto n\u00ba 12.278 de 2024, que institui a Pol\u00edtica Nacional para Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana e em seu artigo 2\u00ba prev\u00ea o desenvolvimento de medidas bienais que possam contribuir para o respeito e valoriza\u00e7\u00e3o da cultura de terreiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A parceria foi firmada por meio de Termo de Execu\u00e7\u00e3o Descentralizada (TED) entre as duas institui\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio \u2013 As postagens da campanha ser\u00e3o feitas a partir do crit\u00e9rio da data de tombamento dos terreiros: os mais velhos v\u00eam antes, como manda a tradi\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A parceria com a UFRB para essa campanha homenageia os terreiros tombados. A iniciativa \u00e9 especialmente importante, porque os terreiros foram os primeiros espa\u00e7os de salvaguarda da mem\u00f3ria e tradi\u00e7\u00e3o africana no Brasil. Eles foram criminalizados antes da falsa aboli\u00e7\u00e3o da escravatura e durante a ditadura. \u00c9 importante lembrar de quem n\u00e3o se retirou do lugar ancestral e permanece garantindo e lutando pela democracia religiosa nos territ\u00f3rios\u201d, coloca a diretora de Pol\u00edticas para Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e de Terreiros, Luzi Borges.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 dentro das pol\u00edticas afirmativas que estamos integrando a Pol\u00edtica Nacional de Valoriza\u00e7\u00e3o dos Povos de Terreiro e Matriz Africana. Nossos pontos centrais s\u00e3o a cria\u00e7\u00e3o e a divulga\u00e7\u00e3o de produtos comunicacionais que v\u00e3o funcionar para a sociedade mais ampla como uma esp\u00e9cie de dispositivo racial para enfrentamento ao racismo religioso e outras viol\u00eancias\u201d, disse Dyane Brito, diretora do Centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB. A diretora lembrou ainda que a institui\u00e7\u00e3o \u00e9 a universidade federal com maior n\u00famero de professores(as) autodeclarados(as) negros(as).<\/p>\n\n\n\n<p>Siga os perfis da <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ufrb_edu\/\">UFRB<\/a> e do <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ministerioigualdaderacial\/\">MIR<\/a> nas redes sociais para acompanhar as publica\u00e7\u00f5es da campanha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Texto da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do MIR (com altera\u00e7\u00f5es)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia Nacional de Combate \u00e0 Intoler\u00e2ncia Religiosa, celebrado em 21 de janeiro, a Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano (UFRB) e o Minist\u00e9rio da Igualdade Racial (MIR) lan\u00e7aram uma campanha nacional para a Promo\u00e7\u00e3o dos Direitos e Valoriza\u00e7\u00e3o da Ancestralidade Africana. 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