{"id":36552,"date":"2025-01-29T09:40:20","date_gmt":"2025-01-29T12:40:20","guid":{"rendered":"https:\/\/ufrb.edu.br\/?p=36552"},"modified":"2025-01-29T09:40:20","modified_gmt":"2025-01-29T12:40:20","slug":"projeto-da-ufrb-em-parceria-com-o-mir-busca-fortalecer-e-afirmar-povos-tradicionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/projeto-da-ufrb-em-parceria-com-o-mir-busca-fortalecer-e-afirmar-povos-tradicionais\/","title":{"rendered":"Projeto da UFRB em parceria com o MIR busca fortalecer\u00a0 e afirmar povos tradicionais"},"content":{"rendered":"\n<p>A Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB) reafirma seu compromisso com a preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, cultura e ancestralidade dos povos tradicionais ao se unir ao Minist\u00e9rio da Igualdade Racial (MIR), por meio da Diretoria de Pol\u00edticas para Povos de Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e de Terreiros. Juntas, as institui\u00e7\u00f5es criaram o projeto <strong>Encruza<\/strong>, com o objetivo de fortalecer e valorizar as comunidades quilombolas, os povos de terreiro e os ciganos. O projeto \u00e9 coordenado pelo Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL\/UFRB), em Cachoeira e S\u00e3o F\u00e9lix.<\/p>\n\n\n\n<p>O nome \u201cEncruza\u201d<strong> <\/strong>remete a encruzilhada ou a encontro de caminhos. \u201cEsse projeto \u00e9 isso; muitos caminhos que se cruzam, se entrecortam com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento sustent\u00e1vel dos povos tradicionais, de matriz africana e de terreiros\u201d, explica Dyane Reis, professora da UFRB e coordenadora geral do projeto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O nome &#8220;Encruza&#8221;, que remete \u00e0 ideia de encruzilhada ou encontro de caminhos, simboliza a uni\u00e3o de diferentes trajet\u00f3rias em busca de um objetivo comum: promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel das comunidades tradicionais de matriz africana e de terreiro. &#8220;Este projeto representa a converg\u00eancia de diversos caminhos, todos com o intuito de fortalecer a identidade e a cultura desses povos&#8221;, explica Dyane Reis, professora da UFRB e coordenadora geral do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7ado oficialmente em novembro de 2024, durante o F\u00f3rum Pr\u00f3-Igualdade Racial e Inclus\u00e3o Social no Rec\u00f4ncavo, o <strong>Encruza<\/strong> j\u00e1 realizou diversas a\u00e7\u00f5es impactantes. Em dezembro, o projeto promoveu a <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/igualdaderacial\/pt-br\/assuntos\/copy2_of_noticias\/mir-promove-atendimento-para-criancas-de-terreiro-em-salvador\">Primeira Semana da Inf\u00e2ncia de Terreiro OMO AYO &#8211; AMO AXE<\/a>, em Salvador, e a oficina \u201cMulheres de Ax\u00e9 no Mercado preto\u201d, feita pela Organiza\u00e7\u00e3o Mulheres de Ax\u00e9, que celebrou a cultura afro-brasileira por meio da moda, m\u00fasica, dan\u00e7a e arte. Em janeiro, para marcar o Dia Nacional de Combate \u00e0 Intoler\u00e2ncia Religiosa, o projeto lan\u00e7ou uma <a href=\"https:\/\/ufrb.edu.br\/portal\/noticias\/7506-ufrb-e-mir-lancam-campanha-para-valorizacao-da-ancestralidade-africana\">campanha nacional para a Promo\u00e7\u00e3o dos Direitos e Valoriza\u00e7\u00e3o da Ancestralidade Africana<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das a\u00e7\u00f5es j\u00e1 realizadas, o Encruza prev\u00ea mais tr\u00eas metas at\u00e9 maio de 2025: a realiza\u00e7\u00e3o da Oficina Criativa Ax\u00e9 nas Redes, que capacitar\u00e1 jovens dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana e de terreiro para o mercado digital; a Campanha Nacional de Valoriza\u00e7\u00e3o dos Povos Ciganos; e Pr\u00eamio Nacional para publica\u00e7\u00f5es de Literatura infanto-juvenil, por meio de edital para apoiar publica\u00e7\u00f5es que retratam as experi\u00eancias dessas comunidades.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNosso compromisso \u00e9 com a mem\u00f3ria, a cultura e a ancestralidade dos povos de terreiro, quilombolas e ciganos. Cada a\u00e7\u00e3o do Encruza \u00e9 pensada para valorizar suas hist\u00f3rias, promover direitos e ampliar espa\u00e7os de pertencimento\u201d, destaca o projeto em <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/encruza.ufrb\/\">suas redes sociais.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Para alcan\u00e7ar cada uma das metas propostas pelo projeto, o Encruza conta com uma equipe de mais de 20 colaboradores, entre professores, t\u00e9cnicos administrativos e estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da UFRB, al\u00e9m da parceria com o MIR.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB) reafirma seu compromisso com a preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, cultura e ancestralidade dos povos tradicionais ao se unir ao Minist\u00e9rio da Igualdade Racial (MIR), por meio da Diretoria de Pol\u00edticas para Povos de Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e de Terreiros. 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