Professor da UFRB integra Conselho Superior do PET
O tutor do Grupo PET Agronomia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), professor José Fernandes Filho, foi eleito membro do Conselho Superior do Programa de Educação Tutorial (PET), em reunião na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Brasília, em 12 de fevereiro. O professor integra o Conselho Superior como representante da Comissão Nacional e Acompanhamento e Avaliação do Programa (CNAA-PET).
O professor José Fernandes Filho substitui seu colega de UFRB, professor Cláudio Orlando, membro representante do Conselho Superior do PET por um ano. “Essa condição reforça a qualidade do programa PET na UFRB, pois continuamos sendo a única universidade com dois membros na Comissão Nacional de Avaliação e mantivemos a representação no Conselho Superior”, relata Filho. Em sua opinião, esta segunda indicação de um nome da instituição “é um reconhecimento à qualidade da prática de educação tutorial da UFRB e nossa expectativa é continuarmos contribuindo para a consolidação e expansão do Programa de Educação Tutorial como modelo de ensino, assim como reforçar o protagonismo da UFRB nas decisões que envolvem os interesses do conjunto de petianos, tutores e discentes”, aponta.
Estiveram também na reunião organizada pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC-SESu) para eleição dos membros do Conselho Superior do PET, o Secretário de Educação Superior do MEC, Paulo Speller, e representantes da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI), da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (DIFES), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), da Coordenação Nacional Executiva do PET (CENAPET), além de representantes dos discentes, dos Pró-Reitores de Graduação e de Extensão das Instituições de Ensino Superior.
Conselho Superior – O Conselho superior do PET é a instância máxima de deliberação do programa PET e responsável pela definição das políticas de expansão, desenvolvimento e consolidação do PET como instrumento de promoção da educação tutorial no Brasil. Tem como atribuições apreciar propostas, critérios e procedimentos para extinção e para criação de novos grupos PET, por exemplo.
Grupos PET – O Programa de Educação Tutorial (PET) tem como objetivo fortalecer e apoiar atividades acadêmicas que integrem ensino, pesquisa e extensão, por meio de uma formação pautada no desenvolvimento de atividades acadêmicas em padrões de qualidade de excelência. De 2013 a 2014, teve um aumento significativo no número de grupos em instituições de ensino superior públicas e privadas de todo o país. Antes com 400 grupos, agora são 842 grupos PETs distribuídos entre 121 Instituições de Ensino Superior e cerca de 8.420 estudantes bolsistas.
Aspectos Técnicos – O Projeto PeixeFácil, já implantado na área experimental da UFRB em Cruz das Almas, possui três tanques de cultivo feitos em polietileno, com capacidade para cinco mil litros para criação de Tilápia. Ao lado destes são colocados tanques reservatórios para reposição de água e logo em seguida os biodigestores, biofiltros e o sistema de hidroponia vertical. Os tanques principais são produzidos com um visor estanque de policarbonato translúcido para observação dos peixes.

“Acho que o engenheiro deve ser mais completo e menos especialista. Esse é nosso desafio. Não dá para formar profissionais muito compartimentados para o mercado”, disse o presidente do SENGE, Ubiratan Félix, em sua palestra “A formação do Engenheiro e as demandas do mercado de trabalho”. O sindicalista destacou que o segmento é considerado hoje um dos mais importantes para o crescimento econômico e social do país. Entre as oportunidades, ele citou as obras da Copa do Mundo, das Olimpíadas, do PAC, do Pré-Sal e do programa Minha Casa Minha Vida. “Nós temos tudo a fazer. Existe um mercado em potencial para a Engenharia”, disse. E parabenizou os engenheiros pela data comemorativa da profissão, 11 de dezembro.
“Entendo que esse conceito representa o equilíbrio do padrão de qualidade institucional, uma vez que, nos anos anteriores, os cursos de graduação utilizados como referência foram outros e, embora a divulgação do conceito seja anual, a definição dos índices é calculada a partir da avaliação trienal de cursos. No caso do IGC 2012, o triênio de referência é 2010-2011- 2012”, pontua Caroline Fonseca, superintendente de Regulação e Registros Acadêmicos.