A UFRB participa da organização do I Congresso Baiano de Educação Inclusiva
I Congresso Baiano de Educação Inclusiva terá a participação de duas professoras do CFP: Susana Couto Pimentel e Lívia Menezes da Paz.
I Congresso Baiano de Educação Inclusiva terá a participação de duas professoras do CFP: Susana Couto Pimentel e Lívia Menezes da Paz.
Veja o Edital com o resultado da seleção:
A Câmara de Graduação aprovou, por unanimidade, os PPP’s dos cursos de Enfermagem e Engenharia Sanitária e Ambiental no dia 18/10. Os relatores dos cursos aprovados foram, respectivamente, os professores Isadora Balsini, do CCS e Clóvis Matheus, do CCAAB.
No dia 19/10, foram aprovados os PPP’s de Psicologia, Física, Matemática. Os relatores, respectivamente, foram os professores Robério Marcelo com assessoramento de uma profissional da Faculdade Jorge Amado, Antonio Andrade e Ricardo Falcão
Os demais cursos da UFRB continuam em discussão na Câmara, que se reunirá no dia 26/10, durante todo o dia, para apreciação de outros PPP’s.
Foram classificadas 40 entidades, sendo 23 pertencentes às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. As demais universidades são das regiões Sul e Sudeste.
Os recursos para apoiar os projetos de Incubadoras de cooperativas populares somam cerca de R$ 5 milhões, e são provenientes da Senaes, Ministério do Desenvolvimento Social, Fundação Banco do Brasil, Ministério da Educação e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia. Cada projeto irá receber entre R$ 100 mil e R$ 150 mil, conforme estipulado pelo Comitê Gestor do Proninc, que se reuniu na última quarta-feira (10) para tratar o assunto.
O Proninc financia atualmente 40 projetos em todo país.
REGIÃO NORTE/NORDESTE/ CENTRO-OESTE
Relação dos executores e os valores
Universidade Católica do Salvador – UCSal R$ 150.000,00
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB R$ 150.000,00
Fundação Universidade do Tocantins – UNITINS R$ 140.000,00
Universidade de Brasília – UNB R$ 140.000,00
Universidade Federal de Campina Grande – UFCG R$ 140.000,00
Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA – CE R$ 140.000,00
Universidade Federal da Bahia UFBA R$ 140.000,00
Universidade Federal de Goiás – UFG R$ 140.000,00
Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas – UNCISAL R$ 140.000,00
Universidade Federal do Piauí – UFPI R$ 120.000,00
Universidade Federal da Paraíba – UFPB/ Campus II Areia R$ 120.000,00
Universidade Estadual de Goiás R$ 120.000,00
Faculdade Frassinetti do Recife R$ 120.000,00
Universidade Federal de Rondônia – UNIR R$ 120.000,00
Centro Federal de Educação Tecnológica de Cuiabá CEFET Cuiabá R$ 120.000,00
Universidade Federal de Roraima – UFRR R$ 120.000,00
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) R$ 120.000,00
Universidade Federal de Grande Dourados – UFGD R$ 120.000,00
Universidade Estadual de Santa Cruz UESC R$ 120.000,00
Universidade Federal do Acre – UFAC R$ 120.000,00
Universidade Estadual de Alagoas – UNEAL R$ 100.000,00
Universidade Católica de Goiás R$ 100.000,00
Na oportunidade estudantes, professores, gestores, representantes estudantis dos diretórios acadêmicos, e convidados estiveram reunidos para discutir questões relacionadas ao tema.
A mesa de debate estava composta por:
Referente aos Editais 1 e 2 qual prazos deve-se considerar para execução dos serviços, o constante no Item 41 ou o do Item 72.7?
Resposta: Para a execução dos serviços deve-se considerar o prazo constante no ítem 41: 270 dias corridos.
Pergunta 02
Nas divergências entre as planilhas, os projetos e as especificações, qual a orientação que deverá prevalecer, o indicado no projeto, nas especificações ou na planilha?
Resposta: Deverão prevalecer as especificações contidas na planilha orçamentária do edital.
Pergunta 03
Como dividir as etapas dos cronogramas para as obras referentes aos editais 02,03 e 04/2007 de modo a observarmos as seis etapas previstas no anexo III e seus respectivos limites, de modo a atender o Item 33.6 dos Editais?
Resposta: Os cronogramas físico-financeiros só serão exigidos dos licitantes vencedores, por ocasião da assinatura do contrato.
Pergunta 04
Sendo a equipe técnica solicitada no envelope 2 (Item 33.8 dos Editais) compostas pelos mesmos profissionais apresentados no envelope 1 (Itens 29.3 e 29.4) é necessário a apresentação dos CAT’s dos mesmos novamente?
Resposta: Sim, é necessário a apresentação dos cat´s.
Pergunta 05
Referente ao Edital 03, solicitamos que seja disponibilizado o detalhamento dos elementos metálicos conforme descrito na especificação do item 10.2. sem o qual não poderemos quantificar o custo da execução.
Resposta: Para efeito de orçamento serão fornecidos aos licitantes os pesos de aço dos diversos componentes de estrutura metálica. O detalhamento dos elementos será fornecido oportunamente.
Pergunta 06
O item 5.5 “Painel em Aluzinc 0,6 mm em placas de 430x1800mm perfurado Software 48 Fab. HUNTHER DOUGLAS” da planilha orçamentária não consta no projeto executivo, tendo em seu lugar cobogó de cimento. Qual o material a ser utilizado?
Resposta: Cotar única e exclusivamente os serviços constantes na planilha orçamentária do edital.
Pergunta 07
Mantenha-se atualizado consultando periodicamente esta página.
O Reitor Paulo Gabriel Nacif esteve, nos dias 09 e 10 de outubro, na LXVIª reunião ordinária do Conselho Pleno da Andifes, ocasião em que, juntamente com outros dirigentes de IFES e parlamentares, apoiou a rearticulação da Frente Parlamentar em Defesa da Universidade Pública. Professor Paulo já conversou também com Deputados baianos que não estavam na reunião para que somem esforços no sentido de fortalecer a Frente Parlamentar.
A reunião da Andifes contou com a presença do secretário da Educação Superior (SESu/MEC), Ronaldo Mota, da diretora do Departamento de Desenvolvimento da Educação Superior (Dedes/SESu), Maria Ieda Costa Diniz, do secretário de Educação a Distância (SEED/MEC), Carlos Eduardo Bielschowsky, do procurador-geral federal, Marcelo de Siqueira Freitas, da presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lúcia Kluck Stumpf, da secretária geral, Cristina de Castro, e do diretor da Secretaria de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), José Thadeu de Almeida, e dos deputados federais Fátima Bezerra (PT-RN), Waldir Maranhão (PP-MA), Pedro Wilson (PT-GO) e Raquel Teixeira (PSDB-GO).
Frente Parlamentar em Defesa da Universidade Pública
Os deputados federais afirmaram a importância em se rearticular a Frente Parlamentar em Defesa da Universidade Pública. "As nossas reformas pontuais não podem ser maiores que a reforma de Estado e, consequentemente, a reforma educacional", afirmou o deputado Waldir Maranhão. De acordo com o deputado Pedro Wilson, a frente parlamentar é um espaço suprapartidário que busca defender a universidade pública. Nesse sentido, todos os que lutam por melhor qualidade no ensino superior público serão convidados a participar.
Criação das Procuradorias Seccionais
O presidente da Andifes, reitor Arquimedes Diógenes Ciloni (UFU), demonstrou a preocupação de todos os dirigentes com a criação das Procuradorias Seccionais. Segundo ele, das 170 seccionais atingidas com a medida, 130 estão vinculadas ao MEC, representando um quadro preocupante no que diz respeito às demandas das IFES.
Para o procurador-geral federal, Marcelo de Siqueira Freitas, o projeto de modificação da estrutura das procuradorias busca racionalizar e descentralizar o trabalho dos procuradores federais. De acordo com ele, cada vez mais procuradores ficavam responsáveis por responder apenas às demandas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em detrimento dos demais órgãos da Administração Federal. Além disso, as IFES não apresentavam critérios para a distribuição de vagas de procuradores federais de forma homogênea.
O projeto da Procuradoria-Geral Federal (PGF) pretende resolver essas demandas, vocacionando os procuradores a trabalharem junto às fundações, autarquias e IFES. Mas, de acordo com o procurador-geral federal, as instituições não perderão a estrutura das procuradorias com a criação das seccionais. "A proposta é garantir uma federal dentro das IFES mais engajada em oferecer consultoria jurídica, assessoramento jurídico e prestação de informações", afirmou.
De acordo com o procurador Marcelo Freitas, o dado encaminhado pelo MEC para a elaboração da distribuição de procuradores foi o número de alunos em 2005. A partir dele, a procuradoria pressupôs que daquele ano até 2007 houve um aumento de cerca de 40% no número de estudantes nas IFES. O ministério forneceu também informações sobre a quantidade de funcionários e docentes das instituições. Contudo, esses não foram utilizados na Portaria nº 720, de 14 de setembro deste ano, que fixa a lotação e o exercício dos procuradores federais e dos integrantes do quadro suplementar relativos aos servidores da Administração Federal indireta. "Isso não significa que novos critérios não possam ser debatidos e implantados", ressaltou.
Os dirigentes manifestaram sua preocupação com a retirada das procuradorias das IFES. Para eles essa atitude fere a autonomia universitária e prejudica o funcionamento e a gestão das instituições. O procurador Marcelo Freitas reafirmou a importância da criação das Procuradorias Seccionais para a racionalização do serviço oferecido e informou que a PGF tem todo o interesse em debater a redistribuição dos procuradores. Para isso, solicitou o apoio da Andifes no sentido de elaborar novos critérios para essa distribuição, que deve constar de nova portaria a ser assinada.
Plano Nacional de Assistência Estudantil
A diretora Maria Ieda Diniz informou que o MEC destinará R$ 126 milhões para assistência estudantil. Segundo ela, foram elaboradas duas simulações: uma inclui e a outra exclui os Cefets. Os dados serão repassados a todos os dirigentes para que apresentem sugestões de aprimoramento. Todos as IFES devem apresentar os seus projetos até dezembro deste ano para que o recurso seja liberado em janeiro de 2008.
Emenda Andifes 2007
O secretário Ronaldo Mota informou que as IFES podem elaborar os convênios com base no valor da emenda.
Reajuste salarial de docentes
O secretário Ronaldo Mota informou que a SESu está promovendo uma série de debates sobre a questão do reajuste salarial dos docentes das IFES. Essa demanda está sendo discutida juntamente com o plano de carreira dos professores. Segundo ele, a questão salarial emergente será resolvida até o final de outubro.
União Nacional dos Estudantes
A presidente da União Nacional dos Estudantes, Lúcia Stumpf, reafirmou a importância do apoio da Andifes aos projetos que a UNE desenvolve ao longo de seus 70 anos. Segundo ela, os estudantes continuarão lutando por questões importantes para a educação pública de qualidade, como a Reforma Universitária, o Plano de Desenvolvimento da Educação, o Reuni e o Plano Nacional de Assistência Estudantil. "A UNE entende que é sua tarefa dar respostas aos estudantes de nível superior sobre todas as questões que os envolvem e continuará atuando nesse sentido", afirmou.
Campanha "Educação não é mercadoria"
A secretária do Contee, Cristina de Castro, apresentou aos dirigentes a campanha nacional 'Educação não é mercadoria'. O objetivo é combater o processo de mercantilização e desnacionalização da Educação Superior e exigir do governo federal medidas concretas para regulamentar o ensino privado e barrar a ingerência do capital estrangeiro no setor privado. A intenção é multiplicar as peças com o apoio de diferentes setores da sociedade.
Para a campanha 'Educação não é mercadoria', foram confeccionadas as seguintes peças publicitárias: logomarca, banners, camiseta e outdoor. Além destas, a campanha conta com a veiculação de um vídeo.
Educação a Distância
O presidente da Comissão de Educação a Distância da Andifes, reitor Paulo Speller (UFMT), afirmou que a comissão vem trabalhando no sentido de institucionalizar a educação a distância. Segundo ele, a Associação também estuda formas de integrar essa forma de ensino no orçamento das IFES, para que as instituições tenham recursos adicionais para custear as despezas com educação a distância.
De acordo com o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, a SEED está preocupada em oferecer condições para que a Universidade Aberta do Brasil (UAB) possa crescer com qualidade, ser institucionalizada e apresentar mecanismos que garantam o seu funcionamento ao longo dos anos. Nesse sentido, a interlocução com a Comissão de Educação a Distância da Andifes é fundamental para instituir os instrumentos necessários para suprir essas demandas.
Para o secretário Carlos Bielschowsky, a parceria do MEC com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) permitirá manter a excelência da educação oferecida. "Em um primeiro momento, a UAB e a Capes ficarão instaladas na SEED para construir e solidificar a Universidade Aberta do Brasil. Depois, a UAB será transferida para a Capes já instituída como um programa de educação de qualidade", afirmou.
A SEED está construindo uma matriz de orçamento específica para a UAB, permitindo recursos adicionais às IFES. Para tanto, a secretaria deve realizar parcerias com os Municípios e os Estados, sensibilizando os dirigentes para essa demanda.
Segundo o secretário da SEES, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está mapeando todo o território nacional para que os cerca de 800 pólos regionais da UAB cubram todo o País. "A intenção é impedir que tenhamos um pólo em uma determinada região e outro a 20 km de distância", disse.
Modelos de alocação de técnicos-administrativos e de CDs e FGs
O presidente da Comissão de Recursos Humanos da Andifes, reitor Timothy Mulholland (UnB), apresentou aos dirigentes os modelos de alocação de técnicos-administrativos e de CDs e FGs. As simulações foram desenvolvidas a partir de dados recebidos das IFES e de informações do MEC.
Os modelos serão repassados a todos os dirigentes. O Conselho Pleno deliberou que as IFES deverão encaminhar sugestões aos modelos apresentados. Após esse prazo, a Comissão de Recursos Humanos da Andifes desenvolverá novas simulações e encaminhará os novos dados às IFES. Os modelos contendo as simulações adicionais serão apresentados a todos os dirigentes durante a próxima reunião extraordinária do Conselho Pleno da Associação.
Na manhã do dia 11, a primeira palestra foi da Professora Maria Salete Ferraz da UFMT. Para ela a Universidade é parceira da sociedade na busca da sustentabilidade local, e tem responsabilidades, diante dos problemas sociais atuais. A professora alertou que antes de construir um PDI, é preciso diagnosticar, na região em que a universidade está inserida, quais são as prioridades, os aspectos físicos, sociais, políticos, culturais e do meio ambiente, para saber de que forma e quais ações podem ser trabalhadas no ensino, pesquisa e extensão. Dessa forma a universidade será realmente importante na região em que atua.
A segunda palestra, do Professor Denilson Marques, da UFPE, falou da integração entre os mais diversos setores da universidade na construção do PDI. A necessidade de buscar a documentação existente da universidade e da região, como embasamento e diagnóstico. Para ele, o PDI deve ser um modelo de gestão, um pensamento estratégico. Ele forneceu os passos metodológicos que a UFPE utilizou na construção do PDI.
A última palestra, do Professor da UFSCar, Marco Antonio Zaboto, também demonstrou como a universidade se organizou para construir o PDI e como foi feito um diagnóstico das necessidades internas e externas.
A cerimônia de posse dos Professores Djeissom Silva Ribeiro, no cargo de Diretor e Sérgio Rocha, no cargo de Vice-diretor, do Centro de Formação de Professores da UFRB, foi realizada às 14h do dia 08, na sede do CFP.
Desde fevereiro, o Professor Djeissom é Diretor Pró-tempore do CFP. A consulta à comunidade acadêmica foi feita em Junho. A chapa teve 86% dos votos da comunidade. A composição da Lista Tríplice foi elaborada em 05 de julho.
O Professor Djeissom Ribeiro é graduado em Pedagogia, com Habilitação em Administração Escolar pela UNESP – Marília; mestre e doutor em Educação, na especialidade de Administração e Gestão Educacional. O Professor Sérgio Rocha é graduado em Química Industrial pela Universidade Federal da Bahia, mestre e doutor em Química Analítica.
Divididos em 04 grupos, eles vieram para a UFRB com o apoio do transporte escolar da Prefeitura Municipal de Cruz das Almas, parceira do projeto. Os alunos conheceram os laboratórios de física, química e no campo, viram alguns projetos em andamento que usam tecnologias sociais e ecológicas.
Os alunos da zona rural também participaram de diversas oficinas: ‘como fazer adubo orgânico’, ‘como conservar água e solo’ e ‘como fazer um filtro ecológico para água’. As oficinas foram ministradas por dez estudantes do Grupo GEAISA (Grupo de Estudo da Água e seus impactos), do curso de Agronomia da UFRB, que fazem parte do Projeto.
‘O Projeto Ciência e Tecnologia no meio rural: educando, incluindo e vivenciando’ visa oferecer aos alunos da zona rural da rede pública municipal, uma experiência única _ saber o que é uma universidade na prática e aprender o que pode ser exercitado em suas próprias casas, no meio rural. O Projeto foi aprovado pela Fapesb. Ao final das oficinas os alunos receberam um lanche de confraternização.
Para saber mais, a ASCOM colocou nos destaques deste site, um link para o Regimento que está em construção, já com as alterações aprovadas.
Este Dimensionamento deverá contemplar a diversidade da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB e possibilitar a melhoria do seu desempenho.
Todos os ocupantes de Cargos de Direção – CD e Funções Gratificadas – FG serão entrevistados para identificação dos instrumentos, tecnologias e pessoal utilizados em cada Unidade Administrativa e Acadêmica da UFRB, assim como dos serviços oferecidos e processos de trabalho.
Já as pessoas que desenvolvem atividades técnicas, administrativas e operacionais, terão a oportunidade de expressar sua opinião e dar sugestões sobre as atividades desenvolvidas e as condições oferecidas para a realização do trabalho.
Estas ações foram previstas no Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação e no Plano de Desenvolvimento dos Integrantes da Carreira da UFRB, aprovado pela Resolução CONSUNI nº 1/2007.
A equipe da PROGEP está programando, também, visitas às Unidades da UFRB, para verificação de outros aspectos que tenham influência no Dimensionamento das Necessidades de Pessoal e na Construção da Matriz de Alocação de Vagas.
O Professor Benedito Marques da Costa, tomou posse no cargo de Diretor pró-tempore do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas da UFRB, na sexta, 05 de outubro. O evento aconteceu às 10h no auditório da Pós no Campus Cruz das Almas.
{gallery}noticias/posse_ccaab{/gallery}
Os estudantes eram do 2º ano do ensino médio de três colégios públicos (Colégio Estadual Francisco da Conceição Menezes, Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães e Colégio Democrático Dr. Rômulo Almeida), e um colégio particular (Colégio Santo Antônio) do município de Santo Antônio de Jesus. Eles foram recebidos por Professores e bolsistas de projetos de pesquisa do CCS.
Ao clicar no link abaixo, é possível visualizar o selo de qualidade referente à avaliação.
http://gevestibular.abril.com.br/selos_ge.asp?CursoGraduacaoID=254796&opid=135914
Uma equipe de Professores e estudantes da UFRB, durante a semana de Ciência e Tecnologia, vai demonstrar, para a população de Cruz das Almas, como conservar orquídeas e bromélias nativas, utilizando a ciência e a tecnologia. No evento ainda vai ter exposição dessas belas espécies.
O evento será na Praça Municipal, do dia 03 ao dia 05 de outubro
A maior justificativa para um projeto como este, segundo a Professora Maria Angélica, fica por conta das especificidades das orquídeas e das bromélias. 70% das espécies dessas plantas são endêmicas da Mata Atlântica (isto é, são encontradas apenas neste ecossistema).
Hoje a Mata Atlântica é considerada um dos mais importantes conjuntos de ecossistemas do planeta, e um dos mais ameaçados, pois tem sido vítima de um acelerado processo de degradação ambiental. Desmatamentos, queimadas, extração de madeiras, exploração predatória de vegetais e animais, ocupação clandestina, assoreamentos e construção de depósitos irregulares de lixo em suas áreas, tudo isso destrói uma riqueza natural do Brasil. E com esta destruição, um grande contingente de espécies, muitas vezes desconhecidas, é eliminado de uma só vez.
A equipe que participa do Projeto, que foi aprovado pela FAPESB:
Maria Angélica P de C. Costa 1
Ana Cristina V. Loyola Dantas1
Simone Alves Silva1
Daniela de Souza Hansen 2
Moema Angélica C. da Rocha2
Maria Josirene S. Moreira 3
Érika Ribeiro de Souza 4
Rogério Marcos de Oliveira Alves 2
Fábio Ribeiro Garcia 4
Tailane Teixeira Silva 5
1 Professor/UFRB
2 Doutorando em Ciências Agrárias /UFRB
3 Mestranda UFRB, Bolsista/CAPES
4 Graduando UFRB, Bosista PIBIC
5 Bosista PIBIC Júnior/Fapesb
Para isso os monitores e professores receberam capacitação anterior ao evento.
Ele deu uma capacitação para 14 professores e alunos do ensino médio e fundamental, para as práticas laboratoriais, além de coordenar a organização do evento, junto com a direção do Colégio. Essa primeira mostra envolveu 15 estudantes da UFRB, que foram os monitores.
A abertura foi no dia 26, às 15h. Na mesa de abertura, o Vice-reitor Sílvio Soglia, a presidente da comissão executiva do Simpósio, Professora Soraya Jaeger, o coordenador geral do evento, Ediclan Machado e o Chefe Adjunto de Comunicação, Negócios e Apoio da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, Jorge Loyola.
Segundo a Profª. Soraya, o SBEA recebeu mais de 300 inscrições.
102 trabalhos foram apresentados nos dias 27 e 28/09, em forma de painel ou apresentações orais. Houve uma comissão, formada por professores da UFRB e de outras universidades, e pesquisadores da Embrapa, que julgou os melhores trabalhos. O melhor trabalho receberá o prêmio ‘Jovem Pesquisador’, a ser divulgado posteriormente.
Na palestra de abertura, intitulada ‘Limites da Sustentabilidade’, o jornalista Washington Novaes falou que as questões ambientais precisam estar na pauta do dia, não porque o meio ambiente está em perigo e sim porque o homem já ultrapassou os limites que põem em risco o planeta e o próprio ser humano. É preciso repensar todas as ações humanas que interferem na natureza, sejam elas culturais, econômicas, sociais. Estamos vivendo uma ‘crise de padrão civilizatório’, segundo ele.
Novaes achou interessante uma universidade com pouco tempo de criada e no interior da Bahia, estar realizando um evento neste porte e afirmou que os problemas com o clima serão sentidos tanto por quem mora em grandes cidades quanto quem mora em cidades pequenas. Todos precisam fazer a sua parte.
A ASCOM quis saber de Novaes se os cursos de jornalismo precisam fornecer em seus currículos uma especialização na área ambiental. Ele afirmou que meio ambiente já é pauta diária dos grandes veículos e todo jornalista precisa conhecer o assunto tanto quanto precisa saber sobre cultura, economia, saúde, história. O jornalista atual tem que considerar todos os fatores que interferem na vida do homem no planeta. As questões ambientais hoje também são fruto de um sistema social adotado pelos países.
Durante o SBEA o projeto da APAEB, Sertão Verde, expôs material produzido com sisal.
O SBEA foi organizado pelo PET/Agronomia, que tem 12 estudantes da UFRB.
Segundo a coordenação do PET/Agronomia, o evento foi apenas o início de uma agenda preocupada em desenvolver um espírito crítico e reflexivo sobre algumas questões atuais na área ambiental, tanto no meio acadêmico da UFRB quanto na sociedade do Recôncavo.
Consulte mais informações no site www.sbea.ufrb.edu.br.
{gallery}sbea{/gallery}
As atividades fazem parte do Projeto de Extensão "Promovendo Qualidade de Vida de Idosos no Município de Santo Antônio de Jesus/BA" .
A Professora Sílvia Raquel de Moraes recebeu um grupo de idosos para visitar as dependências do CCS – Centro de Ciências da Saúde, como parte de uma atividade. Antes os idosos visitaram o Posto de Saúde no bairro do Cajueiro – atividade relacionada com a prática de hábitos de vida saudáveis na terceira idade.
Já a Professora Cláudia Feio (uma das coordenadoras do projeto, além das Professoras Silvia Raquel e Daniela Biscarde) participou da III Feira de Saúde do Idoso que aconteceu na Praça Padre Mateus, em Santo Antônio de Jesus, e fez coleta de dados para o Projeto.
{gallery}noticias/proj_idosos{/gallery}
Resultado da seleção para professor substituto no CCAAB:
CCA 029 ZOOLOGIA GERAL
1º Lugar – Mariana Cutolo de Araújo
2º Lugar – Geni da Silva Sodré
3º Lugar – Luiza Teles Barbalho
4º Lugar – Florisvaldo Mesquita dos Santos
5º Lugar – Fúlvio Viegas Santos Teixeira de Melo
CCA 063 PRINCíPIOS DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
1º Lugar – Daniela de Souza Hasen
2º Lugar – Evangildo Santana Santos
3º Lugar – Lívia Calmom Bastos
4º Lugar – Leandro Gonçalves dos Santos
5º Lugar – Gean Carlos Soares Capinan
6º Lugar – Tâmara Rodrigues Barreto
7º Lugar – Renata Rocha – desclassificada
CCA 145 EMBRIOLOGIA GERAL
1º Lugar – Raul Mauricio Aragão Souza
2º Lugar – Edvaldice Nascimento Macedo da Silva – desclassificada
CCA 058 GENÉTICA GERAL
1º Lugar – Ricardo Franco Cunha Moreira
2º Lugar – Karina Vieira Chiacchio Velame
3º Lugar – Emanoela Aragão Souza
4º Lugar – Gláucia Amorim Faria
CCA 161 ANATOMIA I
1º Lugar – Alessandra Nasser Caiafa
2º Lugar – Thenyson Luiz Farias dos Reis
3º Lugar – Gilmara Alvarenga Fachardo Oliveira
4º Lugar – Ana Claudia Gomes dos Santos
5º Lugar – Fabrício Ribeiro Araújo
Resultado no CETEC:
CET 006 ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
1º Lugar – Rogério Lemos de Carvalho
2º Lugar – Georgette de Fátima Duarte Pinto Ferreira Petrucci
CET 007 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL E CET 061 GEOMETRIA ANALÍTICA
Não houve aprovados
CET 012 DESENHO TÉCNICO E CET 025 DESENHO TÉCNICO I
1º Lugar – Lousane Lordêlo Cerqueira
CET 013 INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
1º Lugar – Roberta Alessandra Bruschi Gonçalves Gloaguen
2º Lugar – Márcio Aparecido Lúcio
Edital de concorrência publicado pela Superintendência de Implantação e Planejamento do Espaço Físico.
Edital de Concorrência 04/2007
Arquivos Edital de Concorrência 04/2007
Senhor Licitante, favor enviar pelo Fax: (75) 3621 – 5540 a página 2 do Edital de interesse devidamente preenchida.
Edital de concorrência publicado pela Superintendência de Implantação e Planejamento do Espaço Físico.
Edital de Concorrência 03/2007
Arquivos Concorrência 03/2007 – Parte 1
Arquivos Concorrência 03/2007 – Parte 2
Senhor Licitante, favor enviar pelo Fax: (75) 3621 – 5540 a página 2 do Edital de interesse devidamente preenchida.
Pequenos agricultores das localidades de Tapera, Corta Jaca, Cadete e Três Bocas, no município de Cruz das Almas, receberam capacitação para o manejo conservacionista e agroecológico do solo.
O curso faz parte do Programa de Capacitação e Extensão Rural, com enfoque em sistemas Agroecológicos de produção agrícola no município de Cruz das Almas, coordenado pelo Professor Alexandre Almassy e executado pela UFRB e Secretaria Municipal de Agricultura de Cruz das Almas, com apoio financeiro do MDA e participação de professores e alunos do Curso de Agronomia da Universidade.
O curso de manejo agroecológico de solo foi realizado para as quatro comunidades rurais nos dias 16 de 17 e 23 e 24 de setembro pelo professor do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB) José Fernandes de Melo Filho. Segundo o professor foram dois dias de intensa atividade no campo, oportunidade na qual os agricultores aprenderam sobre formas alternativas e ecológica de usar o solo para o cultivo de mandioca, citros e inhame.
Professor Fernandes destaca que o mais importante foi a possibilidade que eles tiveram de ver e praticar as técnicas recomendadas para conservar e manejar adequadamente os solos tropicais. Além disso, eles visitaram uma propriedade rural da própria localidade que já usa princípios de manejo conservacionista e ecológico de solo, onde puderam ver e discutir in loco os princípios da agroecologia aplicada ao manejo do solo.
Segundo Ubiratam Oliveira, mestrando do Curso de Ciência do Solo da UFRB, que coordena as atividades de campo do projeto, esse é o início de uma série de eventos de capacitação em agroecologia para pequenos agricultores. Para ele, este primeiro curso deu oportunidade para que os agricultores tivessem a teoria e a prática das técnicas em seu próprio ambiente. Foi um curso de ‘aprender-fazendo’.
Para cargo de Diretor:
|
Candidatos |
Estudantes |
Docentes |
Servidores |
Total |
|
Amilcar Baiardi |
7 |
– |
– |
7 |
|
Fábio Joly |
102 |
14 |
– |
116 |
|
Xavier Vantin |
56 |
12 |
5 |
73 |
|
André Itaparica |
68 |
13 |
5 |
86 |
|
Renata Pitombo |
94 |
13 |
– |
107 |
O processo de escolha dos novos dirigentes do CAHL começou em maio e finalizou no dia 20 de setembro, após vários debates temáticos. O Professor Amílcar Baiardi se definiu como anti-candidato e se inscreveu para o cargo de direção para poder participar dos debates.
O III Encontro começou na quarta,19/09 e terminou na sexta, 21. Organizado pelo Grupo Agrovida e pela UFRB, teve como objetivo geral promover a reflexão e a mobilização sobre a importância da Agricultura Familiar e Agroecologia para o Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário no contexto da educação e formação profissional, restabelecendo o compromisso entre a Universidade e a Sociedade.
Além de estudantes e professores da UFRB, a platéia do primeiro dia do evento reuniu profissionais da área de ciências agrárias e principalmente agricultores (as) familiares.
Simone iniciou fazendo uma breve apresentação do Grupo AGROVIDA e da importância da realização desse III Encontro. Todos na mesa destacaram o empenho dos estudantes, membros do Grupo AGROVIDA, na busca de quebrar os muros da Universidade e trazer a sociedade cada vez mais próxima do ensino, da pesquisa e da extensão, para que estas atividades inerentes de uma universidade estejam adequadas a realidade social do país, em especial da Bahia, a partir de eventos dessa magnitude.
A Conferência de Abertura intitulada “As Políticas Territoriais, Agroecologia e Agricultura Familiar no Estado da Bahia” contou com as palestras proferidas pela Professora Tatiana Veloso (Articuladora pela UFRB do Território do Recôncavo) e por Nereide Segala (Representante do Território da Bacia do Jacuípe). Abordou-se a importância dos Territórios de Identidade, enquanto espaços democráticos, para a construção do Desenvolvimento Regional Sustentável.
Na tarde do primeiro dia aconteceram as seguintes oficinas:
1. Agrocombustíveis – teve como facilitador o Sr. Paulo Sérgio da FETRAF e foi pontuada a perspectiva da Agricultura Familiar em relação ao tema, visando também despertar a consciência quanto aos cuidados com o Meio Ambiente, a Biodiversidade, a Soberania Alimentar e as Políticas de Assessoria Técnica.
2. Práticas Agroecológicas na Horticultura
3. Conhecendo Tecnologias Sociais – o facilitador foi Aelson Almeida, Pró-reitor de Extensão da UFRB. Na oficina ocorreram debates produtivos sobre questões relacionadas à Agricultura Familiar, sua multifuncionalidade e as relações com as Tecnologias Sociais, como aplicações técnicas ou instrumentais que facilitam os trabalhos dos agricultores (as), trazendo maior satisfação e prazer, ou seja, melhores condições de vida.
4. Gestão Associativa – O facilitador foi Reinaldo Varjão, professor da EMARC-Valença. Ele desenvolveu metodologias participativas incentivando a prática da cooperação e o exercício da “com-vivência” (viver com os outros), destacando também a importância da comunicação e o exercício da “paz-ciência”.
5. Plantas Medicinais- O facilitador foi Professor Alexandre Almassy, da UFRB, que desenvolveu atividades em grupo buscando demonstrar algumas plantas medicinais muito importantes para o desenvolvimento da agroecologia, apresentando aspectos técnicos como cultivo e propagação e aspectos da planta como princípio ativo e funções para o ambiente e para as pessoas.
6. Práticas Agroecológicas na Horticultura – O facilitador foi André Leonardo, da Escola Agrotécnica Federal de Santa Inês, que fez uma exposição de ações e práticas agroecológicas para a horticultura e dividiu os participantes em grupos para fazer um diagnóstico do sistema produtivo nas hortas do Projeto Volta à Terra. Logo após foram apresentados os pontos positivos e negativos pelos grupos, destacando possíveis soluções agroecológicas. Foi demonstrado também os processos de Compostagem e Biofertilizante, muito importantes para serem utilizados na agricultura, diminuindo custos e trazendo benefícios aos agricultores (as).
No segundo dia, 20/09, pela manhã:
Houve a Conferência “Economia Solidária, Soberania Alimentar e Sementes Crioulas”, tendo como expositores Nereide Segala, representando o Fórum Baiano da Economia Solidária, Romildo Simões da UNISOL e Adenilton Nunes do GARRA.
Finalizando a manhã, aconteceu a palestra “Política Estadual de ATER” de Fernando Oticica, da FETRAF-BA, que falou sobre aimportância da Política de ATER e as novas demandas necessárias para o fortalecimento da Agricultura no estado da Bahia.
{gallery}iii_eaaf{/gallery}
Folder III Encontro sobre Agroecologia e Agricultura Familiar da UFRB
Para saber mais sobre o AGROVIDA
O Movimento de Apoio à Agricultura Familiar – AGROVIDA, foi fundado em 12 de fevereiro de 2003 e constitui-se como uma associação civil, de direito privado, de caráter sócio ambiental, sem fins lucrativos e de duração indeterminada.
Tem como missão desenvolver e experimentar Metodologias Participativas com professores, estudantes, agricultores (as) familiares, técnicos (as) e gestores (as) rurais inseridos no contexto da Agricultura Familiar, por meio de princípios educativos baseados na Agroecologia, facilitando o Desenvolvimento Rural Sustentável, bem como estimular as parcerias, o diálogo local e a solidariedade entre os diferentes segmentos sociais, visando a construção de políticas públicas de Educação para o campo.
O Grupo realizou o I e o II Encontro sobre Agroecologia e Agricultura Familiar da UFRB, que tinham como principal objetivo a criação e o fortalecimento do Núcleo de Agricultura Familiar e Agroecologia da UFRB e a consolidação do Grupo AGROVIDA como grupo de apoio a Agricultura Familiar e Agroecologia.
O Programa foi lançado dia 20/09. Conheça o Programa Vivência Comunitária
O primeiro evento do Programa foi o Festival de Integração da UFRB, que revelou um show talentos. O Festival foi organizado em parceria com a PROEXT, no Projeto 'Quinta de Outras Palavras', socializando assim, as atividades de vivência comunitária entre estudantes, professores e servidores.
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação em parceria com a Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia torna público e convoca sua comunidade acadêmica do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), Centro de Ciências da Saúde (CCS) e do Centro de Formação de Professores (CFP) a apresentar proposta para a obtenção de 03 (quatro) bolsas, concedidas pela UFRB, direcionadas para o Programa Monitoria Científica, com duração de 5 (seis) meses. O edital especial visa contemplar os Centros de Ensino da UFRB que não foram contemplados na primeira chamada do programa em 2006.
O Programa de Monitoria Científica (PMC) contemplará, em âmbito institucional bolsas com duração de 05 (seis) meses e dedicação de, no mínimo, 20 horas semanais do aluno, divididas entre atividades de ensino e de pesquisa, podendo se candidatar os alunos regularmente matriculados em qualquer Curso de Graduação dos Centros de Ensino mencionados no caput do edital.
Veja o edital no site da PRPPG.
Edital de concorrência publicado pela Superintendência de Implantação e Planejamento do Espaço Físico.
Edital de Concorrência 02/2007
Edital de Concorrência 02/2007 – Dossiê Fotográfico
Edital de Concorrência 02/2007 – Especificação de Serviços e Materiais
Edital de Concorrência 02/2007 – Memorial
Edital de Concorrência 02/2007 – Orçamento
Edital de Concorrência 02/2007 – Projeto Arquitetônico .ctb
Edital de Concorrência 02/2007 – Projeto Arquitetônico .dwg
Edital de Concorrência 02/2007 – Projeto Complementar – Comunicação
Edital de Concorrência 02/2007 – Projeto Complementar – Eletricidade
Edital de Concorrência 02/2007 – Projeto Complementar – Esgoto
Edital de Concorrência 02/2007 – Projeto Complementar – Gás
Edital de Concorrência 02/2007 – Projeto Complementar – Hidráulico
Edital de Concorrência 02/2007 – Relação de Plantas
Senhor Licitante, favor enviar pelo Fax: (75) 3621 – 5540 a página 2 do Edital de interesse devidamente preenchida.
Estão abertas as inscrições para seleção de professor substituto por tempo determinado no período de 17 a 19 de setembro de 2007 no CCS, em Santo Antonio de Jesus, no CCAAB e no CETEC em Cruz das Almas.
As vagas são para para professor de Matemática (02 vagas); Introdução à Ciência da Computação (01 vaga); Desenho Técnico ( 01 vaga); Princípios de Tecnologia de Alimentos (01 vaga); Genética Geral (01 vaga); Zoologia Geral (01 vaga); Embriologia Geral (01 vaga); Anatomia I (01 vaga) e Biofísica (01 vaga); Estrutura, Dinâmica e Terapêutica de Sistemas Biológicos Humanos (01 vaga).
Haverá prova de títulos, mas não se exige pós gradução, basta o candidato ser formado na área ou áreas afins.
As informações serão prestadas pela Secretaria da Unidade de Ensino a que estiver vinculada a seleção.
CCS – (75) 3632-4598 / 3632-4629
CETEC – (75)3621-9362
CCAAB – (75)3621-9751
A taxa relativa à inscrição é de R$20,00 (vinte reais). Veja as instruções de como pagar a GRU no site da PROGRAD.
Maiores informações em http://www.prograd.ufrb.edu.br.
O Professor Luiz Favero, Diretor do Centro de Ciências da Saúde da UFRB, representando o Reitor da universidade, participou do seminário, realizado no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador.
Edital de concorrência publicado pela Superintendência de Implantação e Planejamento do Espaço Físico.
Edital de Concorrência 01/2007
Edital de Concorrência 01/2007 – Planilha
Senhor Licitante, favor enviar pelo Fax: (75) 3621 – 5540 a página 2 do Edital de interesse devidamente preenchida.
O Coral da UFRB tem 50 integrantes inscritos. Os primeiros ensaios começaram em setembro de 2007.
Os ensaios são nas segundas e quartas, às 17:30h, com uma hora de duração.
O regente do Coral é o Professor Josias Aureliano da Silva Filho, mais conhecido como Júnior. Professor Júnior estudou até o penúltimo ano do curso de Música, no Seminário Teológico do Norte, em Recife-Pe, e fez vários cursos de média duração em Regência.
No Coral da UFRB estão estudantes, servidores e docentes. A maioria nunca participou antes de um coral, mas sempre cantou no banheiro, em karaokês ou rodinhas de violão. Quem sabe entre eles não existam possíveis tenores, baritonos, sopranos, mezzos, contraltos e baixos? a questão é descobri-los e incentivá-los, acredita Professor Júnior. "Espero adequar a técnica ao prazer de cantar na comunidade da UFRB", afirma.

Professor Júnior é jovem, tem apenas 32 anos, mas tem uma longa estrada de música. Começou cedo, aos 8 anos já cantava, incentivado pela mãe, que também atua em corais. É autodidata em música digital, arrajos e composição. Já tocou no Coral Sinfônico do Recife e no Quarteto Maranata, em Recife. Em Cruz das Almas, atuou como regente do Coral da Embrapa, do Coral da Primeira Igreja Batista e do Colégio Jorge Guerra. Atualmente está coordenando a área de música da Igreja Batista de Alagoinhas e dá aulas em escolas do ensino fundamental.
Para você que se interessa por um coral, mas acha que não tem boa voz, veja as opções:
As vozes femininas, nesta estrutura, podem ser:
Soprano coloratura (palavra italiana), ou soprano ligeiro:
O termo coloratura significava, na origem, "virtuosismo" e se aplicava a todas as vozes. Hoje, aplica-se a um tipo de soprano dotado de grande extensão no registro agudo, capazes de efeitos velozes e brilhantes.
Soprano lírico:
Voz brilhante e extensa.
Soprano dramático:
É a voz feminina que, além de sua extensão de soprano, pode emitir graves sonoras e sombrias.
Mezzo-soprano (palavra italiana):
Voz intermediária entre o soprano e o contralto.
Contra alto:
Muitas vezes abreviada para alto, a voz de contralto prolonga o registro médio em direção ao grave , graças ao registro "de peito".
A voz masculina pode ser identificada como:
Contra tenor:
Voz de homem muito aguda, que iguala ou mesmo ultrapassa em extensão a de um contralto. Muito apreciada antes de 1800, esta é a voz dos principais personagens da ópera antiga francesa (Lully, Campra, Rameau), de uma parte das óperas italianas, do contralto das cantatas de Bach, etc…
Tenor ligeiro:
Voz brilhante, que emite notas agudas com facilidade Ou nas óperas de Mozart e de Rossini, por exemplo, voz ligeira e suave.
Tenor lírico:
Tipo de voz bem próxima da anterior. Mais luminosa nos agudos e ainda mais cheia no registro médios e mais timbrada.
Tenor dramático:
Com relação à anterior, mais luminosa e ainda mais cheia no registro médio.
Barítono "Martin", ou Barítono francês:
Voz clara e flexível, próxima da voz de tenor.
Barítono verdiano:
Exemplo: o protagonista da ópera Rigolleto, de Verdi.
Baixo-barítono:
Mais à vontade nos graves e capaz de efeitos dramáticos.
Baixo cantante:
Voz próxima à do barítono, mais naturalmente lírica do que dramática.
Baixo profundo:
Voz de grande extensão a amplitude no registro grave.
Sopraninos:
Desde a Idade Média, os meninos na faixa dos sete aos 15 anos são requisitados para interpretar obras sacras. É quando os garotos atingem o status de sopranino, a mais aguda das vozes. Mais até do que as vozes femininas de sopranos e contraltos – a do sopranino soa uma oitava acima.
Nesta segunda, 17/09, 32 novos servidores técnicos administrativos participaram de um evento de recepção com o Reitor, Vice-reitor, Pró-reitores e alguns Diretores de Centros da UFRB. O objetivo foi humanizar e integrar o grupo, que foi nomeado no final de maio mas tomou posse durante a greve de servidores das IFES.
O evento de recepção foi realizado pela PROGEP, a pedido do Gabinete da Reitoria.
A UFRB herdou da antiga Escola de Agronomia da UFBA, 95 servidores. Em dezembro, 25 novos servidores foram integrados ao quadro. Hoje são 152 colaboradores na construção desta nova universidade, espalhados pelos quatro Campi.
O Professor de História da UFRB Nuno Gonçalves foi um dos poetas do Caruru dos Sete Poetas _ Recital com gostinho de dendê. O evento aconteceu no sábado, dia 22. Ele une poesia, literatura e cultura afro, faz uma reverência aos Ibejis, da tradição afro-brasileira, e aos santos católicos São Cosme e São Damião.
Agnaldo Souza do Nascimento – CFP
Djavan do Amor Divino de Jesus – CFP
Josenildo Silva dos Santos – CCS
Patrícia Santos Barbosa – CCAAB
Rodolfo Ferreira Assunção – CAHL
Contamos agora com 39 bolsitas dos quatro campi da UFRB envolvidos em atividades de formação, pesquisa e extensão em comunidades populares, promovendo a tessitura de saberes entre a universidade e os espaços populares.
O Conexões de Saberes é um programa desenvolvido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade – SECAD/MEC, junto a Instituições Federais de Ensino Superior – IFES, e em parceria com a OSCIP Observatório de Favelas- RJ.
Está presente em 37 universidades federais brasileiras, na UFRB tem um enfoque especial nas culturas locais, no desenvolvimento regional e na questão étnico-racial para que estejam inseridos em atividades acadêmicas voltadas para elaboração de diagnósticos, proposição e avaliação de políticas de ações afirmativas de acesso e permanência no ensino superior.
Dos 15 cursos de graduação que a universidade já oferece, quatro deles passam a ter opção de turno noturno. Também foram criados oito cursos novos e quatro deles também funcionarão à noite.
Para o Professor do CFP, Marivaldo do Amaral o assunto é importante, já que a UFRB tem vivenciado um consórcio entre Universidades Baianas, e a adesão à EaD é praticamente inevitável na dinâmica da sociedade atual. Ele acrescenta: 'buscamos nos instrumentalizar para com esta discussão, para melhor orientar nossas decisões enquanto comunidade acadêmica, quanto a que modelo de EaD poderemos ou não, aderir no CFP'.
O CFP teve ainda mais duas mesas, discutindo o REUNI, com a Pró-Reitora de Graduação, Profª Dinalva Mello, e mais uma mesa organizada pelo estudantes do CFP, com membros da Executiva Estadual de Pedagogia, para dialogar sobre a posição do movimento estudantil diante das temáticas EaD e REUNI.





A Coordenadoria de Processamento de Dados da UFRB já fornece, entre outros serviços, uma solicitação online de email institucional e suporte técnico para equipamentos e softwares utilizados na instituição. Há ainda textos explicativos (tutoriais) que podem ajudar na utilização da informática no dia a dia. Para mais informações consulte www.cpd.ufrb.edu.br.
1. O GABINETE
Recebe a proposta ou a minuta do Convênio;
Envia a Assessoria para avaliar a pertinência ou não do Convênio
1.1- A Assessoria para Parcerias Institucionais procede à análise preliminar do mérito e encaminha à Coordenadoria de Contratos e Convênios para que esta forme o processo;
1.2- A Coordenadoria Recebe a proposta, constitui o processo e envia a ou às Pró-Reitoria (s) Pertinente(s);
2. AS PRÓ-REITORIAS (PROEX, PRPPG)
Examina o mérito do convênio do ponto de vista acadêmico/técnico;
Encaminha ao Centro Correspondente, se for o caso. Este analisa o orçamento e o plano de aplicação de recursos (quando for necessário);
Retorna o processo à Coordenação de Convênios e Contratos.
3. (Finalização) A COORDENADORIA DE CONVÊNIOS E CONTRATOS
Verifica se o convênio está de acordo com as normas;
Adequa o convênio;
Faz o registro do convênio no Setor;
Encaminha à Procuradoria Jurídica.
4. PROCURADORIA JURÍDICA
Aprecia os aspectos legais e formais e emite o parecer;
Encaminha ao Gabinete do Reitor para assinatura, ou;
Envia à Coordenação de Convênios e Contratos para providências, caso haja diligência a ser cumprida.
5. O GABINETE DO REITOR
Submete o convênio a assinatura do Reitor;
Retorna o processo à Coordenação de Convênios e Contratos após assinatura, para os demais trâmites.
(Ações Internas)
6. A COORDENADORIA DE CONVÊNIOS E CONTRATOS
Recebe o processo com o convênio assinado pelo Reitor;
Retira as vias do convênio e guarda o processo em pasta provisória;
Encaminha mediante ofício as vias do convênio para a assinatura dos demais partícipes, através do Centro executor na UFRB.
7. O(S) PARTÍCIPE(S)
Assina todas as vias do convênio;
Devolve as vias assinadas através do Centro, retirando a sua via;
8. O CENTRO
Devolve as vias assinadas à Coordenação de Convênios e Contratos.
9. A COORDENADORIA DE CONVÊNIOS E CONTRATOS
Recebe as vias devidamente assinadas;
Arquiva em pasta definitiva;
Encaminha uma cópia do convênio para o Centro executor para os devidos acompanhamentos e sua execução.
Deborah Torres – Coordenadora
Cristiano Santos Soares – Chefe de Gestão do Núcleo de Contratos
Daniela Oliveira Neves – Chefe de Gestão do Núcleo de Convênios
Tel.: 75 3621-9739
Rotina para celebração de convênios – UFRB
Convênios de Estágio:
Convênios de Cooperação Técnica:
Contratos:
Na semana de 03 a 06/09 os Coordenadores de cursos, os Diretores de Centros de Ensino, Reitor e Vice-reitor da UFRB, fizeram uma maratona pelas cidades da região para divulgar os cursos que serão oferecidos em 2008.
Em Feira de Santana o evento aconteceu na segunda, 03/09, no Colégio Santo Antonio (na foto o Reitor com uma turma do Colégio). Em seguida, a equipe de divulgação foi para o Parque de Exposições de Feira, onde acontece a XXXII Exposição Agropecuária de Feira. Veja nas fotos, a interação dos Diretores Aureo e Djeisson com os visitantes.

Em Cachoeira, na terça, 04/09, foi na praça Dr. Milton, em frente aos Correios, no centro da cidade. Nas fotos, stands com professores da UFRB e estudantes do segundo grau, interagindo.

Em Amargosa, na quarta, 05/09, a concentração foi na praça do Cristo, em frente à antiga delegacia, no centro.
Em Santo Antonio, na quinta, na praça em frente ao Antonius Hotel. Os professores e estudantes bolsistas do Projeto Mec/SESU visitaram as seis escolas de ensino médio de Santo Antonio e na quinta a interação foi com a comunidade.


A privatização da Vale do Rio Doce está sendo levada à consulta popular pelos movimentos sociais. O plebiscito acontece dos dias 1º a 9 de setembro, pelo Comitê Nacional pela Anulação da Privatização da Vale do Rio Doce e pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Privatizações.
Na UFRB, a APUB foi a responsável pela instalação das urnas. Este é um plebiscito popular, organizado pela sociedade civil. Ele tem forte valor político, de pressão popular. É como um abaixo assinado. Servirá de pressão para o Congresso Nacional, e outras forças se engajarem nessa causa da recuperação do patrimônio da Vale, que pode vir pela decisão do judiciário.
Confira os oito estudantes classificados.
O Reitor da UFRB enfrentou uma maratona de entrevistas em Feira de Santana, com o objetivo de divulgar os novos cursos da instituição.
Professor Paulo Gabriel Nacif foi entrevistado na TV Subaé, emissora do Grupo Rede Bahia, afiliada da Rede Globo, no Jornal da Manhã da segunda-feira, 03 de setembro, ao vivo, pelo jornalista Isaías Malhado. A TV Subaé tem cobertura em 39 municípios.
Depois a entrevista foi para a Rádio Princesa FM, com o radialista Valdir Moreira. Em seguida para a Rádio Povo, com o radialista Ed Santos.

O Plano de Desenvolvimento Institucional da UFRB está sendo discutido por uma comissão com 17 pessoas, representando diversos setores da instituição.
A comissão é composta por Warli Anjos de Souza (Pró-reitor de Planejamento e Presidente da Comissão), Aelson Silva de Almeida (Pró-reitor de Extensão), Celso Luiz Borges de Oliveira (Diretor do CETEC), Cláudio Orlando Costa do Nascimento (Coordenador de Políticas Afirmativas da PROPAAE), Dinalva Melo do Nascimento (Pró-reitora de Ensino de Graduação e Registros Acadêmicos), Débora Tôrres (Coordenadora de Contratos e Convênios da PROAD), Djeissom Silva Ribeiro (Diretor do CFP) , Evenice Santos Chaves (Professora CFP), Geraldo Sampaio Costa (Diretor do CAHL), Juliana Araújo Dantas (Servidora do CAHL), Lucilene Brito dos Santos (Servidora do CCS), Luiz Antonio Fávero Filho (Diretor do CCS), Luiz Antonio Silva Araújo (Professor do CAHL), Maria Inês Almeida de O. Pinto (Pró-reitora de Gestão de Pessoal), Susana Couto Pimentel (Professora do CFP), Suraya Brito Chagas (Servidora do CFP) e Vital Pedro Silva da Paz (Coordenador de Pesquisa da PPRPPG ).
A comissão foi instalada no dia 20 de julho, vem se reunindo periodicamente e aprovou um calendário de atividades que prevê a finalização dos trabalhos para março de 2008.
As discussões da Comissão são sobre concepção de universidade, planejamento estratégico, metodologia de construção do PDI, etc.
Em setembro estão previstas palestras de especialistas sobre experiências com planejamento, construção e execução de PDI, dentro da proposta do REUNI.
As caravanas resultaram em uma pequena matéria em veículo nacional.
ROTINA PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS – UFRB
1. O GABINETE
Recebe a proposta ou a minuta do Convênio;
Envia a Assessoria para avaliar a pertinência ou não do Convênio
1.1- A Assessoria para Parcerias Institucionais procede à análise preliminar do mérito e encaminha à Coordenadoria de Contratos e Convênios para que esta forme o processo;
1.2- A Coordenadoria Recebe a proposta, constitui o processo e envia a ou às Pró-Reitoria (s) Pertinente(s);
2. AS PRÓ-REITORIAS (PROEX, PRPPG)
Examina o mérito do convênio do ponto de vista acadêmico/técnico;
Encaminha ao Centro Correspondente, se for o caso. Este analisa o orçamento e o plano de aplicação de recursos (quando for necessário);
Retorna o processo à Coordenação de Convênios e Contratos.
3. (Finalização) A COORDENADORIA DE CONVÊNIOS E CONTRATOS
Verifica se o convênio está de acordo com as normas;
Adequa o convênio;
Faz o registro do convênio no Setor;
Encaminha à Procuradoria Jurídica.
4. PROCURADORIA JURÍDICA
Aprecia os aspectos legais e formais e emite o parecer;
Encaminha ao Gabinete do Reitor para assinatura, ou;
Envia à Coordenação de Convênios e Contratos para providências, caso haja diligência a ser cumprida.
5. O GABINETE DO REITOR
Submete o convênio a assinatura do Reitor;
Retorna o processo à Coordenação de Convênios e Contratos após assinatura, para os demais trâmites.
(Ações Internas)
6. A COORDENADORIA DE CONVÊNIOS E CONTRATOS
Recebe o processo com o convênio assinado pelo Reitor;
Retira as vias do convênio e guarda o processo em pasta provisória;
Encaminha mediante ofício as vias do convênio para a assinatura dos demais partícipes, através do Centro executor na UFRB.
7. O(S) PARTÍCIPE(S)
Assina todas as vias do convênio;
Devolve as vias assinadas através do Centro, retirando a sua via;
8. O CENTRO
Devolve as vias assinadas à Coordenação de Convênios e Contratos.
9. A COORDENADORIA DE CONVÊNIOS E CONTRATOS
Recebe as vias devidamente assinadas;
Arquiva em pasta definitiva;
Encaminha uma cópia do convênio para o Centro executor para os devidos acompanhamentos e sua execução.
Veja as fotos do evento e o vídeo apresentado. Professores, servidores e estudantes da UFRB divulgaram, para alunos do ensino médio e para o público em geral, os cursos novos da instituição, o que fazer para ingressar numa universidade pública, qual o perfil dos cursos que já existem na universidade.
O evento aconteceu durante todo o dia (terça, 28/08), na praça ao lado da igreja matriz de Cruz das Almas. Um palco foi montado para apresentação de atrações culturais (nas fotos, o grupo da Terceira Idade faz apresentação de samba de roda).
Havia ainda stands, representando os Centros de Ensino da UFRB.
A EBDA, a EMBRAPA, várias secretarias municipais, entre elas, de Saúde, Educação e Turismo estiveram presentes com stands.
O Reitor Paulo Gabriel Nacif, o Prefeito Orlandinho, os Diretores dos Centros de Ensino da UFRB em Amargosa, Cachoeira, Santo Antonio de Jesus e de Cruz das Almas e a Pró-reitora de Assuntos Estudantis e Políticas Afirmativas, fizeram a abertura. Falaram sobre o perfil da UFRB e de seus Centros, a dinâmica de uma universidade numa cidade como Cruz das Almas e a importância de se ter ensino superior nos dias atuais, além das políticas de inclusão da UFRB para os alunos oriundos de escolas públicas.
A prefeitura ofereceu toda a logística do transporte dos alunos das escolas para a praça.
Na avaliação de muitos professores presentes, foi uma oportunidade de aproximação da UFRB com a comunidade cruzalmense. Os organizadores acreditam que muita gente que tomou conhecimento dos cursos e da dinâmica da UFRB, deve tentar o próximo vestibular.
Também foi verificado pelos divulgadores, que pessoas que trabalham no comércio de Cruz das Almas aproveitaram para saber mais sobre as opções de cursos noturnos e se sentiram estimulados a ingressar na universidade.

CONAC prorroga matrícula em função da greve dos servidores. O Conselho Acadêmico aprovou em sua reunião do dia 27/8/07 um novo escalonamento, adiando para semana que vem as matrículas dos alunos de todos os cursos, com exceção daqueles que serão submetidos ao ENAD (Agronomia, Zootecnia, Enfermagem e Nutrição), estes não sofreram alterações na data de matrícula.
Estudantes de Engenharia Sanitária e Ambiental, a data de matrícula, inscrição nos Componentes Curriculares e ajustes será divulgada na próxima semana.
Consulte o horário 2007.2 aqui.
O Professor Paulo Miguez, do curso de Jornalismo da UFRB, fez uma palestra na Conferência, que reuniu agentes culturais, artistas, gestores públicos, representantes de ONG’s, associações, comunidades quilombolas e do meio rural.
O evento foi sendo realizado no auditório da Fundação Hansen Bahia na terça 28/08.
Tendo como tema principal “Cultura, o que é?”, a organização da Conferência convidou o maior número possível de representantes da sociedade para as discussões e formulações das propostas que foram encaminhadas por dois representantes escolhidos para o Encontro Territorial que está sendo promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Alunos que ingressaram em 2006.2 – 08:00 às 12:00 horas
-Documentos necessários: RG e CPF.
Alunos que ingressaram em 2007.1 – 13:00 às 17:00 horas
-Documentos necessários: RG, CPF, foto, comprovante de matrícula de 2007.1 e comprovante de endereço.
O curso de Psicologia terá nova data de matrícula divulgada na próxima semana. Em função da greve dos servidores o Conselho Acadêmico aprovou em sua reunião do dia 27/8/07 um novo escalonamento, adiando para semana que vem as matrículas dos alunos de todos os cursos com exceção daqueles que serão submetidos ao ENAD (Agronomia, Zootecnia, Enfermagem e Nutrição), estes não sofreram alterações na data de matrícula.
Os projetos de assistência estudantil das universidades federais ganharão novo fôlego e atenderão mais alunos. No dia 6 de setembro, o Ministério da Educação (MEC) lançará o Plano Nacional de Assistência Estudantil, que prevê a criação de um fundo que destinará 10% do orçamento de custeio das instituições exclusivamente para financiar programas de moradia, alimentação, transporte, pesquisa e inclusão digital para estudantes de baixa renda. A partir do ano que vem, o fundo receberá cerca de R$ 120 milhões. Os recursos dobrarão em relação ao que foi investido na área de assistência estudantil neste ano.
O Plano Nacional de Assistência Estudantil é uma reivindicação antiga de estudantes e dirigentes das instituições. Não há regras nem verba destinada exclusivamente a custear programas de auxílio a jovens de baixa renda atualmente. As universidades mantêm projetos com recursos próprios e não conseguem atender à demanda de todos os alunos que necessitam de apoio para concluir a graduação. Segundo o Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (Fonaprace), que representa decanos e reitores das federais, 65% dos universitários precisam de algum tipo de ajuda para se manter na universidade. Hoje, apenas 13% dos estudantes são atendidos. Muitos não conseguem se manter longe de casa, bancando alimentação, transporte e livros e são obrigados a deixar a graduação.
O Fonaprace realizou duas pesquisas para traçar o perfil dos estudantes que freqüentam as instituições federais brasileiras. O último estudo, feito em 2004, mostrou que 43% dos universitários têm renda familiar de até R$ 927. Nessa época, foram avaliados 530 mil alunos. Pelo menos 227 mil deles eram candidatos em potencial aos programas de assistência estudantil. De acordo com os dados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), o número de jovens de baixa renda é ainda maior. As respostas dos questionários socioeconômicos apontam que 30,1% dos universitários das instituições públicas possuem renda de até três salários mínimos. Considerando o número de matriculados atual (1.192.189 nas públicas), há 358 mil jovens nessa condição.
Ronaldo Mota, secretário de Educação Superior, lembra que, com as políticas de ampliação das vagas nas universidades públicas, será necessário ampliar ainda mais as políticas de assistência. “As federais já desenvolviam projetos nessa área há um bom tempo. O plano unifica as ações, respeitando as diferenças regionais, e amplia a capacidade de atendimento das instituições”, destaca. O secretário ressalta também que os jovens de baixa renda estão entrando cada vez mais nas federais. Com isso, torna-se imprescindível oferecer condições para que eles permaneçam no curso.
Os critérios para distribuição do dinheiro destinado ao fundo do Plano Nacional de Assistência Estudantil ainda não estão completamente definidos. Mas, de acordo com Mota, algumas características serão levadas em conta: o número de alunos de cada instituição e a existência de políticas de ação afirmativa e inclusão de egressos da rede pública na universidade. Segundo o secretário, todo o projeto está sendo discutido e estabelecido com a participação da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).
A Andifes recomendará aos reitores que ouçam os estudantes para definir onde o dinheiro será aplicado.
Outro projeto do Ministério da Educação será lançado no dia 6 de setembro. O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) pretende complementar o Plano Nacional de Assistência Estudantil. Serão investidos outros R$ 72 milhões no projeto, que distribuirá 20 mil bolsas a estudantes de cursos de licenciatura. A idéia é estimular os jovens a concluir os cursos e aumentar a qualidade da formação profissional deles. Terão prioridade os alunos dos cursos nas áreas de física, química, biologia e ciências (áreas em que há mais carência de professores na rede pública), artes e música. Os bolsistas ganharão R$ 300 por mês e desenvolverão projetos para melhorar os indicadores de desempenho escolar de colégios das redes municipais e estaduais de ensino.
O Plano Nacional de Assistência Estudantil busca a solução dessa demanda por meio da articulação de ações assistenciais para a permanência e a conclusão de curso por parte dos estudantes carentes, na perspectiva de inclusão social, de melhoria do desempenho acadêmico e de qualidade de vida. A meta é a criação de um Fundo para Assistência Estudantil, com valor equivalente a 10% do orçamento anual de Outros Custeios e Capitais (OCC) das IFES. Esses recursos, providos pelo Ministério da Educação, serão adicionados aos já aplicados atualmente pelas instituições. (Fonte: ASCOM Andifes)
Os dirigentes analisaram o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). A Associação realizou, internamente, o seminário "Reestruturação e Modernização das IFES em busca da expansão com qualidade".
O seminário contou com apresentações de algumas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), que se inscreveram para mostrar aos dirigentes os modelos de expansão em estudo por elas. O objetivo foi favorecer a troca de informações e experiências entre as instituições.
Revista Ensino Superior – Jornalista Juliana Duarte entrevista o Reitor da UFRB, Paulo Gabriel Nacif.
Reitor UFRB – Vamos pensar numa região. Um estabelecimento de ensino superior, notadamente público, federal, estadual ou municipal, não pode abdicar de atuar, também, como uma agência de desenvolvimento regional. Mesmo sem explicitar, a IES assume sempre, em algum grau, o conceito de “região de aprendizagem” e desse modo a região passa a ter disponível uma série de informações e uma dinâmica de discussão dos seus problemas que influencia, sempre, positivamente o capital social. Essa influência sempre existe, mas quanto mais incorporada na missão da IES, melhores são os resultados. Tudo isso sem perder a noção de universalidade que está na própria origem do estabelecimento.
RES – O Sr. acredita que a UFRB atende às demandas locais?
Reitor UFRB – A demanda mais imediata de vagas pelo ensino superior já tem um significado imenso. Passamos de um oferecimento de 120 vagas no ano de 2004 para 1420 vagas em 2008. No entanto as demandas da região são imensas, até por que foi a população local que sonhou e se mobilizou por esta instituição, por acreditar que as funções de ensino, extensão e pesquisa de uma universidade são estratégicas para o desenvolvimento regional. Estamos numa fase de diálogo forte com a comunidade e temos certeza que ela entende que cada vez mais nos aproximaremos dela nas diversas dimensões possíveis.
RES– O sr. acredita que a interiorização do ensino acompanha as fronteiras agrícolas do Brasil?
Reitor UFRB – Talvez essa lógica exista do ponto de vista do ensino privado. Mas só nos últimos cinco anos passamos a ter um programa consistente de interiorização do ensino superior federal e assim regiões tradicionais como o Recôncavo da Bahia, a Amazônia ou o semi-árido nordestino ganharam unidades federais. Neste caso a lógica parece se basear em aspectos para além da questão econômica.
RES– O que a UFRB contribuiu para a região durante sua existência?
Reitor UFRB- Somos herdeiros de uma instituição – a Escola de Agronomia – que data de 1877 e nesse caso, tivemos um grande papel no desenvolvimento da pesquisa agrícola na região e no Brasil. A partir da efetivação da UFRB em 2005, e o seu funcionamento em 2006, passamos a pensar nas diversas dimensões culturais da sociedade de forma mais efetiva e seguramente logo teremos uma boa lista de contribuições para o Recôncavo e para a Bahia.
RES– Sobre o Projeto de Expansão da educação Superior do Governo Federal, qual é a sua opinião?
Reitor UFRB – Ele é tão óbvio e estratégico para o País que é difícil entender as críticas ao processo e por que demorou tanto a acontecer. Considero que ele cria as condições efetivas para o tão sonhado desenvolvimento sustentável do Brasil e corrige distorções perversas: porque um jovem que nasceu em Pernambuco deveria ter mais condições de estudar numa universidade federal do que um jovem baiano? Por que o Rio Grande do Sul merecia ter 04 universidades federais e o Paraná apenas 01? Isso fere profundamente o Pacto Federativo. Não entendo como as elites políticas brasileiras deixaram coisas absurdas como essas acontecerem. É evidente que passamos por dificuldades no processo de implantação de novas instituições, mas elas decorrem muito mais da imensa burocracia do Estado brasileiro. O Governo Federal tem cumprido o que foi pactuado e, na outra ponta, nós, nas novas universidades, temos trabalhado fortemente para cumprirmos a nossa parte no processo.
RES– A descentralização do ensino superior contribui para a diminuição do desemprego?
RES– Se a UFRB aproveita as características locais (fauna e flora) para as aulas? Qual é a importância disso?
Reitor UFRB – Temos estimulado isso. Neste aspecto, sem perder a noção de universalidade, o Recôncavo será assumido como “região de aprendizagem”, buscando-se ações sinérgicas entre a universidade e o referido território, de modo que ela contribua para a constituição de competências regionais. Isto acontecerá via uma desafiadora e contínua dinamização das atividades de ensino, pesquisa e extensão, buscando-se que o processo de aprendizagem se espraie e seja praticado em todos os setores da sociedade regional. Deste modo, a universidade estará buscando elementos que a introduzam, regionalmente, como uma relevante fonte de saber que ligará o Recôncavo aos processos sócio-econômicos e culturais em curso em todo o mundo.
O Recôncavo da Bahia constitui-se num território cuja construção histórica, social, econômica e cultural data do início da colonização brasileira, tendo uma delimitação regional bem definida. Deste modo em uma pequena área (cerca de 15.000 km2), menor do que muitos municípios brasileiros, tem-se uma densidade demográfica de 62 hab/km2, quase três vezes maior do que o valor médio do estado. Os sub-espaços sócio-ambientais desta região apresentam importantes especificidades. Por exemplo, neste território, na área denominada do Recôncavo Sul, com uma extensão não superior a 2.000 km2 e distâncias não superiores a 100 km, encontram-se núcleos significativos em termos históricos e culturais como Cachoeira, São Felix, Santo Amaro, Nazaré das Farinhas e São Franscisco do Conde; e múltiplos ambientes como o Rio Paraguassú e o Lago artificial de Pedra do Cavalo (186,2 km2), de usos múltiplos, a área dos ecossistemas costeiros de Maragojipe, Nazaré, Jaguaripe e Valença, a área norte do Corredor Ecológico Central da Mata Atlântica, a Serra da Jibóia, a Baía de Todos os Santos e suas ilhas e o ambiente semi-árido. Todo esse território apresenta uma excelente infra-estrutura urbana, de transportes e comunicações.
Tais aspectos permitem a estruturação de uma universidade multicampi, baseada nas especificidades desses sub-espaços, com centros de estudos nas diversas áreas do conhecimento, que explorem as culturas locais, os aspectos específicos e essenciais da sua organização social e do meio ambiente. Deve-se ressaltar que a forte definição do Recôncavo, cujo todo resulta da interação das especificidades dos seus sub-espaços é por si só, um forte vetor contra o isolamento dos diferentes campi a serem implantados.
A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia ocupará uma posição fundamental nessa dinâmica, empreendendo processos de inovação tecnológica, de produção e difusão da ciência e da cultura, além de ocupar lugar estratégico e redefinidor da matriz de desenvolvimento sócio-econômico e cultural da região em foco.

Os professores Alexandre Almassy e Franceli da Silva, participaram juntamente com a Drª. Dora Leal Rosa, Diretora Geral da FAPESB, da sessão diálogo, com o Tema "Pesquisa em Tecnologias Sociais", durante o Encontro Nordestino de Tecnologias Sociais, realizado em São Luiz/MA. Na avaliação da Professora Franceli foi uma boa oportunidade de colocar em destaque a participação do Território do Recôncavo como parceiro na busca de pesquisas e fomento no desenvolvimento de Tecnologias Sociais.


Os Professores Alexandre Almassy e Franceli da Silva, participaram como convidados, da III Semana de Atualização em Agropecuária, na Escola Agrotécnica Federal de Santa Inês/BA.
O Professor Alexandre ministrou a palestra "Conhecimento tradicional e Científico em Trabalhos Comunitários com Plantas Medicinais", com grande participação do público presente no debate após a palestra.
A Professora Franceli da Silva ministrou o mini curso de Produção e Beneficiamento de Plantas Medicinais, Condimentares e Aromáticas, com a participação de 60 pessoas.

'Nossa primeira cidade foi Senhor do Bonfim, onde fizemos um contato inicial com a DIREC e identificamos as Escolas de Ensino médio da rede pública e particular, cursinhos de pré-vestibular – particulares e alunos do programa Universidade Para Todos (programa do Governo do Estado, entre as Universidades públicas estaduais e a Secretaria de Educação – oferta de curso pré-vestibular para alunos da rede pública de ensino).
Visitamos as seguintes escolas públicas: Colégio Estadual Sr. do Bonfim, Col. Est. Rômulo Galvão, Col. Est. Teixeira de Freitas, Col. Est. Luis Eduardo Magalhães, Escola Agrotécnica Federal Sr. do Bonfim, Colégio Democrático Tancredo Neves, e as Escolas particulares – Colégio Isabel de Queiroz, Colégio Sagrado Coração, Colégio Sacramentinas, e um Curso Técnico (CETESB), onde foram afixados os cartazes e feita a distribuição de folders para os alunos.
As perguntas mais freqüentes foram: data de inscrição, isenção de taxa, data de provas, valor da inscrição.
Sorteamos brindes – canetas, chaveiros e mochila do CETEC/UFRB, uma aluna que ganhou a mochila – Michele, do terceiro ano da Escola Agrotécnica de Sr. do Bonfim – (detalhe na foto com Prof. Adson).
Nossa Van com os cartazes da UFRB….(rsrs), tem chamado muita atenção.
Seguimos para Petrolina e fizemos contato com a Gerência de Educação da Região do Médio São Francisco – GERE, onde deixamos material para divulgação em 15 colégios da rede pública do município e visitamos os da rede privada, Colégio Nossa Senhora Auxiliadora e o Colégio Dom Bosco. Reduzimos a nossa participação em Petrolina, em virtude do feriado da Padroeira da cidade. Voltamos e aproveitamos para passar em Jacobina.
Iniciamos em Jacobina pela DIREC-16, onde deixamos material para divulgação para 15 escolas distantes do município e visitamos 8 Unidades de Ensino médio da rede pública e particular e um cursinho de pré-vestibular (de uma egressa do Curso de Agronomia – Ana Patrícia). As escolas visitadas foram Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, Colégio Ideal, Colégio Oásis, Colégio Luis Eduardo Magalhães, Colégio Felicidade de Jesus Magalhães, Colégio Yolanda Dias Rocha, Colégio Armando Xavier de Oliveira, Colégio Aquarela e o Curso de Pré-Vestibular Suporte.
A receptividade tem sido ótima pelos diretores, secretárias, professores e pelos alunos – muitos desconheciam a existência da UFRB. Os alunos estão achando alto o valor da taxa de inscrição, há também alunos que acham ainda difícil o acesso à Universidade, principalmente em locais mais distantes das suas cidades de origem.
Encontramos também em Jacobina, dois egressos da nossa ex-Escola de Agronomia da UFBA, como Diretores e proprietários de estabelecimentos de ensino, o Engenheiro Agrônomo Galdino (turma de 1970) no Colégio Yolanda Dias Rocha e a Agrônoma Ana Patrícia (afilhada do Professor Magalhães do CETEC/UFRB) proprietária e professora do Curso de Pré-Vestibular Suporte.
Tem sido muito gratificante, nesse percurso, que já alcança 1050km, reencontrar ex-alunos, colegas e mais ainda, ver o brilho nos olhos de muitos jovens, professores e dirigentes de estabelecimentos de ensino na expectativa de terem uma Universidade mais próxima, tanto geograficamente, como pela possibilidade de ingresso em cursos que atendam suas aspirações pessoais e profissionais.
16/08 – hoje estamos em Irecê dando continuidade ao trabalho de divulgação da UFRB, seus cursos e do Vestibular de 2008.
Em Irecê, iniciamos pelo Colégio Cometa/Objetivo, localizado no caminho para o centro da cidade (parece que já estamos condicionados, que ao passar por uma Escola aflora a vontade de panfletar com os cartazes e folders e procurar os alunos terceranistas para divulgar nossa UFRB…rs), e a nossa surpresa ao chegar na primeira sala de aula e já encontrar um ex-aluno egresso da Escola de Agronomia (Neivaldo) ministrando aula de Química, e no entusiasmo da turma sorteamos mais uma mochila da UFRB.
Em seguida, fomos à DIREC 21, onde deixamos cartazes de folders para estabelecimentos de ensino médio de mais 18 municípios vizinhos de Irecê. Ainda na DIREC conhecemos a Diretora da ESAGRI que levou em mãos o material para divulgação, e fomos abordados por outro egresso da Escola de Agronomia (Joiram) que demonstrou interesse em divulgar a UFRB no seu Cursinho de Pré-Vestibular Nietzsche, onde leciona e é proprietário.
Fizemos visita e divulgação também nos seguintes Colégios: Colégio Polivalente, Centro Educacional Integrado de Irecê, Colégio Estadual Luis Eduardo Magalhães, Colégio Claudio Abilio, Cooperativa de Irecê, e por último o Cursinho de Pré-Vestibular Visão.
Distribuímos também material de divulgação do CETEC e da UFRB, mochilas, canetas e réguas.
Retornamos a Cruz das Almas, e após o percurso de cerca de 1.600km (Cruz das Almas, Sr. do Bonfim, Juazeiro, Petrolina, Jacobina e Irecê), sentimo-nos gratificados, apesar do cansaço (há muita buraqueira em vários dos trechos rodoviários percorridos), pela receptividade, colaboração e pela percepção no comportamento de ex-alunos da AGRUFBA pela ascensão, responsabilidade e abrangência da Escola de Agronomia, berço da UFRB.
Ciente da responsabilidade em tratarmos com as expectativas da vida pessoal e acadêmica dos alunos contatados durante esse percurso sentimo-nos mais fortalecidos no nosso ideal de que só será possível termos uma sociedade mais justa e respaldada em valores humanísticos com a apropriação responsável da Educação e do Conhecimento.
Nossos agradecimentos:
• À Deus, por nos inspirar e nos conduzir nessa tarefa, sem nos afastarmos dos princípios éticos e humanísticos no trato com os nossos semelhantes;
• ao motorista Gilberto da SanServ, que mais do que a competência profissional na nossa condução, mostrou-se também um como um “ufrbiano” voluntário na realização do nosso trabalho de divulgação;
• à Profa. Jesusa e Kaliane (PROAD/UFRB), que viabilizou o nosso bem estar em todos os momentos desse percurso; e,
• ao Colega Prof. Adson, que permitiu-me verificar em instâncias distantes do nosso dia-a-dia da rotina de trabalho, o ser humano e profissional que é."

Universidade do Recôncavo encara desafio e perspectivas – Quarta-feira, 15 de agosto de 2007.
Uma festa de aniversário incomum, celebrada ontem no Plenário da Assembléia Legislativa, marcou o primeiro ano de existência da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Na comemoração não havia bolo nem parabéns. Mas sim uma audiência pública intitulada "Um Ano de UFRB: História, Desafios e Perspectivas", onde se discutiu o papel da instituição, a evolução, novos cursos, matrículas, entre outros. O privilégio do presente foi dos alunos com a abertura de 1.400 vagas para o vestibular de 2008, a contratação de 102 professores e a opção do turno à noite.
Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/
Estudantes do terceiro semestre de Jornalismo da UFRB, coordenados pela ASCOM, fizeram a cobertura completa (textos e fotos) do Simpósio e da Festa da Boa Morte. Confira em:
http://www.cahlboamorte.ufrb.edu.br
A partir da apresentação das idéias básicas do Programa, em março deste ano, a Andifes criou um grupo de trabalho envolvendo reitores e pró-reitores para analisar com profundidade a proposta e subsidiar as Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). Várias reuniões foram realizadas com o secretário Ronaldo Mota, os dirigentes participaram do 1º Seminário Nacional do Reuni, promovido pelo MEC, e a Andifes organizou um seminário interno para debater o tema.
No documento, a Andifes reafirma seu apoio ao Decreto nº 6.096/2007, que institui o Reuni e o considera uma iniciativa para a consolidação do sistema federal de ensino superior. A consolidação desse sistema passa pela sua expansão, com aprimoramento contínuo da qualidade, e pela busca constante da pertinência social das IFES em suas atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Entre as propostas apresentadas estão: instituir um "fator de expansão" a ser aplicado no art 3º, § 1º do Decreto para adequar o programa às IFES menores; incluir os CEFET/RJ, CEFET/MG, CEFET/MA e CEFET/BA no programa; e instituir um Grupo de Trabalho no âmbito do Ministério da Educação e do Conselho Nacional de Educação para analisar e rever a legislação acadêmica a fim de adequa-la às diretrizes do Reuni.
A Andifes ressaltou que o cronograma de recebimento e análise dos projetos apresentados pelas IFES, para início da implantação no primeiro semestre de 2008, deve respeitar a dinâmica das instituições, garantindo oportunidades iguais, tanto àquelas que já se encontram em estágio final de aprovação, quanto àquelas ainda em início de discussão. Dessa forma, a Associação propôs que o recebimento dos projetos por parte do MEC ocorra em duas datas: 15 de outubro e 15 de dezembro de 2007.
A Andifes solicitará audiência ao ministro da Educação e ao secretário da Educação Superior para continuar debatendo a implantação do Reuni.
O Reitor da UFRB, Paulo Gabriel Nacif, a Pró-reitora de Ensino e Registro Acadêmico, Dinalva Melo e o Diretor do CCS, Luiz Favero, estiveram no 1º Seminário Nacional do Reuni.
O Professor Luiz Favero considera o Reuni bastante pertinente. Para ele os objetivos de ampliar o acesso e a permanência na educação superior eram necessários há anos. Ele afirma ainda que o Reuni traz à luz do debate a necessidade de revisão do modelo acadêmico em voga na maioria das Universidades Federais.
A Professora e Pró-reitora Dinalva Melo ficou entusiasmada com o Reuni. Para ela a reunião foi muito proveitosa especialmente porque 'finalmente vamos ter o ensino de graduação na pauta das preocupações das universidades, com possibilidade de financiamento de projetos para sua expansão' afirmou.
Ela analisa que o Reuni permite o enfrentamento de algumas questões estratégicas para a universidade: evasão de alunos, baixa taxa de sucesso ( graduados x formados), relação quantitativa professor x aluno, formação pedagógica dos professores, compromisso social da Universidade.
Mas Professora Dinalva acredita que o Reuni também pressiona a universidade a responder às demandas sociais e mais que isto, viabiliza, com o aumento de vagas e redução do insucesso dos alunos, a superação de um índice preocupante: atualmente as universidades públicas respondem pelo atendimento de apenas 1,5% dos alunos do ensino superior brasileiro.'Isto significa que se não ampliarmos o atendimento, em breve não teremos voz e não representaremos nada na formação dos jovens do país' sintetiza.
A Universidade que aderir ao Reuni terá um incremento de 20% em seu orçamento e ao final do programa os valores que financiaram os projetos serão incorporados ao orçamento da IES em definitivo.
Qual o preço de tudo isto? Professora Dinalva não tem dúvidas: 'elevarmos de aproximadamente 50% para 90% o percentual de alunos que ingressam e que se formam e aumentar a relação professor aluno que hoje beira os 10 pra 1 para 18 para 1. A chiadeira vai começar porque precisamos ser eficientes', finaliza a educadora.
Professor Paulo Gabriel Nacif acredita que é importante a UFRB ingressar no Reuni, mas ele pede a todos os professores que leiam e conheçam a proposta, para que possam interagir nessa reestruturação universitária.
A manhã de 14 de agosto marcou um ano de existência da UFRB, na Audiência Pública "UFRB: história, desafios e perspectiva", realizada na Assembléia Legislativa da Bahia.
A abertura do evento foi feita pelo Deputado Zilton Rocha, que falou do novo ciclo histórico no ensino público de nível superior, inaugurado com a chegada da UFRB. Da importância da manutenção do jovem em sua região, na hora de se especializar, de procurar uma carreira profissional de nível superior.
Depois foi a vez do Professor Paulo Gabriel Nacif, Reitor da UFRB, de contar a história da universidade federal que nasceu da reivindicação, organização e luta da comunidade do Recôncavo. Ele fez uma exposição do que tem sido feito, quais os desafios nessa trajetória, os caminhos a serem construídos para o cenário futuro. O Vice-reitor, Professor Sílvio Soglia mostrou a UFRB em números (crescimento de estudantes, cursos, docentes, servidores, estrutura física, etc). O Professor Luiz Nova, convocado pelo Deputado Zilton Rocha, falou sobre o processo de condução na construção de uma Universidade Federal interiorizada e multi campi e parabenizou os Professores Paulo Gabriel, Geraldo Costa e Sílvio Soglia, que tiveram iniciativa nesse processo.
O estudante de Agronomia da UFRB Leone Ricardo, que representa a UNE, também teve uma fala no evento.
Depois, vários deputados e lideranças políticas, representando os municípios do recôncavo, se pronunciaram. Muitos pediram novos Centros de Ensino em outras cidades, como Santo Amaro, São Félix, Valença, Nazaré…
Entre os presentes, estavam o Prefeito de São Félix e o de Santo Amaro.
A UFRB levou uma comitiva com cerca de 40 pessoas, entre docentes, servidores e estudantes.
Na lista de presença da Assembléia, 33 deputados estaduais compareceram à Audiência.
O evento foi proposto pela Comissão de Educação da Assembléia, composta pelos deputados Zilton Rocha, Neuza Cadore e Bira Coroa.




Os professores do Centro de Formação de Professores, em Amargosa, submeteram um projeto para concorrer na seleção do edital 05/2007 de Consolidação das Licenciaturas – Prodocência do SESu/MEC – Governo Federal e venceram.
O CFP vai ser contemplado com R$ 80.000,00 para construção de um laboratório de ensino de pedagogia, física e matemática.
Veja o resultado do edital.
Para o Professor Marivaldo do Amaral, esse pode ser um estímulo a outros professores de outros Centros de Ensino da UFRB a concorrerem aos editais.
A UFRB vai oferecer, já em 2008.1, o mestrado acadêmico em Microbiologia Agrícola, na grande área de Ciências Agrárias I.
O curso foi estruturado com uma área de concentração (Microbiologia Agrícola) e três linhas de pesquisa (1. Ecologia e processos microbianos aplicados, 2. Ecologia e manejo de fitopatógenos e 3. Diversidade genética e interações moleculares microorganismos-planta.
O corpo docente vai se reunir para definir as datas de seleção.
O Programa de Mestrado é resultado de uma associação com a EMBRAPA fruticultura e mandioca, firmada através de convênio de cooperação técnica. Dos 12 docentes permanentes, metade é da UFRB e a outra metade da EMBRAPA. Há ainda dois docentes colaboradores, que são bolsistas PRODOC/FAPESB.
O Mestrado acadêmico tem 14 disciplinas e para esta primeira turma vai oferecer oito vagas, que serão ampliadas posteriormente.
Na avaliação da Capes, o curso atende a uma vocação regional e a UFRB possui infra-estrutura necessária e tradição nas ciências agrárias, haja visto que herdou um Programa de Pós Graduação na área, criado em 1978.
O Reitor da UFRB, Professor Paulo Gabriel Nacif visitou as instalações do laboratório de microbiologia aplicada (detalhe na foto, com os estagiários do laboratório) e parabenizou toda a equipe do Programa de Mestrado Acadêmico em Microbiologia Agrícola, especialmente os Professores Jorge Teodoro de Souza, coordenador do mestrado e a Professora
Ana Cristina Fermino Soares, vice-coordenadora. Eles foram os articuladores do projeto.
Maiores informações sobre o mestrado no telefone (75) 3621-2002.
Os assessores de comunicação das IFES participaram, na Andifes (Associação dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior), de uma reciclagem e um planejamento das coordenadorias de comunicação. Nas palestras foram tratados temas como gerenciamento de crise, formação de agências de notícias em IFES com diversos Campi, o uso dos multimeios pelas IFES. Houve ainda grupos de trabalho para determinar um organograma mínimo para um bom funcionamento da comunicação em uma Universidade Federal.
Na oportunidade foram atualizadas informações sobre a Rede IFES. Mais uma vez todas as Universidades Federais foram convidadas a integrar a rede de TV Universitária, independente da instituição já ter ou não um canal de TV educativa.
Os dirigentes aprovaram, por unanimidade, a criação da “RedeIFES: uma infovia para rádio e televisão”.
A proposta foi apresentada pelo Grupo de Trabalho, criado pela Andifes para estudar a Rede, durante a LXIVª reunião ordinária do Conselho Pleno da Associação, realizada no dia 08/08/2007. Com a decisão, a entidade está credenciada como interlocutora na relação entre as rádios e TVs universitárias para a participação na rede, para a proposição de políticas públicas, para a busca de recursos para a área de difusão de sons e de imagens e para o apoio à luta pela concessão de canais para as Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) que ainda não dispõem desses veículos.
O 08 de agosto de 2007, foi um dia histórico para a UFRB. O CONSUNI, Conselho Universitário, se reuniu, pela primeira vez, fora do Campus Cruz das Almas e para um evento muito significativo para Cachoeira.
Em uma reunião extraordinária, no Plenário da Câmara de Vereadores de Cachoeira, o CONSUNI aprovou um comitê, responsável pela Instalação da Casa da Lusofonia.
Para o Professor Luiz Fernando Saraiva, do curso de História da UFRB, foi histórico ainda 'pois a UFRB começa a reforçar os laços com a Comunidade do Recôncavo trazendo experiências e contatos que irão fortalecer e dinamizar essa Região' analisa. Estavam presentes na reunião extraordinária do CONSUNI, 19 membros do Conselho, o Prefeito de São Felix, o Prefeito de Cachoeira, o Presidente da Câmara de Vereadores de Cachoeira, o Coordenador da Fundação Hansen Bahia, representantes do DETRAN, ROTARY, do Gabinete do Deputado Walter Pinheiro, do Deputado Bira Coroa, a Secretaria de Educação de Cachoeira, um representante da Secretaria de Cultura do Estado, do Jornal o Guarany, o secretário municipal de Cultura, o Presidente da Lira Ciciliana, um representante da Associação da Cidadania, além de professores, estudantes da UFRB e pessoas da comunidade local.
A criação da Casa da Lusofonia em Cachoeira será a primeira fora de Portugal e irá reforçar os laços entre os povos que fazem do Português sua principal língua de contato. Existem hoje, pelo menos 220 milhões de pessoas no mundo que se comunicam nessa língua, em 08 países (Portugal, Brasil, Cabo Verde, Angola, Moçambique, Porto Príncipe, Timor Leste e Guiné Bisau) além de comunidades espalhadas em vários continentes, foi o que afirmou Mário Alves, jornalista português, um dos criadores da idéia da Casa da Lusofonia e Presidente da ONG Etnia.
Mário Alves ainda afirmou no evento, que existem projetos de se criarem Casas semelhantes em Itabira (Minas Gerais), Fortaleza (Ceará) e uma proposta ainda em estudo de 22 'mini-casas' da Lusofonia espalhadas por centros culturais no Rio Grande do Norte.
O Comitê criado pelo Reitor Paulo Gabriel Nacif para a implementação da Casa da Lusofonia é composto pelo Poeta Damário da Cruz, representando a comunidade de Cachoeira e dos professores Paulo Miguez e Carlos Ribeiro, do Centro de Artes Humanidades e Letras da UFRB.
Participaram do evento dezenas de personalidades e autoridades de Cachoeira e São Félix, mostrando que as relações entre Universidade e o Recôncavo estão se estreitando.

Para saber mais sobre as Casas da Lusofonia
A Casa da Lusofonia é um espaço de Cultura que integra os países de língua portuguesa. Ela já existe em Lisboa. A ONG Etnia participa da criação das Casas da Lusofonia nos vários países de língua portuguesa. A proposta da ONG Etnia é criar uma rede de espaços culturais em todos os países de Língua Portuguesa, responsáveis por promover uma troca constante de informações, intercâmbios, eventos e programas educativos.
A iniciativa da organização não-governamental Etnia – Cultura e Desenvolvimento é em conjunto com a Escola Secundária de Camões e da Junta de Freguesia de S. Jorge de Arroios e tem o apoio institucional da CPLP, Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
Para o Professor de Comunicação Paulo Miguez, trazer a Casa da Lusofonia para Cachoeira estabelece uma ponte com os países lusófonos, Portugal inclusive, mas muito particularmente com os cinco países africanos de língua portuguesa (Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe).
Ele avalia que esta ação de aproximação abre perspectivas de cooperação internacional com as universidades dos países membros da CPLP. Além disso, Miguez afirma que 'fortalece a identidade do CAHL, Centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB, no que concerne à cultura como eixo indutor e organizador das atividades do centro e reafirma o compromisso da UFRB de acionar atividades que estimulem a vida sócio-cultural dos municípios que sediam os seus campi' finaliza o professor, que foi um dos articuladores, quando da última viagem que fez a Lisboa, para que a Casa fosse instalada em Cachoeira, junto com o professor Luiz Nova.
O Professor Clóvis Pereira Peixoto, do CCAAB, esteve em Manaus e atuou na área de Ciências Agrárias, junto ao processo de seleção dos novos bolsistas e XVI Jornada de Iniciação Científica do PIBIC/INPA. Ele participou como membro do comitê assessor do CNPq.
Professor Clóvis voltou entusiamado 'foi uma experiência muito gratificante, pelos contatos efetuados e pela divulgação da nossa Universidade junto aos pesquisadores e professores do INPA, bem como a outros professores também assessores do CNPq e de outras Instituição do Brasil (USP, UNESP, UNB, UFSC e EU de Maringá/PR)'.
Ele também participou da Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil (RPSRCB), na cidade de Campo Grande/MS. Durante o evento, Professor Clóvis destacou a apresentação de dois trabalhos que estão sendo desenvolvidos no Oeste da Bahia, como projeto de dissertação de Mestrado de uma estudante do curso de Mestrado em ciências agrárias da UFRB.
Eles já são bem conhecidos: Dinalva Melo e Warli Anjos de Souza. Ela estava na Proplan. Ele na Prograd.
A Proplan administra orçamento, planeja custos permanentes, sistematiza onde aplicar os recursos que a UFRB dispõe.
A Prograd gerencia os cursos, os planejamentos pedagógicos, os currículos, enfim, tudo o que diz respeito às questões acadêmicas da graduação.
Durante um ano de reitorado pró-tempore os dois deram conta do serviço, mas agora eles deixam as respectivas pró-reitorias, por um simples motivo: o perfil de cada um se encaixa melhor na pró-reitoria do outro.
Díficil de entender? não, quando se sabe que Professora Dinalva é graduada em Filosofia com mestrado em Educação, com concentração em planejamento educacional. E Professor Warli é formado em Agronomia, com mestrado em administração e doutorado em Economia Aplicada.
Conhecendo-se o perfil de cada um, fica fácil saber o porquê da ‘troca de cadeiras’.
Segundo a Professora Dinalva as duas pró-reitorias dialogaram o tempo todo e com a troca ela acredita que a interação deve aumentar. Ela avalia que a troca vai ser muito rica, no sentido de continuidade e de prazer em desenvolver ações da área educacional.
Professor Warli não tem dúvidas que enfrentou grandes desafios na Prograd, com a herança dos currículos da UFBA e reformulação de Projetos Políticos Pedagógicos. Mas ser tranferido pra Proplan vai lhe proporcionar aplicar conhecimentos adquiridos em suas especializações e poder somar na tarefa de construção da UFRB.
Durante a posse dos professores nas novas pró-reitorias, eles agradeceram a toda a equipe que os acampanhou ao longo deste último ano, aos professores, que sempre responderam às solicitações das pró-reitorias e à confiança do Reitor, em mantê-los na equipe.
O Reitor também agradeceu a confiança dos professores em permanecer na administração central e disse que não tem dúvidas que a troca será mais interessante para a UFRB. É uma questão estratégica, já que a Prograd, agora Pró-reitoria de Ensino e Registro Acadêmico, enfrentará o desafio da criação de 6 novos cursos em 2008 e a entrada de 1.400 novos alunos. Já a Proplan tem pela frente a aplicação de recursos em laboratórios, bibliotecas, salas especializadas, enfim, a UFRB está recebendo recursos que precisam ser bem aplicados.
Confiram seus horários:
Engenharia Sanitária e Ambiental
Pesquisadores da UFRB, oportunidades de financiamento de projetos em todas as áreas do conhecimento.
Edital CT-INFO/MCT/CNPq – N.º 13/2007 – objetiva apoiar e promover a consolidação dos programas de pós-graduação, por intermédio da concessão de bolsas de Mestrado e Doutorado para linhas de pesquisa ligadas à área de Microeletrônica, aumentando o número de profissionais nessa área. Encerramento das inscrições: 1.ª Chamada: 13 de setembro e 2.ª Chamada: 22 de outubro (www.cnpq.br/editais/ct/2007/013.htm).
A FINEP, Financiadora de Estudos e Projetos, está selecionando propostas para apoio financieiro à implementação de projetos de implantação de infra-estrutura de pesquisa nos Campi Regionais das IFES. Veja a chamada pública.
O Professor Amilcar Baiardi, do CAHL, foi reconduzido, após quatro anos, à condição de conselheiro do Conselho da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência, SBPC.
Ao lado do prof.Jailson Bitencourt, membro da Academia Brasileira de Ciências e do Conselho Superior do CNPq, ele está compondo a representação NE/Bahia.
A SBPC é uma organização da sociedade civil que congrega a comunidade científica brasileira e segundo Professor Baiardi 'foi responsável por travar grandes batalhas que levaram à constituição do sistema brasileiro de C&T, formado pelo CNPq, CAPES, FINEP, MCT, CGE, ABI, etc'.
Professor Baiardi também é responsável por um capítulo do livro 'Ensaios de História do Pensamento Econômico no Brasil Contemporâneo', lançado pela Ordem dos Economistas do Brasil. O lançamento será em São Paulo, no dia 20 de agosto.
Este é o primeiro compêndio organizado por vários autores sobre o pensamento econômico brasileiro.
Desde que surgiram no mundo virtual, os blogs deixaram de ser apenas diários on-line para assumir funções muito mais significativas no processo de comunicação. Alimentados por especialistas, muitos deles acabam formando opinião por serem tão ou mais atrativos do que publicações jornalísticas consagradas. Basta acompanhar o número de clicks e posts comentando as notícias para saber quais são os mais bem sucedidos. Justamente o seu dinamismo e a possibilidade de ampliar a difusão de idéias é que faz do blog um aliado para quem procura e, também, produz conhecimento. É aí que, na opinião de especialistas, a ferramenta se traduz em uma grande aliada dos professores no processo de ensino/aprendizagem.
O uso do blog em sala de aula pode trazer mais dinamismo para a realização e apresentação de trabalhos, facilitar o dia-a-dia de professores e estudantes que têm no ambiente virtual uma espécie de arquivo de documentos, além de aproximar os alunos, que podem discutir idéias e opiniões sem que estejam no mesmo espaço físico e ao mesmo tempo. “É uma ferramenta incrível que auxilia os professores em suas atividades em sala, além de permitir uma maior exposição de seus conhecimentos para o público”, ressalta a autora e docente de cursos on-line para a COGEAE da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Fundação Vanzolini e UnicenP (Centro Universitário Positivo), Betina Von Staa.
A especialista acredita tanto no poder do blog na Educação que aponta diversas razões para que os professores busquem a tecnologia como aliada e passem a ter seus blogs como campus virtual de suas aulas ou vitrines de suas idéias e trabalhos. Segundo Betina, com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs pessoais. “O professor ‘blogueiro’ certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano”, reflete.
O aspecto mais saudável do blog, na opinião de Betina, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. “Este docente certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo”, defende.
Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Além disso, o blog permite que os próprios alunos vejam os trabalhos dos colegas e consigam fazer uma comparação das idéias resultantes de cada trabalho, o que é saudável para o aprendizado. Quem viveu isso na prática, defende que o recurso funciona e melhora a relação dos alunos com as atividades, além de suas reflexões sobre os trabalhos.
Sai o cartaz e a lousa, entra o blog e o YouTube
A professora de Geografia da Escola Walter Fortunato, de São José dos Campos, Juliana Terra, é um exemplo de prática bem sucedida. Tudo mudou em sala de aula quando, ao invés de cartazes com mapas pregados na lousa, ela propôs que seus alunos da 9º série – em média, com 14 anos de idade – passassem a utilizar ferramentas como o You Tube para criar seus projetos e apresentações e postá-los no blog da turma. “Foi um sucesso. Os alunos se mostraram mais interessados nesta produção porque poderiam utilizar outros recursos tecnológicos, além de tornar seus trabalhos públicos e, ao mesmo tempo, conferir e comentar os dos colegas”, diz Juliana.
Para ela, o sucesso do blog em sala de aula é, também, uma vitória pessoal, já que torna seu trabalho mais atraente. “A motivação dos alunos é também a do professor. As aulas cada vez mais dinâmicas fazem com que eles participem e que o professor fique mais motivado”, acredita. Além disso, tem o lado prático do ambiente virtual que também facilita, e muito, o dia-a-dia do professor e que, por isso, também desperta o seu interesse em aprender e dominar novas tecnologias. “Não preciso mais voltar para casa com pilhas de trabalho para corrigir. Basta que eu acesse os endereços postados pelos alunos para conferir e avaliar a produção. Depois disso tudo, passei a me interessar pelo You Tube, coisa que já tinha ouvido falar, mas nunca parado para acessar”, lembra a professora.
Ela lembra ainda que, ao mesmo tempo em que o professor abre uma nova janela para ampliar seu conhecimento, os alunos (nativos digitais) também encontram novas aplicações para ferramentas que, na maioria das vezes, são usadas apenas para a diversão. “A grande maioria acessa os sites de vídeo para ver cenas engraçadas na Internet, nunca tinha parado para pensar que um trabalho de escola poderia ter sido feito e postado lá para que, assim, esteja visível a mais pessoas interessadas em tal conhecimento”, afirma.
Blog para enseñanza de español
Ao contrário do que muita gente pensa, o blog, como auxiliar do professor, não se limita ao Ensino Fundamental e Médio. No Ensino Superior – este ano se formam e chegam ao mercado os primeiros nativos digitais – e até no ensino de línguas, o antigo diário on-line passa a ocupar papel importante. Foi isso que constatou durante sua dissertação de mestrado – realizada à época em que ocupava o cargo de coordenadora dos cursos de idiomas do SENAC-SP -, Heloíza Lanza, atual coordenadora dos cursos de educação a distância da instituição e professora de tecnologia educacional nas Faculdades Sumaré e no Uninove (Centro Universitário Nove de Julho).
Quando os blogs ainda engatinhavam no Brasil, Heloíza se perguntava se não havia jeito de adaptar o seu uso para o ensino de idiomas, uma vez identificada a dificuldade dos professores em fazer com que os alunos lidassem com a escrita de textos, apesar de estarem habituados ao uso de e-mails e do MSN. “Propus aos professores que utilizassem ferramentas de escrita em sala de aula. Nessa época, o blog ainda não era uma realidade nem para os próprios alunos”, lembra.
Ao passo em que professores e alunos iam se acostumando à nova proposta, Heloíza evoluía em sua dissertação, identificando várias possibilidades de trabalho com temas transversais, além de ir articulando as temáticas em diferentes disciplinas. Hoje, após a conclusão do trabalho, ela acredita que o blog não só é importante por ampliar a possibilidade de interação aluno/aluno, aluno/professor e professor/professor, mas por permitir um trabalho apurado que vai além da língua escrita. “O blog é uma ferramenta que não foi criada para ser usada em sala de aula, mas que trabalha muito bem a língua escrita, a colaboração e a interação”, destaca.
Hoje, Heloíza mantém dois blogs no ar, o professorblogueiro.zip.net, que reúne as tarefas sobre sua dissertação de mestrado, e o blog botecoead.blog.terra.com.br, com foco em educação a distância e discute o uso do blog como tecnologia educacional. A dissertação de mestrado de Heloíza Lanza “Uso Pedagógico do Blog no Ensino-Aprendizagem de Espanhol: elaboração e avaliação de uma Tarefa”, está disponível na rede na página de teses e dissertações da PUC-SP.
Vitrine para você, professor
Para o professor, assim como em outras profissões, o blog ainda serve como alavanca da carreira. Suas idéias, seus trabalhos, suas discussões, interesses, preferências, enfim, tudo relacionado a você e ao seu trabalho está em uma espécie de vitrine, à vista para o mundo. “O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?”, indaga Betina.
Outra vantagem é que, conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links que ele é convidado a inserir em seu espaço. Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali.
“Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante”, diz. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim todos permanecem conectados: professor, colegas, alunos e mundo.
Também é possível que os professores entrem nos blogs uns dos outros. “Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica”, completa Betina. Para ela, em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. “É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional”, conclui.
Autor: Lilian Burgardt
Fonte: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=14193
Curso: Bacharelado em Ciências e Tecnologia
No de Vagas: 160
Þ 80 vagas no primeiro semestre – Diurno
Þ 80 vagas no segundo semestre – Noturno
Duração: 3 anos (6 semestres)
Público-alvo: interessados na área de ciência e tecnologia com vocação para habilitar-se em computação, geomática (agrimensura e cartografia), matemática, física, energia, gestão e planejamento ambiental e outros cursos que poderão ser oferecidos conforme a reorganização do mercado de trabalho.
Corpo Docente: professores doutores e mestres nas áreas de física, matemática, estatística, topografia, química, filosofia, sociologia, geoprocessamento, computação, mecânica e mecanização, ciência do ambiente, hidrologia, hidráulica, construções rurais, resistência de materiais, filosofia, sociologia.
Infra-estrutura física: laboratórios de química, bioquímica, biologia, computação . Encontram-se em fase de instalação os laboratórios de física e geoprocessamento
O Curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT) está sendo oferecido como opção aos estudantes para uma formação universitária em três anos, onde a organização curricular interdisciplinar das áreas do saber está estruturada no sentido de promover uma educação integral, com uma densa formação científica, tecnológica e humanística, de modo a prepará-lo para as flexibilizações e reorganizações do mercado de trabalho, sem dissociá-lo do compromisso com o desenvolvimento social.
Este curso tem como referência teórico-conceitual o modelo e estrutura acadêmica concebida e colocada em prática pela Universidade Federal do ABC/UFABC, desde 2006, e pioneiramente está sendo oferecido pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia no seu projeto de inserção sócio-político-econômico-cultural-ambiental, onde resgata, amplia e universaliza as potencialidades do recôncavo baiano.
Þ Aos futuros universitários que não têm ainda a definição de que profissão seguir, ou pelo risco de optar precocemente por um curso profissionalizante, o BCT proporciona uma sólida formação acadêmica básica em três anos, ao tempo que no final do segundo ano o estudante já possa optar pela formação continuada em cursos de pós-graduação – mestrado e doutorado, ou optando em cursar por mais dois anos; (a) engenharia da computação, geomática (agrimensura e cartografia), matemática, gestão e planejamento ambiental, física e outros cursos que poderão ser definidos conforme as necessidades determinadas pela reorganização e flexibilização do mundo do trabalho.
e prontamente disponibilizar-se ao mercado de trabalho como cidadão de nível superior com uma formação científica e tecnológica. e estarem aptos
Þ Aos futuros universitários com formação técnica no ensino médio, pois esses já têm uma profissão e podem obter a formação universitária em mais três anos, e em seguida optar pela pós-graduação ou direcionar sua profissionalização, em mais dois anos, nas áreas anteriormente descritas (a).
O BCT pode ser concluído em três anos, e complementado com mais um ano em cursos de licenciatura, e em bacharelado ou ciclo profissional, em mais dois anos.
As disciplinas serão distribuídas em seis eixos:
Þ cinco eixos com formação científica e tecnológica num contexto interdisciplinar; e
Þ um eixo com formação humanística.
As disciplinas básicas oferecidas no primeiro ano são obrigatórias para todos os ingressantes; no segundo ano o aluno terá disciplinas de livre escolha, de acordo com a sua vocação para determinadas áreas do conhecimento; e, no terceiro ano já com um direcionamento para os cursos de profissionalização e/ou pós-graduação.
No decorrer dos três anos os alunos, em equipe, deverão desenvolver um projeto de pesquisa, que demonstre sua habilidade na resolução de problemas e na construção do conhecimento, orientado por professores/pesquisadores da UFRB.

O Projeto vai ser desenvolvido na região de Vitória da Conquista. Coordenado pelo professor Manuel Texeira e com a participação dos professores Alexandre Almassy Jr, Simone Alves Silva e Franceli da Silva, o projeto deve beneficiar cerca de 500 famílias.
Na foto, detalhe de uma das reuniões que os professores da UFRB realizaram com os agricultores familiares da região, para apresentação do projeto, que visa implantar cinco unidades de beneficiamento de café.
O projeto conta com o apoio da PROEXT, na Coordenação de Ciência para Inclusão Social, no núcleo de Tecnologias Sociais.
O Professor Paulo Cezar Lemos de Carvalho, do CCAAB, é um dos autores do livro "500 perguntas/500 respostas sobre a cultura da mandioca (Manihot esculenta Crantz)".
O livro é mais uma iniciativa da EMBRAPA em aproximar o agricultor e profissionais das áreas correlatas interessados nos resultados de pesquisa daquela empresa. Escrito por 10 pesquisadores do CNPMF (Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura), um pesquisador da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agropecuário (EBDA) e pelo professor da UFRB (ex- pesquisador do CNPMF/EMBRAPA), o livro é estruturado em 17 capítulos com perguntas que foram coletadas durante a realização de feiras agropecuárias, seminários, dias de campo e palestras, e por meio de cartas enviadas ao serviço de atendimento ao cidadão (SAC) do CNPMF. As perguntas foram elaboradas por produtores rurais, estudantes, técnicos e profissionais.
O primeiro capítulo foi escrito pelo professor Paulo Cezar, e trata da classificação botânica da mandioca, relações com seus parentes silvestres mais próximos, centro de diversidade e distribuição da espécie em todo o planeta. Ele ressalta a importância das outras espécies de Manihot como reserva estratégica de gens com potencial para resolver problemas fisiológicos e de pragas e patógenos que possam atacar a cultura da mandioca em todas as áreas onde a mesma se encontra distribuída. Além da taxonomia é abordado neste capítulo também os aspectos referentes à morfologia da planta, com ênfase para a flor, cujo sistema reprodutivo constitui a base para a considerável diversidade na espécie com inúmeras cultivares utilizadas pelos agricultores nas mais diversificadas regiões onde a mesma está sob cultivo.
O livro pode ser adquirido na EMBRAPA.