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Publicação dos Anais da XI Reconcitec

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Insubmissões Culturais: A arte de reXistir

 

Festival Insubmissões Culturais: A arte de reXistir – Ano 2


O papel da arte e da cultura é também o de imaginar novas possibilidades políticas, novas formas de pensar, narrar, significar, existir. A segunda edição do Festival Insubmissões culturais: a arte de reXistir partilha produções e intervenções de arte e cultura realizadas pela comunidade da UFRB comprometidas com as reflexões sobre as nossas diversas formas de existências, resistências e subjetividades, bem como com as manifestações populares de matriz africana e indígena. As obras envolvem as diversas linguagens artísticas e as expressões culturais identitárias e populares, como fotos, músicas, filmes e performances gravadas e estão apresentadas em quatro mostras: 1) Das insubmissões: quando os corpos (se) desordenam; 2) A poética dos caminhos: derivas, territórios, identidades, cultura; 3) O estranhamento em estar no mundo; 4) O ritmo dos gritos: palavra, música, protesto. Os trabalhos foram produzidos por membros da comunidade de docentes, discentes e servidores técnicos da UFRB dos seguintes centros de ensino: Cecult, CAHL, CCAAB, CCS e CFP.

Acessem, participem, interajam, divulguem!

 

Destaques Curadoria

Título: Não é luxo

 
20211011 164447

 

Sinopse:
A obra retrata a luta sobre a pobreza menstrual, que são pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e social. Onde no Brasil não é visto como um item de necessidade, ele é tido como um item de luxo, o que encarece o seu custo e venda. E a falta desse item faz com que mulheres utilizem até mesmo retalhos de panos usados e miolo de pão, aumentando o acesso a infecções. Estamos falando de saúde publica!

Ficha Técnica:
Leila Carvalho - Artista Visual e estudante de Licenciatura Interdisciplinar em Artes

Campus: Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas - CECULT


Nelson para sempre

Título: O beijo no asfalto

 

Sinopse:
Gravação da apresentação teatral da peça "O beijo no asfalto", levada à cena por A Última Cia. de Teatro. “O beijo no asfalto” é uma das peças mais conhecidas de Nelson Rodrigues. Escrita em 1961, a peça narra a reviravolta na vida do jovem casal suburbano  (Arandir e Selminha) depois que o rapaz dá um beijo de compaixão em um homem agonizante que havia sido atropelado. Um jornalista  sensacionalista que testemunhou o beijo no asfalto e um policial corrupto transformam o ato de misericórdia em um escândalo social, abalando a reputação de Arandir, levando a um redemoinho de emoções que conduz a um desfecho trágico e surpreendente.Nesta versão, ensaiada de modo virtual, o elenco se encontrou apenas para o ensaio geral e gravação. A cenografia propõe um minimalismo trágico e os figurinos (criados pelo prof. Roberto Laplagne), inspirados por uma montagem da tragédia grega "Os persas", trazem todas as personagens em saias longas, que remetem a juízes ou samurais. A peça foi gravada ao vivo, no Teatro Gregório de Mattos, sem presença de público, em 14 de outubro de 2021.

Ficha Técnica:
Confecção de cenário: Alexandre MoreiraConfecção de cenário: Alexandre Moreira
Figurino e orientação de maquiagem: Roberto Laplagne Assistência de figurino / Costura: Leonardo Teles
Iluminação: João SanchesAssistência de iluminação / Operação de luz: Victor Hugo Sá
Trilha sonora: Celso Jr. Músicas: “Epilogue for solo violin - from Bent” (Philip Glass) - Chase Spruill“Suíte from ‘Bent’ for string quartet” (Philip Glass) - Brooklyn Rider 
Identidade visual / Design e Criação: Igor LiberatoFotografia: Caio Lírio 
Gravação: M2 Produções Audiovisuais Edição e corte: Matheus MarmundCoordenação: Marcos Marmund
Produção executiva: Isabela Silveira e Camila Castro Coordenação de produção: Polo Cultural
Gravado no Teatro Gregório de Mattos, em Salvador, no dia 14 de outubro de 2021.
O projeto “ESCUTA: Nelson Rodrigues hoje” é uma realização da Polo Cultural, através do Edital Gregórios - Ano II, Fundação Gregório de Mattos, Prefeitura Municipal de Salvador.

Campus: Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas - CECULT

 

Programação

Terça-feira (30/11)

Terça-feira (30/11)

 IMPORTANTE: Prezados(as) INSCRITOS(AS), para certificação como ouvinte do evento, os(as) Senhores(as) precisam acessar a respectiva atividade na programação via SISTEMA de eventos. Para ter direito ao certificado, o(a) inscrito(a) deve acessar e assistir, no mínimo, 4 (quatro) atividades durante todo evento. SISTEMA
 Para os demais (NÃO INSCRITOS - não receberão qualquer certificado), basta clicar em SALA na programação abaixo. 
  • ABERTURA

ABERTURA

Horário Tema da Atividade Mediador Palestrante Link
15:30-18:00

Mesa de Abertura

e

Conferência de Abertura: Viva a
Ciência!

libraATIVIDADE DISPONÍVEL EM LIBRAS 

Profº. Dr. Maurício Ferreira da Silva
(PPGCI/UFRB)
Lattes

Membros da Mesa de Abertura:Profº. Dr. Fábio Josué Souza dos Santos
(Reitoria/UFRB)
LattesProfº. Dr. José Pereira Mascarenhas Bisneto
(Vice-Reitoria/UFRB)
LattesProfº. Dr. Maurício Ferreira da Silva
(PPGCI/UFRB)
Lattes


Palestrante da Conferência de Abertura:Profº. Dr. Renato Janine Ribeiro
(SBPC)
Lattes

Apresentação Cultural

Show Torquatália

Torquatália traz Lia Lordelo acompanhada pelo trio Laia Gaiatta, formado por Heitor Dantas, que faz a direção musical, Uru Pereira e Antenor Cardoso, além de Edbrass Brasil, que assina a direção artística e também integra a banda. O repertório do show, que teve estreia no dia 29 de abril de 2017 no Festival Paisagem Sonora (em Cachoeira), inclui as parcerias de Torquato com Gilberto Gil, Edu Lobo, Caetano Veloso, Jards Macalé e Carlos Pinto. Em Salvador, Torquatália se apresentou no Teatro Gregório de Mattos, dia 06 de agosto de 2017. A partir de então, percorreu com excelente retorno de público e crítica alguns espaços e festivais da cidade de Salvador entre os anos de 2017 e 2018. Em 2020, foi lançado o EP virtual Torquatália. O disco conta com quatro parcerias de Torquato Neto, com artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Edu Lobo e está disponível nas principais plataformas de som.

Neste trecho do show, temos em destaque as canções Todo dia é dia D, Marginália II e Mamãe Coragem.

Ficha Técnica

Lia Lordelo – no show Torquatália / Voz: Lia Lordelo / Guitarra e Direção Musical: Heitor Dantas /Bateria, synth: Antenor Cardoso / Fagote: Uru Pereira / Direção Artística e live eletronics: Edbrass Brasil / Luz: João Sanches/ Som: Marcos Sampaio / Figurino (Lia): Alexandre Guimarães/ Produção executiva: Low Fi - produtora

SALA 
Quarta-feira(01/12)

Quarta-feira(01/12)

  • MESAS REDONDAS

MESAS REDONDAS

Horário Tema da Atividade Mediador Palestrante Link
15:30- 17:00 Mesa Redonda 10: Recôncavo Periférico e Global: musicalidades, ativismos e negritudes

Profº. Dr. Cláudio Manoel Duarte de Souza

(CECULT/UFRB)

Lattes

Profº. Dr. Cassio Leonardo Nobre de Souza Lima 
(Couraça Criações Culturais)
Lattes

Profª. Drª. Tatiana Rodrigues Lima
(CECULT/UFRB)  
Lattes 


Mestrando Marcelo Pinheiro Argôlo
(CAHL/UFRB) 
Lattes


Msc. Manoel Alves de Araujo Neto
(UNEB)
Lattes

SALA 
Sexta-feira(03/12)

Sexta-feira(03/12)

  • ENCERRAMENTO

ENCERRAMENTO

Horário Tema da Atividade Mediador Palestrante Link
18:00-21:00

Mesa de Encerramento

libraATIVIDADE DISPONÍVEL EM LIBRAS 

Profº. Dr. Maurício Ferreira Silva
(Pró-Reitor da PPGCI - UFRB)
Lattes

Profº. Dr. Maurício Ferreira Silva
(Pró-Reitor da PPGCI - UFRB)
Lattes

Apresentação Cultural

Título: Gig Situacionista 

A arte da ciência viva

A separação entre artes e ciências, antes do paradigma moderno que emerge do iluminismo, não era tão rígida nem tão bem definida. Por um lado, muitas das hoje chamadas ciências respondiam pelo nome de artes, por outro, algumas “linguagens artísticas” como se convencionou dizer, tinham o respaldo de saber científico, a exemplo da música que durante muitos séculos foi agrupada com a geometria, a astronomia, as ciências médicas e aritméticas, nos currículos da antigas universidades. Hoje essa separação mais uma vez está em questão e a vocação inter, trans e multidisciplinar da UFRB é um exemplo disso. 

Se dizemos “Viva a Ciência!” é para celebrar uma ciência viva, movente, impregnada de jeitos de fazer (ou seja: artes) que buscam a superação dos preconceitos coloniais. Assim o evento de encerramento do RECONCITEC procura marcar estética e poeticamente essa posição, a partir de uma mediação artística que contará com a participação de um grupo de estudantes do curso de Música Popular do CECULT, ao vivo fazendo a mediação e apresentação do evento, além de apresentar alguns dos trabalhos inscritos no Festival Insubmissões Culturais: A arte de reXistir e das participações assíncronas de trabalhos artísticos desenvolvidos por ou em colaboração com professores da UFRB.

Ficha Técnica: Gig Situacionista - grupo de estudantes do curso de Licenciatura em Música Popular, CECULT. Org.: prof. Pedro Filho

SALA 

Mostras

Das insubmissões: quando os corpos (se) desordenam

Das insubmissões: quando os corpos (se) desordenam

A poética dos caminhos: derivas, territórios, identidades, cultura

A poética dos caminhos: derivas, territórios, identidades, cultura

O estranhamento em estar no mundo

O estranhamento em estar no mundo

O ritmo dos gritos: palavra, música, protesto

O ritmo dos gritos: palavra, música, protesto

Ficha Técnica

Realização:

Coordenação de Cultura e Universidade

Pró-Reitoria de Extensão 

 

Coordenação:

Daniele Canedo

Luciano Simões

 

Comissão Curatorial:

Cláudio Manoel Duarte

Danilo Scaldaferri

Kleber Amâncio

Layno Pedra

Lia Lordelo

Priscila Miraz

Rodrigo Heringer

Rubens da Cunha

 

Produção:

Layno Pedra

 


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