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Programação Maio Negro

V MAIO NEGRO: 130 anos após o dia 13 de maio - Diásporas antes e depois.

O processo de escravização do povo negro - para além das consequências que já conhecemos, é marcado por uma série de separações, divisão - diásporas: seja sob a perspectiva das dinâmicas familiares e nas questões culturais, como um todo. Essas diásporas (do corpo escravizado que é levado para outro lugar; da língua; da cultura) promoveram ao longo desses séculos um processo de exclusão, cujos efeitos ainda são sentidos nos dias atuais: a perda da identidade, considerando a ancestralidade; a falta de reconhecimento; os processos de invisibilidade, por exemplo, são constituintes da segregação que marcou a história do povo africano e de todos os seus descendentes. A idéia de se falar de diásporas objetiva apontar para essa história violenta de separação que muitas vezes aparece de maneira reduzida sob a ótica de uma história contatada pelo colonizador.


O Maio Negro é um evento que realizamos na UFRB para marcar e problematizar o dia 13 de Maio. Em sua origem o evento foi organizado como uma proposição da Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas, com o título de “Revisitando o 13 de Maio” e ocorria no Centro de Formação de Professores,emAmargosa,emapenasumdia. Porém, láemAmargosa, a comissão organizadora do evento definiu que as discussões não ocorreriam mais em apenas um dia e sim ao longo do mês, surgindo assim o Maio Negro. A idéia tem também o intuito de demarcar mais um mês de luta - embora defendemos que a luta contra o racismo é diária.

Considerando que na UFRB temos institucionalizado, no mês de Novembro, o Fórum Pró-Igualdade Racial e Inclusão Social - 20 de Novembro, o Maio tornou-se outro marcador, de caráter afirmativo, de
um espaço-momento de discussões sobre as relações raciais e o racismo, no primeiro semestre de cada ano.

Confira a programação completa aqui.

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